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sábado, 8 de agosto de 2026

Casamentos entre seres feéricos e humanos: amores impossíveis nas antigas lendas

 

Há histórias em que uma pessoa se apaixona por alguém que pertence a outra aldeia, outro povo ou outro reino. E há histórias muito mais estranhas, nas quais a distância entre os amantes não pode ser percorrida por nenhuma estrada.

De um lado está o mundo humano. Do outro, um reino invisível, encantado ou sobrenatural.

Entre ambos existe apenas uma promessa.

Em diferentes tradições folclóricas e literárias encontramos narrativas sobre homens e mulheres que se unem a seres não humanos: mulheres feéricas, habitantes do Outro Mundo, donzelas sobrenaturais, elfos e djinns. Algumas dessas uniões começam com amor; outras, com sedução, encantamento ou mesmo captura. Quase todas, porém, compartilham uma característica inquietante: o casamento só pode existir enquanto determinada condição for respeitada.

Não faça determinada pergunta.

Não pronuncie certo nome.

Não revele o segredo de sua esposa.

Não toque em determinado objeto.

Não tente impedir que ela volte para seu povo.

Quando a proibição é quebrada, o mundo sobrenatural reclama aquilo que lhe pertence.

E o casamento termina.

Esse motivo é tão difundido que aparece, com muitas variações, em tradições de diferentes regiões. Um dos exemplos estudados pelos folcloristas é o conjunto de narrativas conhecido como o ciclo da “donzela-cisne”, no qual uma mulher sobrenatural permanece entre os humanos porque um homem consegue impedir seu retorno ao outro mundo. Quando ela recupera aquilo que lhe permite partir, abandona a vida humana. A pesquisadora Barbara Fass Leavy observa que variantes desse tipo de narrativa aparecem em numerosas culturas.

Mas essa é apenas uma das formas assumidas pelo estranho casamento entre mortais e seres de outro mundo.

A esposa que veio do Outro Mundo

Imagine um homem caminhando sozinho por uma região afastada.

Talvez seja noite. Talvez exista água por perto: um lago, uma fonte, um rio. Ou talvez ele esteja atravessando uma colina, um bosque ou algum daqueles lugares que, no imaginário tradicional, parecem pertencer simultaneamente a dois mundos.

Então ele a encontra.

Ela é bela, mas existe algo nela que não parece inteiramente humano.

O encontro transforma-se em união e, por algum tempo, a criatura sobrenatural vive como esposa mortal. Ela participa da casa, da família e, em algumas variantes, tem filhos.

Mas existe uma condição.

E é justamente aí que começa a tragédia.

Nas histórias do tipo da donzela-cisne, o homem frequentemente controla algum objeto ou elemento que permite à mulher retornar à sua verdadeira natureza. Quando ela finalmente o recupera, parte para o lugar de onde veio. Em certas variantes, o marido precisa então procurá-la no mundo sobrenatural.

Vistas apenas como contos maravilhosos, essas histórias parecem falar sobre fadas e encantamentos. Mas pesquisadores também as interpretaram como narrativas sobre casamento, separação, pertencimento e a posição da mulher que deixa seu grupo de origem para viver entre pessoas que não são as suas.

A criatura sobrenatural é, literalmente, a esposa estrangeira.

Ela vive na casa humana, mas nunca deixa completamente de pertencer ao outro lado.

As amantes feéricas dos romances medievais

Quando entramos na literatura medieval europeia, encontramos outro motivo fascinante: a amante feérica.

Ela surge diante de um cavaleiro humano, oferece amor, riqueza, proteção ou acesso a uma realidade maravilhosa, mas frequentemente exige fidelidade a uma regra.

Nos romances medievais, essas mulheres não correspondem necessariamente à imagem moderna da “fadinha” diminuta, alada e delicada. A tradição britânica das fadas sofreu grandes transformações ao longo dos séculos. O historiador Ronald Hutton observa que, entre os séculos XII e XVII, as representações de elfos e fadas nas fontes britânicas passaram por um processo de mudança até formar uma concepção mais coerente de um povo ou reino feérico.

Nos romances, a mulher feérica pode ser poderosa, aristocrática, perigosa e perfeitamente capaz de determinar as condições do relacionamento.

Um exemplo célebre aparece em Lanval, lai medieval atribuído a Marie de France. O cavaleiro Lanval encontra uma misteriosa dama sobrenatural que se torna sua amante e lhe concede abundância, impondo-lhe, porém, uma condição: ele não deve revelar o relacionamento.

Naturalmente, a proibição acaba sendo quebrada.

Esse padrão: uma mulher sobrenatural que oferece amor e benefícios a um homem mortal, submetendo a relação a determinadas condições, tornou-se recorrente nos romances medievais. A historiadora da literatura Helen Cooper identifica a “fairy mistress”, a amante feérica, como uma figura importante da literatura medieval e renascentista.

Aqui, portanto, não estamos necessariamente diante de um casamento no sentido jurídico ou religioso. Muitas vezes trata-se de uma união amorosa entre um mortal e uma mulher pertencente ao reino feérico.

E isso é importante porque as histórias antigas são mais variadas do que a fórmula moderna “humano se casa com princesa fada” pode sugerir.

Thomas de Erceldoune e a Rainha das Fadas

Outro personagem ligado ao encontro amoroso entre humanos e habitantes de Fairyland é Thomas de Erceldoune, associado posteriormente à figura lendária de Thomas the Rhymer.

No romance medieval, Thomas encontra uma mulher extraordinária que se revela ligada ao reino das fadas. Ele a acompanha para Fairyland e entra em contato com uma realidade que não obedece às regras comuns do mundo humano.

A tradição posteriormente transformou Thomas em profeta e personagem do folclore escocês. O próprio romance combina sua aventura no país das fadas com profecias relacionadas à história da Escócia.

Mais uma vez, o relacionamento não deve ser confundido simplesmente com um casamento convencional.

O que encontramos é algo talvez ainda mais antigo e inquietante como motivo narrativo:

o humano que se torna amante de uma mulher do Outro Mundo e, por causa dela, atravessa a fronteira entre as realidades.

É um amor que funciona também como passagem.

Apaixonar-se pela fada significa aproximar-se de Fairyland.

E os elfos?

Aqui precisamos fazer uma distinção importante.

Hoje é muito fácil imaginar elfos como um povo semelhante aos humanos: belos, longevos, habitantes das florestas e perfeitamente capazes de se apaixonar e casar com mortais.

Essa imagem deve muito à fantasia literária moderna.

Os elfos das tradições germânicas e nórdicas antigas são mais difíceis de encaixar nesse modelo. As fontes não apresentam uma única “sociedade élfica” padronizada equivalente àquela encontrada em muitos romances, jogos e filmes contemporâneos.

Além disso, na história cultural britânica, as categorias de “elfo” e “fada” mudaram e se sobrepuseram de maneiras complexas. Estudos sobre a tradição feérica mostram justamente que as concepções medievais e modernas desses seres passaram por transformações significativas.

Por isso, é arriscado afirmar simplesmente que “segundo os antigos, elfos frequentemente se casavam com humanos”.

O que podemos dizer com maior segurança é que as tradições europeias conhecem abundantemente encontros amorosos, sexuais e matrimoniais entre humanos e seres sobrenaturais, alguns deles descritos como fadas, mulheres feéricas ou seres que traduções e interpretações posteriores aproximaram dos elfos.

O casamento entre um humano e um “elfo” exatamente no sentido que damos à palavra na fantasia contemporânea é, em grande medida, uma elaboração literária posterior.

E isso não torna as histórias antigas menos fascinantes.

Pelo contrário: os seres encontrados nelas são geralmente muito mais estranhos.

Quando o amante pertence ao povo dos djinns

Muito longe das colinas encantadas da Grã-Bretanha encontramos outra tradição de uniões entre humanos e seres sobrenaturais.

No mundo árabe e islâmico aparecem os jinn ou djinns.

É importante não chamá-los simplesmente de “fadas árabes”. Os jinn pertencem a uma tradição cultural e religiosa própria e possuem um lugar importante na cosmologia islâmica. No Alcorão, são apresentados como seres dotados de consciência e responsabilidade moral; há jinn que escutam a revelação e creem nela.

Mas histórias sobre relações entre jinn e humanos não começaram necessariamente com o Islã.

Pesquisas apontam para narrativas de romances e relações entre humanos e jinn em materiais árabes anteriores ao Islã, e tradições posteriores continuaram a desenvolver o tema.

A ideia tornou-se suficientemente conhecida para que estudiosos e juristas muçulmanos discutissem uma pergunta extraordinária:

seria possível um humano casar-se com um jinn?

O casamento com um jinn: lenda, crença e debate religioso

Nesse ponto, folclore e religião se encontram, mas não devem ser confundidos.

A existência dos jinn faz parte da cosmologia islâmica. Isso não significa, porém, que histórias populares sobre casamentos entre humanos e jinn sejam automaticamente doutrina islâmica.

Ao longo do tempo, estudiosos muçulmanos discutiram justamente a possibilidade e a legitimidade dessas supostas uniões. Um estudo filológico do texto medieval Ākām al-Marjān fī Aḥkām al-Jān, obra dedicada aos jinn, mostra que o tema do casamento entre humanos e jinn chegou a receber discussão específica, incluindo argumentos sobre sua ocorrência e sua proibição.

As opiniões não foram uniformes.

Existiram autores que admitiram a possibilidade dessas relações, enquanto outros rejeitaram ou condenaram a ideia. Portanto, seria incorreto dizer que existe uma única posição histórica islâmica afirmando simplesmente que humanos podem se casar com jinn. O que existe é uma longa discussão religiosa e folclórica sobre essa possibilidade.

E talvez seja justamente essa ambiguidade que tenha dado tanta força às histórias.

Porque um jinn não precisa aparecer como um monstro.

Pode aparecer como amante.

Pode apaixonar-se.

Pode sentir ciúme.

Pode oferecer conhecimento ou proteção.

E pode desejar que o humano atravesse uma fronteira que talvez jamais consiga atravessar de volta.

Filhos de dois mundos

Depois do casamento sobrenatural surge inevitavelmente outra pergunta:

essas uniões poderiam gerar filhos?

O motivo dos descendentes de humanos e seres sobrenaturais aparece em diversas tradições, mas deve ser tratado como elemento de lenda, literatura ou crença, não como fato biológico demonstrado.

Nas histórias, porém, a criança nascida de dois mundos possui enorme força simbólica.

Ela pertence à humanidade, mas carrega algo do Outro Mundo.

É o resultado vivo da quebra de uma fronteira.

Em algumas narrativas genealógicas europeias, ancestrais sobrenaturais chegaram a ser associados a famílias e linhagens. A figura da esposa ou amante feérica podia, assim, deixar de ser apenas personagem de uma aventura e transformar-se em explicação lendária para a origem extraordinária de uma descendência.

O sobrenatural entrava na família.

E permanecia nela através do sangue.

Por que quase sempre existe uma proibição?

Um dos aspectos mais curiosos dessas histórias é a repetição das condições impossíveis.

O mortal consegue viver com a criatura sobrenatural, mas somente se obedecer a uma regra.

Esse detalhe não é mero enfeite narrativo.

A proibição marca a fronteira entre os mundos.

Enquanto o humano respeita o tabu, a união impossível pode continuar. Quando ele o viola, a verdadeira diferença entre os amantes reaparece.

A esposa não era completamente humana.

O marido nunca teve controle verdadeiro sobre o Outro Mundo.

O amante não poderia permanecer para sempre em Fairyland.

O segredo não poderia ser contado aos demais mortais.

Aquilo que parecia um casamento comum revela então sua natureza extraordinária.

E a porta se fecha.

Nem todos esses antigos “casamentos” eram histórias de amor

Existe ainda uma diferença importante entre essas narrativas e o modo como costumamos imaginar romances sobrenaturais hoje.

Muitas histórias antigas estão longe de apresentar relacionamentos baseados em amor romântico e consentimento mútuo.

No ciclo da donzela-cisne, por exemplo, a mulher sobrenatural pode ser impedida de retornar ao seu mundo porque um homem esconde aquilo que lhe permitiria partir. Barbara Fass Leavy chama atenção justamente para a dimensão de aprisionamento presente em muitas dessas narrativas.

Em outros contos, é o humano que é seduzido, levado ou mantido no mundo sobrenatural.

Portanto, essas histórias podem falar tanto de amor quanto de posse, desejo, casamento, separação, medo do estrangeiro e impossibilidade de conciliar mundos diferentes.

Talvez seja por isso que sobreviveram durante tanto tempo.

O casamento como uma ponte perigosa

Se colocarmos lado a lado uma esposa feérica das tradições europeias e um amante jinn das tradições árabes e islâmicas, não devemos concluir que se trata do mesmo ser com nomes diferentes.

Não se trata.

As culturas, religiões, épocas e concepções sobrenaturais são distintas.

Mas existe um motivo narrativo que atravessa muitas delas:

o amor entre seres que não deveriam pertencer ao mesmo mundo.

Essas histórias perguntam o que aconteceria se a fronteira fosse atravessada não por um guerreiro ou feiticeiro, mas por alguém apaixonado.

E a resposta quase nunca é simples.

Às vezes o humano recebe riquezas.

Às vezes adquire conhecimentos secretos.

Às vezes nasce uma criança.

Às vezes ele visita o reino sobrenatural.

E às vezes acorda sozinho, muitos anos depois, sem saber se aquilo que viveu foi uma bênção ou uma desgraça.

Quando o Outro Mundo chama seu filho de volta

Existe algo melancólico por trás de muitas dessas narrativas.

Por mais que a criatura sobrenatural permaneça na casa humana, ela continua pertencendo a outro lugar.

Um dia encontra novamente sua antiga veste.

Um segredo é revelado.

Uma promessa é quebrada.

Uma porta proibida é aberta.

E então ela se lembra.

Além das colinas existe um reino que os humanos não enxergam.

Além do deserto há habitantes que nossos olhos não alcançam.

Além da floresta existe uma estrada que aparece somente para quem conhece o caminho.

A esposa olha uma última vez para a casa onde viveu.

Talvez olhe para o marido.

Talvez para os filhos.

E parte.

Não porque todas as tradições contem exatamente essa história, mas porque esse é um dos grandes temas das narrativas de uniões sobrenaturais: o amor pode aproximar dois mundos, mas nem sempre consegue apagar a fronteira entre eles.

É justamente essa fronteira que torna essas antigas histórias tão encantadoras.

Elas transformam o casamento — algo familiar, doméstico e humano — em uma passagem para o desconhecido.

E talvez escondam um aviso que atravessou séculos de narrativas:

quando alguém se apaixona por um habitante do Outro Mundo, nunca deve esquecer que, por mais humano que esse amor pareça, uma parte do ser amado continuará pertencendo ao lugar de onde veio. ©

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Elementais da Terra

 


A Terra é a base sólida que sustenta toda a vida. Suas montanhas imponentes, florestas densas e cavernas misteriosas guardam os segredos do tempo e do renascimento. Os elementais da terra são os espíritos ancestrais dessa força primordial,representando a estabilidade, a fertilidade e a conexão com as raízes do mundo físico.

Ao contrário do fogo, que é volátil e impetuoso, a terra nos ensina a ter paciência, resistência e determinação. Trabalhar com seus elementais significa cultivar crescimento,prosperidade e segurança, além de fortalecer o corpo e a mente. Esses espíritos atuam como guardiões da natureza,protegendo florestas, montanhas, minas e até os tesouros ocultos no subsolo.


A essência da Terra e seus Mistérios


A energia da terra é densa e firme, proporcionando estrutura, nutrição e proteção. Os povos antigos reverenciavam a terra como uma grande mãe, a deusa da criação e da abundância, e seus elementais incorporam essa força vital.

Eles se manifestam de diversas formas, desde pequenas criaturas que vivem entre as raízes das árvores até colossais seres de pedra que repousam sob montanhas e cavernas. Sua presença pode ser sentida em lugares de natureza intocada, em solos férteis e até mesmo nas antigas formações rochosas que testemunharam a história do mundo.


A personalidade dos Elementais da Terra


Os elementais da terra são sábios, resistentes e leais, mas também podem ser teimosos e reservados. São espíritos silenciosos, observadores, que preferem agir de maneira sutil e paciente. Sua conexão com o tempo e a ancestralidade os torna excelentes guardiões de conhecimento e de segredos ocultos.

Seus principais traços de personalidade incluem:

Paciência e constância - Não se apressam, mas sempre alcançam seus objetivos.

Proteção e lealdade - São aliados fiéis para quem os respeita e cuida da terra.

Resistência e força - Suportam desafios com firmeza e determinação.

Materialização e prosperidade - Ajudam a concretizar sonhos e a atrair riqueza.

Ao estabelecer um vínculo com os elementais da terra, você pode desenvolver qualidades como autoconfiança, estabilidade emocional e resiliência, além de fortalecer sua conexão com o mundo natural.


Como interagir e trabalhar com sua energia


Se deseja se conectar com os elementais da terra, é essencial demonstrar respeito

pela natureza e paciência para compreender sua sabedoria.

Algumas práticas eficazes incluem:

Caminhar descalço na terra para absorver sua energia.

Cultivar plantas e árvores, pois os elementais vivem entre as raízes e flores.

Criar um altar com pedras, cristais e oferendas naturais.

Meditar em cavernas, bosques ou perto de grandes pedras,

ouvindo sua energia sutil.

Trabalhar com cristais como quartzo, jade, ônix e turmalina

negra, que vibram na frequência da terra.

Os elementais da terra ensinam que tudo tem seu tempo de crescer e florescer. Ao respeitar sua sabedoria e aprender com sua paciência, você pode construir uma vida mais próspera, estável e conectada às forças ancestrais do mundo. ©

quinta-feira, 13 de março de 2025

Elfos e Fadas: Como Eles Realmente São?

 

Se tem uma coisa que sempre gera curiosidade (e muitas discussões) é a aparência dos elfos e das fadas. Eles são como nos filmes? Todos são altos e esguios? Fadas são minúsculas e brilhantes? E os machos, como são? Se você também já se fez essas perguntas, vem comigo, porque hoje vamos falar sobre como esses seres realmente se parecem!



Os Elfos: Elegância Encantada




Os elfos costumam ter uma beleza que parece desafiar as leis da natureza. Eles não envelhecem como os humanos e possuem uma aparência etérea, quase sobrenatural.

Os machos são altos, magros e com uma postura impecável. Esqueça aqueles músculos exagerados das histórias de guerreiros, os elfos são mais do tipo "elegância letal"—rápidos, ágeis e fortes sem parecer brutamontes. Suas feições são afiadas, com olhos profundos que variam entre tons dourados, verdes, azuis e até prateados. Alguns possuem um brilho sutil na pele, como se a luz do luar os tocasse o tempo todo.

As fêmeas não ficam para trás. Elas são esguias e possuem uma beleza quase hipnotizante. Seus cabelos geralmente são longos e sedosos, podendo ser dourados como o sol, negros como a noite ou até prateados como a lua. Algumas possuem um leve brilho nos olhos ou um tom metálico nos lábios. Mas não se engane pela aparência delicada—elas podem ser tão (ou mais) letais que os machos quando necessário.

Os elfos tendem a se vestir de acordo com a natureza ao redor. Os das florestas usam tons verdes e marrons, enquanto os dos reinos gelados preferem prateado, branco e azul. Sempre com tecidos leves que parecem se mover sozinhos.



As Fadas: Beleza Selvagem e Diversidade




Agora, quando falamos de fadas, a coisa fica mais variada. Diferente dos elfos, que geralmente seguem um padrão de aparência, as fadas vêm em todos os estilos, formas e tamanhos.

As fêmeas podem ser pequenas e luminosas, como as clássicas fadinhas cintilantes, ou grandes e deslumbrantes, com uma beleza quase surreal. Algumas possuem asas delicadas como de borboleta, enquanto outras podem ter traços mais selvagens, com cabelos que parecem feitos de fogo ou pele que brilha como a água ao sol.

Os machos são igualmente encantadores, e aqui está a surpresa: nem sempre são pequenos! Muitos possuem altura humana (ou até maior) e têm um ar misterioso, como se carregassem segredos antigos. Alguns são quase etéreos, como se estivessem sempre meio desfocados, enquanto outros parecem guerreiros da natureza, com músculos esculpidos pelo vento e pela terra.

As roupas das fadas são tão diversas quanto elas: algumas preferem tecidos esvoaçantes, outras vestem folhas, flores e até névoa mágica. Algumas simplesmente não precisam de roupas, já que suas peles podem ter padrões naturais que as cobrem como tatuagens vivas.



Então, Eles São Como nos Filmes?




Bom… sim e não. Os elfos e fadas retratados no cinema geralmente são inspirados na visão mais europeia desses seres, mas a verdade é que sua aparência pode variar bastante dependendo da cultura e da energia do lugar onde vivem.

Se você já sentiu aquela sensação de "algo observando" na floresta ou viu uma sombra se mover no canto do olho, talvez tenha tido um vislumbre real de um elfo ou uma fada. E se um dia encontrar um… bem, prepare-se, porque são seres que deixam qualquer um hipnotizado!

E você, como imagina os elfos e as fadas? Já teve alguma experiência com eles? Me conta nos comentários! 

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Rituais de Proteção ao Explorar Lugares Onde Seres Fantásticos Habitam


Explorar lugares mágicos onde seres fantásticos, como fadas, elfos, gnomos e ninfas, habitam pode ser uma experiência transformadora. No entanto, é fundamental tomar precauções para proteger sua energia e garantir que a interação com esses seres seja respeitosa e harmoniosa. Neste post, você aprenderá rituais simples e eficazes de proteção para garantir uma experiência segura e mágica.




Por Que Realizar Rituais de Proteção?




Os reinos onde seres fantásticos habitam são repletos de energias intensas e misteriosas. Embora a maioria dessas entidades seja benevolente, algumas podem ser travessas ou, ocasionalmente, defensivas com intrusos. Os rituais de proteção:

Criam uma barreira energética contra influências indesejadas.

Asseguram que sua presença seja respeitosa e bem-vinda.

Evitam que você leve consigo qualquer energia negativa ou pesada.





Preparação Antes de Explorar Locais Mágicos




1. Escolha o Local com Consciência


Certifique-se de que o lugar é seguro fisicamente (como florestas ou montanhas) e espiritualmente. Lugares conhecidos por sua beleza natural, como florestas antigas, cachoeiras ou clareiras, costumam ser habitados por seres mágicos.


2. Intenção Clara


Defina sua intenção antes de explorar. Pergunte a si mesmo:

Por que estou visitando este lugar?

O que desejo aprender ou experimentar?
Uma intenção clara demonstra respeito e evita mal-entendidos com os seres do local.


3. Vista-se Apropriadamente


Use roupas confortáveis e, se possível, cores neutras ou naturais para se harmonizar com o ambiente. Carregar cristais de proteção também é recomendável (mais sobre isso abaixo).




Rituais de Proteção Antes de Explorar



1. Círculo de Proteção Energética

Antes de entrar em um local mágico, crie um círculo de proteção:

1. Fique de pé em um local tranquilo, feche os olhos e respire profundamente.


2. Visualize uma luz branca brilhante surgindo do centro do seu coração e se expandindo ao seu redor, formando um círculo protetor.


3. Diga:
"Que esta luz me envolva e proteja, mantendo fora toda energia negativa e permitindo apenas boas intenções."



2. Benção com Elementos Naturais

Carregue consigo um pequeno frasco com água de fonte ou água lunar. Antes de entrar no local, borrife a água ao seu redor enquanto recita:
"Com esta água, purifico meu caminho e peço proteção aos guardiões deste lugar mágico."


3. Uso de Amuletos e Cristais de Proteção

Leve consigo cristais associados à proteção e à harmonia, como:

Ônix: Absorve energias negativas.

Turmalina Negra: Cria um escudo energético.

Quartzo Transparente: Amplifica intenções de proteção.

Jaspe Verde: Traz equilíbrio e conexão segura com a natureza.
Carregue esses cristais no bolso ou como pingentes e toque-os sempre que sentir necessidade de reforçar sua energia.





Durante a Exploração




1. Respeite o Local

Não colete plantas, pedras ou outros elementos sem permissão.

Evite fazer barulho ou comportar-se de forma invasiva.


2. Faça uma Saudação aos Seres Fantásticos

Antes de começar a explorar, recite uma saudação simples e respeitosa:
"Saúdo os espíritos e guardiões deste lugar. Venho em paz e com respeito. Peço permissão para estar aqui e aprender com vocês."


3. Use Salmos ou Cânticos de Proteção

Se sentir que o ambiente está pesado ou estranho, cante ou recite mantras como:
"Que a luz divina me proteja, e que a harmonia reine neste lugar."
Você também pode usar instrumentos leves, como sinos, para elevar a vibração.




Rituais Pós-Exploração




1. Limpeza Energética

Ao sair do local, faça uma breve meditação para deixar qualquer energia que não seja sua para trás:

1. Visualize uma chuva de luz dourada lavando você.


2. Diga:
"Agradeço ao lugar e aos seres mágicos por sua hospitalidade. Que a energia aqui permaneça pura e que eu volte ao meu espaço com harmonia."



2. Use Sal Grosso ou Ervas para Purificação

Assim que chegar em casa, lave as mãos e os pés com água salgada ou passe incenso de ervas como sálvia ou alecrim ao seu redor. Isso ajuda a liberar qualquer energia que possa ter sido absorvida.


3. Gratidão e Oferendas

Se você levou algo do local (com permissão), como uma pedra ou folha, deixe uma oferenda em troca. Pode ser mel, frutas, flores ou até um cristal simples como sinal de gratidão.




Sinais de Alerta ao Explorar Locais Mágicos




Estar atento é essencial para sua segurança espiritual. Alguns sinais de que você pode estar em um lugar com energia desafiadora:

Sensação de peso ou desconforto.

Sons estranhos ou vibrações desarmônicas.

Dificuldade em se concentrar ou sensação de cansaço repentino.
Nesses casos, saia imediatamente, agradeça e peça proteção enquanto se afasta.





Conclusão




Explorar lugares onde seres fantásticos habitam é um convite para se conectar com o mundo espiritual e a magia da natureza. No entanto, é crucial que você entre nesses espaços com respeito, intenção clara e proteção adequada. Os rituais descritos aqui garantem uma experiência segura, harmoniosa e enriquecedora.

Você já explorou algum lugar mágico? Compartilhe suas experiências e práticas de proteção nos comentários!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Como programar e consagrar imagens de Elementais com os quatro elementos

 


Estátuas, bonecos e imagens de elementais, como duendes, gnomos, fadas e outros seres encantados, podem ser usados como ferramentas mágicas e pontos de conexão com os espíritos da natureza. Quando programadas e consagradas, essas representações tornam-se receptáculos para as energias dos quatro elementos, potencializando sua prática espiritual e criando um vínculo mais profundo com os elementais.

Neste post, você aprenderá um passo a passo para programar e consagrar suas imagens de elementais utilizando a energia dos quatros elementos: terra, água, fogo e ar.


O que significa programar e consagrar suas imagens de elementais?



Consagrar: purificar e dedicar as imagens às energias naturais, permitindo que elas se tornem canais de conexão com os elementais.

Programar: Atribuir uma intenção ou propósito específico à imagem, como proteção, harmonia, inspiração ou prosperidade.



Preparando-se para o ritual


Antes de começar, organize seu espaço e reúna os itens necessários.


Itens necessários:


As imagens ou estátuas de elementais que deseja consagrar.

Representações dos quatro elementos:

Terra: Cristais, sal grosso ou terra de jardim.

Água: Uma tigela com água limpa

Fogo: Uma vela (preferencialmente branca ou associada ao elemento do seu elemental).

Ar: Incenso ou penas.

Um altar ou superfície limpa para realizar o ritual.

Intenção clara para cada imagem (proteção, prosperidade, criatividade, etc.).



O ritual de consagração com os quatro elementos


Passo a passo:


Escolha um local tranquilo e limpo onde não será interrompido. Posicione os objetos que representam os quatro elementos ao redor das imagens de seus elementais. Segure cada imagem e diga:


"Eu purifico este objeto de todas as energias desarmônicas e o preparo para receber a força dos quatro elementos".


Passe a imagem pelo incenso (ar), borrife um pouco de água (água), toque-a na terra ou sal grosso (terra) e aproxime-a da chama da vela (fogo), sem queimá-la. Para cada elemento, invoque sua energia e conecte-a ao objeto.


Terra:

Coloque a imagem sobre o sal ou cristais e diga:

"Pela força da Terra, eu consagro esta imagem com estabilidade, proteção e abundância. Que ela seja um canal de conexão com os elementais da Terra".


Água:

Mergulhe levemente a base da imagem na água (ou borrife-a suavemente) e diga:

"Pela força da Água, eu consagro esta imagem com fluidez, intuição e cura. Que ela seja um canal de conexão com os elementais da Água".


Fogo:

Passe a imagem perto da chama da vela e diga:

"Pela força do Fogo, eu consagro esta imagem com energia, transformação e coragem. Que ela seja um canal de conexão com os elementais do Fogo".


Ar:

Passe a imagem pela fumaça do incenso e diga:

"Pela força do Ar, eu consagro esta imagem com criatividade, clareza e inspiração. Que ela seja um canal de conexão com os elementais do Ar".


Segure a imagem com as duas mãos e concentre-se em sua intenção. Por exemplo:

Para proteção: "Que esta imagem me proteja de todas as energias negativas e traga harmonia ao meu lar".

Para prosperidade: "Que esta imagem atraia abundância e oportunidades em minha vida"

Visualize a energia da sua intenção preenchendo a imagem com luz e força. Após consagrar com todos os elementos, diga:


"Eu consagro esta imagem com um canal sagrado de conexão com os elementais. Que ele seja abençoada e protegida pelas forças da natureza. Assim é!"



Cuidando de suas imagens consagradas


Depois de consagradas, é importante cuidar bem de suas imagens de elementais. Aqui estão algumas dicas:

Limpeza energética: Limpe periodicamente com incenso ou sal grosso para manter a energia fluida e vibrante.

Decoração do altar: Posicione as imagens em um local especial, como um altar, jardim ou prateleira, cercadas de itens associados ao elemento correspondente.

Ofertas: Deixe pequenos presentes, como flores, frutas, conchas ou cristais, para honrar os elementais.

Gratidão: Sempre agradeça às energias naturais e aos elementais por sua presença em sua vida.



Sugestões de uso das imagens consagradas


Coloque as imagens em locais estratégicos:

Gnomos e duendes (terra): Próximo de plantas ou em um canto seguro do lar.

Fadas (ar): Em locais elevados, como prateleiras ou janelas.

Ondinas e ninfas (água): Próximo de fontes, aquários ou recipientes com água.

Salamandras (fogo): Perto de velas ou lareiras.

Use as imagens como pontos de foco em meditações, rituais ou práticas mágicas.


Consagrar e programar imagens de elementais é uma maneira poderosa de trazer a magia da natureza para sua vida diária. Com respeito e intenção, essas representações podem se tornar verdadeiros portais para o mundo encantado dos elementais.

Se você já consagrou alguma imagem ou está pensando em começar, compartilhe nos comentários a sua experiência!

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Mabe: A Rainha dos elfos e guardiã dos reinos encantados

 


Na mitologia celta e no folclore europeu, Mabe (ou Mab) é descrita como a rainha dos elfos e das fadas. Ela é uma figura de grande poder, beleza e mistério, associada como uma guia entre os mundos, capaz de ajudar os humanos a se conectar com o reino espiritual dos elfos, promovendo harmonia e proteção contra energias negativas.

Se você deseja cultivar uma conexão com Mabe, pode invocá-la com respeito, oferecer-lhe presentes e realizar orações para atrair elfos benévolos e afastar os sombrios. Aqui está um guia completo para honrá-la.


Invocação para Mabe, rainha dos elfos


"Grande Mabe, rainha das terras encantadas,

Senhora da natureza, dos sonhos e da magia,

Eu clamo sua presença nesta hora,

Que sua luz brilhe como estrelas na escuridão,

Que sua sabedoria guie meus passos.

Venha a mim com seus elfos de bondade,

Traga harmonia, proteção e verdade.

Grande rainha, ouça meu chamado,

Com gratidão e respeito, sou abençoado".



Oração para atrair Elfos benévolos e afastar os Elfos sombrios


"Espíritos da luz, elfos de bondade,

Que dançam nas florestas e guardam a verdade,

Eu os convido para este espaço sagrado,

Com coração puro, respeito e cuidado.

Rainha Mabe, guarde-me com sua graça,

Afaste os elfos sombrios que trazem ameaça.

Que o véu entre os mundos brilhe sereno,

E só os elfos de luz entrem neste terreno.

Protejam este lar, tragam prosperidade,

Com harmonia, amor e tranquilidade. 

Assim seja, assim será,

Que a luz dos elfos sempre aqui estará".



Oferendas para Mabe


Oferecer presentes à rainha Mabe é uma maneira de honrá-la e fortalecer sua conexão com o reino dos elfos. Aqui estão algumas sugestões de oferendas:


Flores selvagens: Colha flores naturais, como margaridas, violetas ou lavanda, e deixe-as em um espaço ao ar livre ou em seu altar.


Frutas frescas: Maçãs, amoras e morangos são frutas simbólicas que agradam os elfos e a rainha Mabe.


Cristais: Pedras como quartzo rosa, ametista e pedra-da-lua são apreciadas por suas vibrações mágicas puras.


Mel ou néctar: O mel simboliza doçura e harmonia, sendo uma das oferendas favoritas no mundo espiritual dos elfos.


Incenso natural: Acenda incensos de ervas como sândalo, alecrim ou pinho para criar um ambiente sagrado e atrair boas energias.


Pequenos artefatos naturais: Conchas, penas ou folhas bonitas também podem ser oferecidas como símbolos da conexão com a natureza.


Ao oferecer, lembre-se de fazê-lo com gratidão, respeito e intenção sincera. Coloque as oferendas em um espaço especial, como um altar ou sob uma árvore, e peça a Mabe para abençoar sua vida e proteger seu caminho espiritual.





quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Respondendo as dúvidas dos leitores

 

Em primeiro lugar, eu gostaria de agradecer a todos que acompanham o blog, enviam seus relatos e dúvidas para mim. Obrigada. Vocês tornam meus dias menos sombrios.

Como alguns de vocês sabem eu estou escrevendo ebooks para plataformas virtuais como Fizzo, Buenovela e Dreame e isso tem tomado bastante do meu tempo, mas não é bem por isso que me afastei dos blogs. Eu andei sem ânimo, então juntaram muitos comentários e quando tentei responder deu bug, para contornar isso e ninguém ficar sem resposta, eu vou reunir os comentários em posts, respondendo a todos. Leia esse post para saber se te respondi ou para encontrar a resposta de alguma dúvida que você ter.  Beleza? Vamos começar com chave de ouro.


1. Sobre a diferença entre duendes e gnomos

Usuário respondeu "É muita maconha".

Dani para usuário: E você é o mais brisado de todos porque vem dizer isso para a maconheira, né? Vai caçar o que fazer, querido. De certo entrou aqui achando que era RPG e ficou puto quando viu que não era.



2. As sílfides tem a mesma aparência que os silfos? As asas são iguais ou são as mesmas que as das fadas?


Não. Os silfos são translúcidos da cintura para baixo, possuem asas que podem ser semelhantes as de um morcego ou de um anjo, seus olhos são puxados e podem ser negros ou vermelhos. As sílfides lembram um pouco as fadas, mas sua aparência é mais delicada, mais angelical, suas asas são translúcidas e semelhantes as de uma libélula.


3. Como invocar os elfos e fazer com que eles fiquem, caso eu queira?


Aqui no blog, em alguns posts eu ensino como fazer isso, como invocá-los, mas vamos lá... Você pode usar visualização, meditação e oferendas (como velas, cristais e doces e moedas douradas). Para mantê-los por perto, basta ser agradável e lhes dar oferendas com frequência (quando eu tinha uma elfa guardiã, eu sempre acendia incensos para ela). O que você NÃO pode fazer é maltratar eles, zombar deles ou lhes dar roupas se não eles se ofendem e se na melhor das hipóteses vão embora, na pior, tornam sua vida um inferno. Fica a dica.


4. Eu não sei como visualizar, me dá uma dica?


Bem, eu entendo. Tive de fechar meu terceiro olho e agora minha visualização anda fraquíssima e isso me incomoda muito na hora de escrever histórias porque eu gosto de visualizar as cenas em detalhes para descrevê-las. Você pode escolher um objeto (uma boneca, um cristal, ou até uma caneta) e encarar o objeto por um tempo, depois, fechar os olhos e tentar imaginá-lo em seus mínimos detalhes. Depois, você passa para objetos mais detalhados e vai fazendo isso todo dia até conseguir visualizar sem precisar encarar o objeto. Uma dica é tentar se lembrar do rosto de algum personagem de filme ou anime. Foi assim que eu treinei minha visualização.



5. Elfos podem ser gays ou bissexuais?


Sim, mas pela MINHA experiência com eles, eles são muito tradicionais e não é que odeiem os gays, mas eles são educados da seguinte forma, crescer, encontrar um parceiro, se casar e ter filhos. Ponto. Quem foge a regra é visto como o fora da caixinha mas há gays entre eles, no entanto, eles são mais aceitos entre as fadas, os djinns e outras classes de elementais. Lembrando que eles não são homofóbicos! Eles respeitam, principalmente as escolhas humanas.


6. Ninfas podem mudar a aparência para se parecerem com homens?


Sim, podem, elas só não podem mudar de sexo, de forma pode.



7. Ninfas também podem nos presentear, nos fazendo encontrar coisas?


Sim, todos os elementais podem.


8. Existem dragões no Reino Elemental?


Sim, inclusive, existe um reino só de dragões e deuses dragões. Em uma viagem astral, eu vi um dragão das estrelas que era azul e muito lindo e sorriu para mim. Em outra viagem astral, tinha um dragão se não me engano, marrom atacando uma vila de elfos e ele se parecia com os dos filmes, embora fosse um pouco mais ameaçador.


9. Como dragões podem se relacionar com humanos?


Simples, eles assumem a forma humana, desse jeito, eles podem andar entre os humanos sem serem descobertos e até se casarem com uma mortal e terem filhos com elas, que seriam meio dragões meio humanos.


10. Os deuses podem transformar um humano em elemental? Quais deuses podem fazer isso?


Sim, eles podem. Há muito disso na Mitologia Grega. Um deus, inclusive poderia transformar um mortal em um outro deus dependendo do seu poder.

Eu acredito que o Poseidon possa transformar um humano em um elemental da água. Freyr em um elfo e Zeus em uma ninfa ou até um animal (depende do humor dele), Atenas também tem esse poder de transformar humano em uma criatura não humana, e acredito que Odin também. Aine pode transformar em fadas e fados. No entanto uma fada pode transformar um humano em fada, se trocar seu fado ou de lugar com ele, mas geralmente essa troca nunca é boa e para voltar a ser humano, você tem de passar a "maldição" para outra pessoa, ou seja, enganar outro humano e trocar de lugar com ele.


11. Como são as nereidas?


Elas são semelhantes as sereias, mas podem possuir uma estatura um pouco menor. Suas caudas podem variar de tamanho e cor. Seus cabelos até onde eu pesquisei são castanho escuros, mas nunca se sabe... Podem haver nereidas loiras ou até negras, elas se reproduziram afinal, mas as da mitologia mesmo provavelmente eram representadas como o ideal da mulher grega antiga.


12. Como contatar os anjos e os silfos?


Eu acredito que postei um ou outro feitiço para contatar os silfos, é só pesquisarem aqui no blog. Há poucas informações sobre silfos por isso tem tão poucos posts, sinto muito. Quanto aos anjos, eu vou aproveitar que eles estão de bem comigo e vou trazer alguns posts sobre eles, aguardem, mas eu acho que vou postar aqui em A Dança Das Fadas mesmo.


Consegui contornar o bug e responder diretamente, mas ainda assim trouxe essas dúvidas porque as achei interessante. Só falta responder um email e mais três comentários em Refúgio élfico e eeu finalmente terei vencido. Desejem força para mim, obrigada.

Respondendo dúvidas

 


Boa tarde, elfos, gnomos e duendes que me acompanham nesse blog. Estou tendo alguns probleminhas na hora de responder os comentários porque tem muitos e está dando bug na hora de aprovar, eu aprovo, mas quando entro no comentário, mesmo atualizando a página o comentário some. Não sei se a pessoa apagou, mas acho que nem tem como... Enfim, se vocês tiverem dúvidas, deixem nos comentários DESSE post que eu vou ir aprovando e respondendo. Vou selecionar os outros comentários e responder nos próximos dias em posts para ninguém ficar sem resposta. Relatos enviem para o email adancadasfadas.blogspot.com que eu os postarei assim que tiver um tempinho. Eu tenho escrito tanto que ainda nem consegui terminar de ver Sandman, sem contar as outras séries e animes na lista, e fora os posts que estou devendo a vocês. É isso. Se tiverem dúvidas, deixem aqui nos comentários, mas se não tiverem, tudo bem. Podem deixar dicas de postagens. Não precisa ser relacionada a elementais.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Como se esconder dos Elementais

 


⚠️ Conteúdo sensível: Este post contém temas como magia intensa, elementos sombrios e referências simbólicas à morte ou transformação espiritual.


Por sugestão de um leitor, hoje, trazemos a vocês, esse post. Espero que gostem!

Elementais podem ser extremamente curiosos e invasivos a ponto de não respeitarem a nossa privacidade. Às vezes, só dar uma bronca não é o suficiente porque eles podem ficar invisíveis como os servidores astrais e nos verem da mesma forma, mesmo sabendo que isso nos deixa constrangidos. Já, quando se trata da privacidade deles, eles são severos na hora de punirem quem os observa.

 Ninfas podem fazer com que as feras da floresta ataquem seu observador ou até afogá-lo, fadas podem cegá-lo (nem sempre, temporariamente) ou condenarem o infeliz com má sorte e azar. O pior é que nem sempre quem as observa faz de propósito. Ás vezes, a pessoa vê as fadas por um descuido delas, mas elas não querem nem saber. Por isso, tentar ver as fadas sem que elas queiram ser vistas não é uma boa ideia. Meu conselho se ver uma, é virar o rosto e fingir que não viu. Se a intenção dela for a de se mostrar, ela chamará a sua atenção, caso contrário, desaparecerá e não voltará a ser vista tão cedo.

Não é fácil se esconder dos elementais já que eles podem ser encontrados até nas cidades grandes, mas você pode carregar consigo uma cruz como pingente ou alguma peça de ferro ou uma agulha. Dizem que fazer sinal da cruz quando se vê uma fada, ajuda, mas também, pode ofendê-la. Então, só faça o sinal da cruz se ela te amaldiçoar, caso contrário, evite.

Moedas, peças de metal e douradas devem ser ignoradas caso você as encontre, assim como brinquedos, pois, fadas malévolas podem estar aprisionadas nelas como no conto folclórico onde um homem que encontrou um saco de prata a beira da estrada que continha uma fada da cozinha. O homem levou o saco até o rio porque a fada não poderia cruzá-lo. 

A fada pulou em seu chapéu, então, ele jogou o chapéu na água e foi embora com a prata. Ele ficou rico. Enquanto isso, o chapéu foi encontrado por um passante e colocado para secar em um galho de árvore. A árvore secou. 

Muito tempo depois, o homem rico foi se sentar perto daquela mesma árvore, e, quando lhe perguntaram por que a árvore estava tão seca, ele contou a história da Fada da cozinha, do chapéu e da prata, dando risada. Por infelicidade, o espírito ainda estava lá, invisível, e ouviu a história. Furiosa, a fada pulou no homem e comeu sua alma. O homem definhou e morreu.

Fadas e elfos também podem nos espionar através de espelhos, por isso, é importante manter os espelhos "fechados" através de encantamentos. Uma dica é cobrir os espelhos de seu quarto quando não os estiver usando, no entanto, acredita-se que elas ainda poderiam ouvir tudo o que fosse dito no cômodo, portanto, é melhor, proteger seus espelhos. 

Elementais não podem atravessar uma porta ou janela se houver uma ferradura pendurada nela. Também não podem invadir os sonhos de uma pessoa se houver uma tesoura aberta embaixo da cama.

 Cascas de cebola espantaria os djinns, e alho espantaria vampiros astrais, mas o melhor remédio para espantar espíritos obsessores é o banho de anil ou da água de ferro. Fechar o corpo, também afastaria elementais sombrios, assim como usar um amuleto de proteção.

Como Elementais sentem nossas energia, você pode criar um escudo protetor em forma de uma capa com capuz para ocultar sua presença. Eu utilizei um escudo desse e consegui ficar invisível para um duende no plano astral.


Como criar o escudo


Sente-se confortavelmente e feche os olhos. Respire profundamente até relaxar. Visualize uma luz da cor de sua preferência se formando em suas mãos, que devem estar diante de seu rosto em forma de concha. Sinta a energia mudando e se transformando em uma capa com capuz, do seu agrado. 

Essa capa é mágica e pode alterar a forma, virando um casaco ou até um colete ou uma camisa, conforme a necessidade, ela até pode ser invisível. Se visualize a colocando e tenha consciência de que ela estará em você até que você a tire, e que ela não pode ser dada, bem emprestada ou roubada, ela é parte de você, como uma segunda pele. Ela não será visível aos outros, a menos que você deseje, e quando você quiser ficar invisível para qualquer espírito, visualize-se colocando o capuz. 

Pronto, sua aura ficará invisível e a menos que você converse ou faça barulho, nenhum elemental poderá te ver. Se quiser ser visto novamente, terá de abaixar o capuz. Mesmo que você não veja a capa, é só visualizá-la e abaixá-la, movendo as mãos.

É importante realizar essa visualização toda semana para dar mais força a sua capa e torná-la mais eficaz. ©



domingo, 26 de abril de 2020

Como é o casamento entre Elementais e humanos



⚠️ Conteúdo sensível: Este post contém temas como magia intensa, elementos sombrios e referências simbólicas à morte ou transformação espiritual.

Boa tarde! Esse post é especialmente para quem sente curiosidade em saber com é o casamento entre Elementais, quer seja da mesma classe (elfo com elfa) ou classes diferentes (elfo com humana, etc). Já está aqui nos arquivos de postagens há um bom tempo e como ainda não foi marcado como publicado, peço desculpas se já estiver postado em outro blog como A Dança Das Fadas. Enfim, vamos ao texto porque ele promete!

Elementais são fisicamente semelhantes aos humanos, mas diferem dos mesmos, em sua forma de agir e pensar, podendo muitas vezes, nos surpreender com algumas atitudes.
      Por se apaixonarem ou se encantarem facilmente por alguém, não é de se estranhar que eles se casem, quase imediatamente. Eles até podem enrolar no namoro, mas não é comum, embora a união oficializada seja motivo de festa e alegria, nem sempre é assim. O pretendente, nem sempre tem o costume de pedir oficialmente a mão da mulher, a qual deseja tornar sua esposa, simplesmente acertando tudo com os familiares ou tutores da escolhida. Se os responsáveis gostarem do pretendente, combinam um almoço ou jantar onde as duas famílias se conhecem melhor e, se ao final dessa reunião tudo correr bem, ou seja, a família do noivo causarem uma boa impressão à família da noiva, o casamento tem a data marcada, caso contrário, o compromisso é desfeito. Mas o que poderia influenciar de forma positiva ou negativa na decisão dos pais ou da noiva? 

            No caso dos elfos há dois fatores importantes: Beleza e posses. Então, ou você é bonito ou é rico, ou os dois, caso contrário, as chances de ouvir uma negativa são grandes. 

              Ter uma boa saúde também pode contar pontos a seu favor porque as "fadas" desprezam pessoas, cuja saúde seja frágil, pois, muitas delas sofrem com isso, portanto, desejam unir-se a seres saudáveis - e isso, muitas vezes, é visto em lendas folclóricas de fadas -, na esperança de gerarem híbridos com uma saúde fortalecida. 

Como exemplos de lendas desse tipo, posso citar uma de uma camponesa irlandesa que se dizia assediada por duendes; segundo a mesma, eles espantavam todos os seus pretendentes e causavam o verdadeiro inferno em sua vida, atirando objetos nos visitantes, os beliscando ou empurrando, entre outras coisas desagradáveis. Suspeitando que um dos duendes pretendia gerar um híbrido com ela, a camponesa fez o impensável, tornando a si mesma infértil... A história não deixa claro como ela realmente fez isso, se foi através de algum chá que causaria infertilidade ou outro método mais agressivo, mas suspeito que tenha sido provocado por alguma erva, dada a toxicidade de algumas ervas antigamente. Os duendes, ao se darem conta do que ela fez, se afastaram e nunca mais voltaram, e a mulher pode enfim se casar e viver em paz até o fim de seus dias.

               Esse exemplo acima ilustra bem como pessoas com qualquer problema podem não ser mais tão atrativas para os seres elementais. Também, pelo mesmo motivo, eles costumam trocar suas crianças frágeis e doentes por crianças humanas e saudáveis.

            São raros, mas existem relatos de Viajantes Astrais que conheceram o refúgio dos exilados, são eles os cegos e inválidos que envergonham as fadas. São seres lindos e luminosos, mas que por não terem uma asa ou uma perna são afastados de sua comunidade, vivendo em um vilarejo próprio. Eles vivem bem, no geral, em casas grandes e confortáveis, mas estão limitados ao seu refúgio, produzindo tudo o que precisam.
           Costumamos imaginar as fadas como seres benevolentes e empáticas, mas elas não são... Não, de todo, e elas nunca procuram os humanos à toa. A seguir, dois relatos que mostram como as fadas podem querer se apossar de algo que lhes esteja faltando. 

Relato 1:


Eu conseguir ir até o reino das fadas através de uma Viagem Astral e lembro que lá não era muito diferente desse mundo, as casas eram semelhantes, embora, mais elegantes. Eu estava caminhando por uma praça e vi uma garotinha loira muito fofa que estava parada com um sorvete de casquinha na mão. Próximo a ela, estavam outras duas garotinhas brincando. 

A garotinha loira deu alguns passos e tropeçou derrubando seu sorvete. As outras garotinhas, em vez de ajudarem-na, zombaram dela.

 A loira ficou com o rosto vermelho e quando tentou se afastar, andou de forma estranha e esbarrou em uma árvore. Só então, eu percebi que ela era cega. Fui até onde ela estava e as outras garotas fugiram. Tentei consolar a loirinha, mas ela chorava com ódio e disse que era sempre assim, que sempre a desrespeitavam por ela ser cega, mas que um dia, aquilo mudaria. 

Então, ela me estendeu a mão e me pediu para acompanhá-la até sua casa. Fiquei com pena dela e aceitei. Houve um clarão e de repente, e quando dei por mim, estava presa a uma cadeira em uma sala de paredes brancas. Ao meu lado tinha uma mesa comprida, cheia de materiais cirúrgicos. Não reconheci todos, só os que eu já havia visto em filmes e séries, os outros pareciam estranhos, primitivos. Tinham dois homens que estavam vestidos como médicos e entre eles, a garotinha. Perguntei o que estava acontecendo e ela disse que agora tomaria a luz de meus olhos. Isso foi estranho porque no mesmo instante em que eu estava nessa sala, estava diante da garotinha ainda na praça, então, acredito que, talvez, ela tenha me prendido em alguma ilusão para me amedrontar. Faz sentido quando penso nisso agora.

        Senti meus olhos escurecerem enquanto os belos olhos azuis da fada começavam a enxergar a luz pela primeira vez. Ela começava a se maravilhar enquanto sua aura enegrecia porque ela falava em se vingar das outras fadinhas que zombavam dela. 

As fadinhas observavam a tudo, escondidas atrás de um arbusto e pareciam nervosas. Uma delas atirou uma pedra na cabeça da loira e isso me libertou de seu encanto, me ajudando tanto a escapar da cadeira na sala quanto me ajudando a me mover quando diante da fada, eu corri e enquanto me afastava, a vi chorando e lamentando enquanto voltava a ficar cega, e as outras corriam em volta dela, rindo e zombando. Confesso que senti pena quando a vi chorando, era apenas uma criança e era a criança mais linda que já vi, mas por trás daquele doce anjo, havia um demônio, eu não podia ficar. Despertei a seguir.


Relato 2


Estava acostumada a ir para o mundo das fadas quando dormia e isso era automático, tão logo eu fechava os olhos e já estava naquele encantador, porém, perigoso mundo. As fadas sempre foram elegantes, mas muito rígidas comigo. Diziam-me que eu podia aprender a tocar algum instrumento porque elas aprendiam a tocar um ainda crianças, que eu precisava emagrecer porque ter um corpo perfeito era importante, entre outras coisas. Sempre sofri com baixa auto estima, então, aquelas palavras me machucavam. Percebi que elas me vigiavam em minha casa porque começavam a descrever certas peças do meu guarda-roupas e sempre em tom depreciativo. Isso me irritou muito, mas o pior ainda estava por vir...

        Certa vez, eu estava reunida com uma família de fadas e essa família teve sua casa invadida por uns homens vestidos de preto e armados com punhais. Eles foram bem agressivos e me levaram como refém. Fui presa a uma maca em um quarto sujo e mal iluminado e o homem disse que ficaria com os meus olhos, com a luz deles e enfiou o punhal no meu olho esquerdo. Senti uma dor que nunca imaginei que sentiria e gritei, tentando me libertar. Felizmente, um fae daquela família veio em meu socorro e brigou com aquele homem, conseguindo me libertar. Eu fugi, com a mão em meu olho que sangrava e doía muito. Vaguei por ruas estranhas e velhas, com a sensação de estar em um lugar abandonado, e despertei, felizmente, bem.


Encontros com Elementais Sombrios sempre são traumatizantes e deixam muita gente com medo de dormir com as luzes apagadas. Mas, e estes seres se casam também? 

Sim, e são extremamente possessivos com seus parceiros. São os piores cônjuges que podem haver e eles não vão se importar com sua saúde debilitada, sua esterilidade ou mesmo sua aparência. Enquanto você tiver energia e eles puderem extraí-la de você, eles permanecerão ao seu lado como íncubos/súcubos e se puderem obscurecer sua alma para que você se torne perverso como eles, farão sem pensar duas vezes. Mas não se engane, eles são terríveis, mas por trás deles sempre há outro ser ainda mais terrível e obscuro que os força a agirem assim e eles forçarão você e no futuro - caso se renda a eles -, será você forçando outra pessoa a agir de forma similar. É assim que o mal sobrevive. 

         E os duendes que deixaram a mulher depois de descobrirem que ela não podia mais ter filhos? Bem, o que posso dizer sobre isso é que eles não estavam interessados na energia dela e nem em sexo, eles só queriam se procriar com uma humana e ela parecia perfeita até não ser mais. 

Elementais tem propósitos bem definidos e é preciso ter consciência disso. Sabendo o que eles querem, você poderá encontrar uma forma de dar ou não isso a eles. Só saiba que eles são incansáveis e quando cismam com uma pessoa em particular, não importa se ela é outro elemental ou um humano, se o ama ou se o despreza, eles metem na cabeça que a terão e farão o possível para terem-na nem que a matem e fiquem com seus pedaços. 

Tem outro relato que já esteve postado aqui no blog, mas foi retirado onde uma viajante astral que tinha contato com fadas, relatou que ajudou uma fada a procurar pela prima desaparecida e elas encontraram sua caveira no fundo de um lago, e a prima usou seu poder para sentir a energia de sua parente e, dessa forma, ver através dos olhos dela o que aconteceu. Foi assim que ela descobriu que um fae era obcecado por ela e a assassinou quando ela terminou com ele, e arrancou a pele dela e a usou como parte da decoração em objetos, e os seus olhos que ele tanto gostava, colocou diante dele em um encaixe doentio de uma foto dela. 

Isso parece assustador demais para ter acontecido no encantado mundo das fadas, mas não devemos nos esquecer da origem dos contos de fadas e das lendas folclóricas, antes dos Grimm e da Disney começarem a enfeitar as fadas, elas eram seres sombrios, não muito diferente de nós, apenas possuindo mais conhecimento e poder mágico e vivendo em outra dimensão. 

Se engana quem pensa que as fada são seres atrasados, elas estão à nossa frente em conhecimento e tecnologia. Só não conseguiram ainda tomar essa mundo. Nem todas se importam com esse mundo na realidade, mas o djinns se importam e eles, incansáveis como são, não vão parar até conseguirem tomar o que acham que é deles.

Casamento com os Djinns 


   Os djinns - como mencionado em outros posts - estão correndo sério risco de extinção porque uma djinn fêmea só procria uma única vez na vida. Eles querem crescer em número, por isso, estão se unindo às humanas porque elas podem lhes dar mais filhos e os híbridos dessas uniões sempre são fortes e furiosos, verdadeiros psicopatas, então, são perfeitos para integrarem seu exército contra os próprios humanos. 

Não sabemos quando ou como a tal guerra djinn vai acontecer, ou se vai acontecer, mas acredito que eles já tem um plano muito bem estruturado. Eu falei tudo isso não para te assustar, mas para você saber que se interagir com um djinn, ele não é seu amigo. Ele pode ser bom para você, mas nunca vai confiar em você e se tiver de escolher entre você e ele mesmo, sempre escolherá ele. 

Nós humanos gostamos de romantizar tudo, acreditar que o amor sempre triunfa sobre o mal e que o amor muda os homens... Não muda! Elementais já nascem com um propósito e uma energia bem definida, são mais ou menos como os Servidores Astrais da Magia do Caos, eles já tem uma energia bem definida, mas enquanto Servidores podem ser reprogramados e até atingirem consciência de seus atos e escolherem mudar de atitude, os elementais raramente mudam. 
              Elementais são muito fechados em suas próprias comunidades e dificilmente interagem com outros elementais.

        Djiinniyeh (Djinns fêmeas) também podem se casar com humanos e até viverem com eles nessa dimensão em forma humana, mas essa relação é cheia de condições que devem ser respeitadas como não entrar no quarto da conjugue sem bater antes (correndo o risco de vê-la em uma forma real assustadora e traumatizante). Dizem que os filhos que a djinn tiver com o humano serão invisíveis para os humanos, ou seja, eles serão mais parte espírito que humano e, por isso, viverão na dimensão dos djinns. O oposto acontece com filhos de pais djinns e mães humanos, podendo esses serem criados na dimensão física e se misturarem aos humanos.
          As Djiinniyeh são muito zelosas com seus filhos e sempre atacam primeiro e perguntam depois se sentirem que seus filhos estão em perigo, também são extremamente possessivas em relação aos seus parceiros. Por esse motivo, dizem que quem tem uma delas como guardiã, está muito bem protegido contra qualquer mal físico ou astral, mas se tiver o azar de conquistar o coração dessa guardiã, não terá mais sorte no amor porque ela afastará todos os seus pretendentes por ciúme.


O casamento entre os elfos


O casamento é muito celebrado entre os elfos e certamente é motivo de orgulho e alegria. Elfos se casam principalmente para aumentarem a família, fortalecerem o clã e não ficarem sozinhos. Nem sempre se casam apaixonados, mas certamente, se casam, sentindo no mínimo, atração física. Elfos gostam muito de pessoas bonitas, mas ao contrário das fadas, não julgam apenas pela aparência, levando em conta também, a personalidade da pessoa.

          Pelo que vi nos poucos contos folclóricos, eles podem se casar com humanos e até levá-los para seu mundo mágico e lhes dar algum dom artístico, curar alguma enfermidade (se estiver ao alcance deles) ou deformidade - há um conto em que um grupo de fadas retira a corcunda de um homem - e lhes dar roupas e até riquezas, só depende dos elfos que você se relaciona. Eles são divididos em classes como nós, humanos, os ricos, os muito ricos, os pobres, os muito pobres, e o que estiver no meio. Porém, saiba que quanto maior a classe do elemental, mais exigente ele será, então, se você já se considera fisicamente perfeita (o), aprenda a dançar ou tocar algum instrumento aí, porque, se não, segundo os padrões deles, você não é tão perfeita (o) assim.

      Mas se você não quer um elfo nobre e só quer um elfo comum mesmo, bem... Seu carisma basta. Levando em conta que todos os elfos, sem exceção, são bonitos. A perfeição faz parte do DNA deles, por isso que os contos relatam as trocas de bebês deformados, porque eles não aceitam imperfeições em seu mundo perfeito. É triste, mas é assim que é.
       Casamentos entre elfos é muito baseado na confiança e na atração física. Sexo não falta.


O casamento entre as fadas


As fadas preferem se unir à pessoas jovens e belas, e se possível, talentosas e com uma saúde boa. Elas são exigentes, é verdade. Reis ou Rainhas das fadas podem raptar mortais belas e talentosas para fazerem parte de seus haréns. Há algumas lendas que contam que eles adoravam raptar jovens noivas na véspera ou no dia de seu casamento. Por essa razão, quem estava noiva evitava usar cores que agradassem os elfos e as fadas como verde ou vermelho, por exemplo. Grávidas também corriam risco, já que os seres elementais sempre adoraram crianças. Imagine a esperteza do serzinho, já arranjar uma esposa grávida... Isso é que é preguiça de fazer as coisas direito.

       Quando as fadas ou os faes não podiam roubar uma esposa ou uma grávida, roubavam bebês ou crianças para serem seus filhos.

      Fadas podem se unir a elfos? Podem, mas não é comum. Embora os elfos as admirem tanto quanto os humanos as admiram, elas não gostam tanto assim deles. Então, esqueça aqueles filmes e jogos onde elfos e fadas vivem em completa harmonia e até se apaixonam porque as fadas se sentem superiores a todas as classes de elementais e outros espíritos mágicos, e também se sentem superiores aos humanos. Não é raro relatos onde houve interação entre humanos e fadas, e as mesmas disseram com todas as letras que são superiores. Elas exigem ser tratadas como a realeza ou no mínimo com admiração e respeito. Menos que isso, pode ofendê-las.

        Fadas podem se casar com humanos e não é raro, mas para evitarem terem seus segredos revelados, elas levam seus conjugues humanos para o reino feérico, de onde eles nunca mais podem sair, nem depois de mortos (o reino das fadas é famoso por abrigar as almas dos mortos).

         As Gwragedd Annwn ("Esposas do Outro Mundo", em galês) são entidades amáveis que escolhem homens mortais como seus maridos.
     Uma lenda diz que vivem em uma cidade afundada em algum dos muitos lagos de Gales. As pessoas dizem ver torres debaixo d'água e ouvir o repicar de sinos.

      Em outros tempos, dizia-se que em todas as manhãs do dia do Ano Novo, podia ver-se um portal aberta em uma rocha próxima a um lago de Gales. Aqueles que ousasse atravessá-lo chegavam a um belo jardim situado em uma ilha no meio de um lago. Nesse jardim havia frutas saborosas, belas flores, e a música mais adorável, além de muitas outras maravilhas. Aqueles que fossem suficientemente corajosos para entrar eram recebidos pelas Gwragedd Annwn, que lhes ensinavam segredos assombrosos e os convidavam a ficar o quanto quisessem, com a condição de jamais levar qualquer coisa de seu jardim.

       Um visitante guardou em seu bolso uma flor que haviam lhe oferecido, pensando que lhe daria sorte. Porém, no momento em que deixou a ilha, a flor desapareceu e ele caiu inconsciente no chão. Desse dia em diante, o portal foi trancado e ninguém mais o atravessou.

      Outra lenda fala da dama do Llyn y Fan Fach ("Lago do Pequeno Pico"), uma lagoa próxima das Montanhas Negras. Segundo a versão contada por John Rhys em Celtic Folk-Lore, o caso teria se passado no século XII, em uma fazenda em Blaensawde, perto de Mydfai. Uma viúva mandava o único filho a milhas de distância vale acima para pastorear suas vacas as margens de Llyn y Fan Fach. Um dia, viu uma encantadora criatura remar de um lado para outro em um barquinho dourado sobre a superfície do lago. Apaixonou-se por ela e ofereceu-lhe o pão que trouxera como almoço. Ela olhou bondosamente para ele, mas respondeu que o pão estava muito duro e submergiu no lago.

       O jovem voltou para casa e contou para a mãe o ocorrido. A mãe simpatizou com ela e no dia seguinte deu ao filho, para levar consigo, uma massa não cozida para oferecer à fada, mas ela não a aceitou, dizendo que estava muito branca, e desapareceu de novo.

      Ao terceiro dia, a mãe entregou ao filho um pão ligeiramente tostado, que foi muito bem aceito, pois do lago surgiu um ancião de porte nobre e majestoso ladeado por suas duas lindas filhas, gêmeas idênticas. O ancião falou ao rapaz que se separaria de bom grado da filha, a qual ele havia se apaixonado, se fosse capaz de indicá-la.

     As damas feéricas eram parecidas como duas gotas d'água, e o jovem fazendeiro desistiria, desesperado, se uma delas não movesse ligeiramente o pé, com o que ele pôde reconhecer o cordão de sua sandália e escolhê-la, corretamente.

       O pai pediu como dote à filha tantas vacas quanto ela pudesse contar de uma só vez, e ela contou depressa. Porém advertiu a seu futuro marido que devia tratá-la bem e que a perderia se chegasse a bater nela por três vezes, sem motivo.

       A fada e o rapaz mortal casaram-se, foram muito felizes e tiveram três belos filhos, mas ela tinha estranhos costumes: chorava quando os demais se alegravam, como nos casamentos, e ria e cantava quando os demais estavam tristes, como no funeral de uma criança. Essas peculiaridades foram a causa para que o marido a repreendesse por três vezes com uma palmada, o suficiente para violar a proibição e fazer com que ela o abandonasse.

         Entretanto, ela não levou os três filhos. Visitou-os e lhes ensinou profundos segredos da medicina, com os quais se converteram nos famosos médicos de Mydfai, tradição que perdurou na família até o século XIX.

O casamento entre Kitsunes


Kitsunes podem se casar com humanos e terem filhos com os mesmos, mas, geralmente, elas fazem todo o possível para esconderem sua natureza mágica para não espantarem seus cônjuges. As lendas variam sobre os filhos gerados a partir dessas uniões e divergem entre si; há quem afirme que a criança não terá poder algum, e há quem diga que ela terá ao menos metade do poder da kitsune.


O casamento entre as Sereias


O Fossegrim é um homem jovem e muito bonito, do Folclore Escandinavo, que aparece vestido de forma elegante, em frente a uma cachoeira, tocando violino, e pode atrair tanto homens quanto mulheres para sua doce e mortal canção. Ele pode se casar com uma mortal e viver com ela nessa dimensão, segundo as lendas, mas se ficar muito tempo afastado das águas, se aborrecerá e abandonará sua conjuge, retornando para as águas. Ele, também pode levá-la para seu reino aquático, afogando-a.

       O fossegrim podia barganhar com pescadores, prometendo riquezas em troca das mãos de suas filhas, por isso, que geralmente, pescadores e marinheiros não gostavam de ter uma mulher a bordo, temendo atrair os seres das águas. Há uma lenda que conta que à margem do lago Fagertän, um Fossegrim abordou um pescador, que trazia a bordo sua filha, e prometeu ao mesmo riquezas se em troca, ele lhe entregasse sua filha quando ela completasse dezoito anos. O pescador aceitou e quando a filha completou dezoito anos, ele a mandou ao encontro do fossegrim. Quando o fossegrim veio recebê-la alegremente e a convidou a descer à sua morada aquática, a moça sacou um punhal, disse que ele nunca a teria viva e se matou.

         O finfolk, da Escócia e Irlanda, é um ser semelhante à sereia e ao tritão que conhecemos, mas com mais interesse por humanos. Eles não podem casar-se entre si por serem amaldiçoados, e se quebrarem essa regra, a fêmea é obrigada a deixar a Finfolknheim (Como é conhecido seu reino), assumindo a forma humana e trabalhar para ganhar prata para manter a família. Extremamente territoriais, é possível que eles tenham uma treta com outros elementais da água como as sereias e as ninfas.

      São gananciosos e luxuriosos e nada românticos. Quando se interessam por um humano, simplesmente o raptam e depois que o levam para seu reino, se casam com ele e ponto. Consentimento para quê, né? Eles devem sentir muita revolta por não poderem se casar entre eles e dependerem de outras raças para continuarem a existir.

      Os homens costumam se disfarçar de pescadores para atraírem as mulheres. Então, fiquem espertas... Se estiverem próximas das águas e virem um pescador sem camisa, muito maravilhoso dando sopa e sorrindo para vocês, fujam! Outra opção seria jogar uma moeda de prata ou qualquer outro objeto de prata para longe, porque os Finfolks tem verdadeira obsessão por prata e se tiverem que escolher entre machucar você ou perseguir a prata, perseguirão a prata.

          Eles também podem assumir outras formas para atraírem humanos para a água, como um barco a remo vazio (jamais pulem em um barco a remo vazio ou você poderá estar pulando para a sua própria morte, caso seja um Finfolk disfarçado), plantas, animais marinhos, e peças de roupas ou ouro.

       Merrows são seres das águas irlandeses, semelhantes à sereias, muito lindas e gentis, que utilizam um gorro com penas vermelhas, costumam se apaixonar pelos homens mortais porque os Merrows machos são muito feios e geralmente malévolos. Tanto os machos quanto as fêmeas podem deixar seus reinos e se disfarçarem como gado sem chifres.
        Acredita-se que se os Merrows perderem seus gorros perdem a direção de suas casas.

       Os Selkies são seres das águas escocesas, muito atraentes, que se disfarçam de focas, e quando deixam as águas, escondem suas peles de focas. Os machos são irresistíveis às mulheres e, geralmente se aproximam das mulheres que se sentem tristes ou insatisfeitas, independente de elas serem casadas ou não. Podem se casar com um (a) humano (a), desde que este esconda sua pele de foca, mas se ele encontrar a pele, retorna para as águas sem pensar duas vezes, a menos, é claro, que ele (a) tenha lhe pedido para escondê-la, o que não seria incomum se ele (a) se apaixonasse por você. Segundo as regras dos Selkies, eles só podem se aproximar de um humano de sete em sete anos.
       


Persuadindo um Elemental a se casar com você


Elementais, especialmente os da Água, podem ser persuadidos a se casarem com um humano, bastando apenas que o humano corajoso (e bote coragem nisso) consiga roubar algo valioso para esse elemental, por exemplo, o pente de ouro da Lâmia, o gorro da Merrow, a pele de foca da Selkie, etc. 

O elemental concederá um pedido em troca do objeto, mas se ele não oferecer, saiba que ainda assim, você tem, então, antes de desperdiçar um desejo com um casamento, peça algo menos arriscado para o seu pescoço como um baú de tesouros ou ouro, sei lá. 

O elemental não vai deixar de procurar pelo objeto perdido e quando ele encontrar (e ele sempre encontra), vai abandoná-lo sem pensar duas vezes. Com um pouco de sorte, ele só vai embora mesmo, mas, geralmente, segundo as lendas, ele buscará por retaliação e te amaldiçoará ou te matará. Seres da água nunca deixam nada barato, então, muito cuidado ao lidar com eles porque eles afogam alguém sem o menor remorso, e há casos como o do Vodyanoi, em que o elemental pode raptar o mortal e escravizá-lo em seu reino. O Vodyanoi não afoga o humano e concede a ele, a habilidade de respirar embaixo da água, mas o mantêm cativo. Ele leva tanto homens quanto mulheres.©