quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Aparência dos Elementais



Não me lembro se já fiz algum post semelhante em A Dança Das Fadas (tempo em tempo, eu tenho que checar meus posts lá porque, com os outros blogs, fica difícil lembrar tudo o que postei), mas acredito que não fará mal repostar aqui, caso seja o caso.

Elementais estão em constante evolução como nós, seres humanos, e, por isso, não é estranho que eles sejam vistos de uma forma em uma época para serem vistos de outra numa época posterior. Parece que depende da crença das pessoas, de como elas acreditam que eles sejam, por exemplo, se achar que os elfos são como em O Senhor Dos Anéis, é assim que eles se mostrarão a você, já, se achar que eles são como no Harry Potter, eles aparecerão desse jeito, claro que estamos falando apenas da aparência, pois, a personalidade é outra coisa.
Confira a seguir a aparência dos elementais descrita no folclore, na mídia, e nos relatos de quem afirmou já ter tido contato com estes seres.



Os Elfos





No Folclore: São descritos como seres altos, belos, de pele albina, e com cabelos longos (mesmo os homens) e louros. Não encontrei nenhuma menção a orelhas pontudas. Se vestiriam com trajes brancos, e dependendo do lugar onde fossem avistados, poderiam ser vistos, usando também uma capa verde de capuz.
Na mitologia Nórdica, não havia elfos sombrios, apenas elfos benévolos. Os chamados “elfos” sombrios, na realidade, seriam anões, residentes em Svartalfheim, que, se vissem a luz do sol, imediatamente, se transformariam em estátuas de pedra como os goblins.
Ainda, segundo a Mitologia Nórdica, os elfos benévolos residiriam em Ljossalfheim, e seriam muito queridos pelos deuses nórdicos.
Na Mitologia Celta, elfos não eram vistos como muito diferentes das fadas, podendo ser benévolos ou malévolos, ou, ainda, indiferentes aos humanos e outros seres. Eram, fisicamente, descritos como belos e elegantes como os elfos nórdicos.
Na mídia: A imagem que temos dos elfos, hoje, é graças ao criador de O Senhor Dos Anéis, o Tolkien. Então, os elfos são representados como seres belos, altos, elegantes, e com ar angelical. Podem usar trajes delicados como na Era Medieval, ou, então, exibirem trajes de guerra – se forem elfos guerreiros –. Alguns, podem ter olhos que parecem brilhar como a elfa de A Saga. Nem todos são loiros, alguns, podem ter cabelos negros como a elfa que aparece em O Dragão Do Natal, ou Arwen de O Senhor Dos Anéis.
Em Relatos: Foram vistos com orelhas pontudas e trajando vestes semelhantes às dos filmes; ou, como uma celebridade favorita, amigo de infância, ou, em sua forma real. Quando vistos em sua forma real, nem sempre foram descritos com orelhas pontudas, mas tinham cabelos longos, estes, podendo ser louros ou negros. Também podiam ter cabelos curtos. A maioria, utilizava roupas modernas. As elfas podem ou não usar maquiagem.




As Fadas




No Folclore: Podiam ser pequenas e aladas como as pixies, e nessa forma, nem sempre utilizariam roupas, mas quando utilizassem, seriam simples. As pixies podem alterar sua forma e tamanho (como todos os elementais), mas, geralmente, em sua forma natural, poderiam ser facilmente confundidas com crianças, não apenas por sua aparência angelical, mas por sua altura que seria a mesma de uma criança de seis anos.
As fadas, também podiam ser descritas como altas e possuidoras de uma beleza feérica. Houve, um tempo em que albinos e ruivos naturais eram ditos como fadas por causa de sua beleza incomum. Fadas, podiam se vestir como humanos, mas sempre, com roupas elegantes. Em seu reino feérico, costumavam usar capas com capuzes, vermelhas, cinzas ou verdes. Também podiam usar vestidos brancos e longos, e esconder seus rostos atrás de véus. Não há menções de fadas em tamanho adulto com asas, se elas não as possuíam, ou se as escondiam com algum encanto, permanece um mistério.
No entanto, nem todas as fadas eram descritas como mulheres fisicamente perfeitas, e podiam possuir variadas formas e tamanhos, podendo ser baixinhas, gordinhas, e mesmo, feias – não necessariamente nessa ordem -.
Na mídia: A imagem que temos das fadas, atualmente é como a Cristal de Uma Fada Em Nossas Vidas, loura, olhos azuis, alada, bondosa, e um pouco excêntrica. Temos também as fadas de O Clube Das Winx, as de Barbie, e as de Tinker Bell. Gosto de como as fadas são representadas em Tinker Bell porque não são todas iguais, possuem aparências diferentes, e também personalidades diferentes. Já em Winx, elas são estilosas e não se vestem muito diferente dos humanos; então, observando isso, os filmes não são tão bobos assim.
Em relatos: Como nem toda pessoa está familiarizada com Folclore das fadas, não foi difícil confundir uma aparição das mesmas com um fantasma. Muitas fadas, ainda se vestem a caráter, e imagino que uma albina, vestida de branco, pode ser assustadora se você estiver sozinho em casa.
Encontros com Banshees também foram descritos ao longo dos séculos, e, quando elas não usavam uma capa cinza ou vermelha de capuz, se vestiam toda de branco e escondiam seus rostos atrás de véus, também brancos.



As ninfas




Na Mitologia: Ninfas podiam ser vistas, trajando vestidos delicados e quase transparentes, ao estilo grego antigo. Também podiam ser vistas nuas a nadar nos lagos ou a correr nos prados. Eram descritas como belas e atraentes, com uma beleza angelical.
Na mídia: A imagem que temos das ninfas são as mesmas das pinturas antigas, descritas acima. Semelhantes as humanas, só o que as difere, é a sua beleza feérica, sua delicadeza e seus trajes esvoaçantes. Também, não é incomum, serem retratadas, usando coroas de flores em suas cabeças, ou entre árvores e arbustos, muitas vezes, sendo parte humana, parte planta.
Nos relatos: Geralmente, são vistas da mesma forma que na mitologia e na mídia, mas, algumas vezes, se apresentam, usando vestidos modernos.



Os Gnomos




No Folclore: Gnomos medem aproximadamente de 15 a 30 centímetros mais ou menos. Assim, como as pixies, podem, facilmente, serem confundidos com crianças, à primeira vista. São tradicionais em sua forma de se vestir, utilizando roupas antigas, quase sempre verdes ou marrons. Possuem um capuz pontiagudo. Podem ou não ter barbas, depende da idade. Gnomos crianças são muito fofinhos, possuindo bochechas rosadas, e olhinhos curiosos.
Na mídia: São representados da mesma forma que no folclore, embora, muitas vezes, sejam confundidos com duendes ou anões mágicos.
Nos relatos: Também costumam ser vistos como nas representações folclóricas e da mídia. Podem se fingir de estátuas quando no jardim ou no mato numa forma de tentarem ludibriar os humanos a acreditarem que se tratam apenas de meros enfeites de jardim, mas basta piscar os olhos, e eles desaparecerão num instante.



Os Duendes

 

 


No Folclore: São descritos com a altura aproximada de até 40 centímetros. Quase sempre com a aparência de homens idosos, com barbas longas. Podem se vestir de forma semelhante aos gnomos.
Na mídia: Podem ser representados com a pele verde e, quase sempre fumando um cachimbo. Também podem ser fisicamente semelhantes aos anões de O Hobbit.
Nos Relatos: Foram descritos como no folclore e na mídia.



Os Goblins





No Folclore: São pequenos – podendo medir mais ou menos 30 centímetros no máximo – e feios, com a pele verde, orelhas pontudas e largas, e com os rostos semelhantes aos de sapos.
Na mídia: São retratados como no folclore, mas podem ficar ainda mais feios, dependendo de onde aparecerem. Normalmente são populares em RPGs.
Nos relatos: Nem todos eram feios, mas tinham uma aparência animalesca.



Anões




Na mitologia: São descritos como homens de baixa estatura e com barbas bem cuidadas. Se vestem como os duendes, mas não possuem capuzes. Residentes em Nidavellir, temem a luz solar, assim como os elfos sombrios de Svartalfheim. Podem ser feios ou belos. Comumente associados a Terra.
Na mídia: Eles fora destaque em O Hobbit, por isso, acredito que, até hoje, é a melhor representação deles.
Nos relatos: Os islandeses os descreviam exatamente como na mitologia nórdica.






Asrai

 

No Folclore: Medem cerca de quinze centímetros mais ou menos. São belas e podem possuir uma aparência translúcida, uma vez que seu corpo parece formado a partir da água.
Na Mídia: Asrai só foi retratada em livros esotéricos, e no de fantasia, escrito pela escritora brasileira, Eddie Van Feu, Lua Das Fadas.
Em relatos: Se apresentou da mesma forma que descrita no folclore.



Mavkas




No Folclore: Essas ninfas sombrias, possuem as costas ocas e podres como madeira. Também podem ter a pele enrugada, seios flácidos e olhos totalmente brancos. No entanto, se mostram como belas donzelas para ludibriar os homens e lhes fazer mal.
Na mídia: Aparecem apenas em pinturas e desenhos, ora como uma mulher atraente, ora como uma mulher de aspecto fantasmagórico.



Os silfos

 

 



Na mitologia: São descritos como seres translúcidos e de pele muito branca. Alguns podem ter olhos negros ou vermelhos, e asas de morcegos (silfos das tempestades), muito bonitos fisicamente, podem ser confundidos com anjos. Por alterarem sua forma e tamanho, às vezes, podem se mostrar como pequenos seres alados, ou ainda como orbes coloridas.
Na mídia: São pequenos e alados, com orelhas pontudas, trajando roupas brancas e esvoaçantes.
Em relatos: São descritos como homens jovens, e belos, semelhantes a anjos; foram, ainda, vistos como orbes de luzes coloridas, e como seres translúcidos, envoltos em névoa ou luz feérica.



Kitsunes




No folclore: Podem assumir a forma humana, mostrando-se sempre como uma pessoa jovem e bela, mas, ao que parece, a transformação nunca é completa, e sempre se pode identificar uma kitsune por sua cauda ou orelha.
Na mídia: É representada tanto como uma raposa comum, como uma raposa com duas ou nove caudas. Na forma humana, sempre exibe orelhas de raposa e uma cauda.
Relatos: Sempre eram vistas como mulheres belas e atraentes que abordavam os homens em lugares desertos, às vezes, para lhe fazer mal, outras, para pregar-lhe uma peça.



Os Nixes




No folclore: O Nix é descrito como um homem belo, atraente, e elegante que costuma tocar violino nas cachoeiras. Pode assumir a forma de um peixe, de uma serpente, ou, ainda, de um tesouro para ludibriar humanos e, dessa forma, atraí-los para as águas.
A nixe é retratada como uma bela mulher, com cauda de peixe. Assim como as sereias, seu canto é mortal para os humanos, e a canção do Nix também.
Na mídia: São retratados como no folclore.
Nos relatos: A Nixe deixa as águas e sempre apresenta a barra da saia molhada, já o Nix, a orelha fendida e, claro, seu inseparável, violino.



As Lamiak

 

 


No folclore: São descritas como belas mulheres de pés de pato, garras de aves, ou, cauda de peixe.
Na mídia: Mulheres de cabelos dourados com pés de pato.
Nos relatos: Sempre esconde parte do corpo na água, ou, o melhor, os seus pés, ou como a Nixe, usa uma saia longa, cuja barra se percebe molhada.



Ondinas






No folclore: São mulheres belas e atraentes como as nixes, mas que não possuem caudas como as sereias.
Mídia: São mulheres vestidas com longos e delicados vestidos, comandando ondas ou nadando entre golfinhos.
Nos relatos: Confundidas, muitas vezes, com fantasmas.


Selkies





No folclore: Seres belos que na água seriam focas, e fora da d’água, caso retirassem suas peles, semelhantes a humanos.
Na mídia: Pessoas atraentes vestindo ou retirando uma pele de foca.
Nos relatos: São descritos como no folclore.



As Russalkas



No folclore: Semelhante as Mavkas, possuem a aparência cadavéricas, com olhos brancos sem pupilas. Se apresentam nuas. Para ludibriar os incautos, se mostram como donzelas vestidas em trajes leves, e cantam uma doce canção enquanto trançam seus longos cabelos.
Na mídia: Retratadas como no folclore.
Em relatos: Retratadas como no folclore.



Os Jinnis




No folclore: Sua aparência varia, dependendo de sua classe. Por exemplo, os Marid são azuis com olhos na mesma cor que brilham como chamas. Há djins vermelhos, verdes, amarelos e negros. Quando se apresentam aos humanos, podem assumir a forma humana. Também podem assumir a forma de objetos inanimados.
Na mídia: São retratados como seres que podem ser feitos de névoa da cintura para baixo. Possuem a pele azul, verde, etc, e se vestem como árabes. Quase sempre aparecem saindo de uma lâmpada mágica.
Em relatos: Foram avistados como orbes, névoa, objetos inanimados, sombras, formas indistintas, e vozes. Dificilmente mostram sua verdadeira forma a um humano. Estabelecem contato maior através dos sonhos. ©

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Cù-Sìth

Boa noite, bruxinhos de plantão! Como estão? Saudades? Eu, sempre.
Hoje, trago um post especial falando de uma criatura com um nome que é impossível não zoar, então, não se sinta bobo por achar o nome dele engraçado, mas o que o Cù-Sith possa ter de engraçado no nome para alguns de nós, tem de sombrio em sua personalidade. E, acredite? Você não gostaria de esbarrar com ele por aí, porque, certamente, não ficaria para contar a história.


O Cù-Sìth (Cù = Cão, Sìth = Fada, plural Coin-Sìth), é o cão espectral presente no Folclore celta, e na Mitologia Escocesa.
      A lenda de Cù Sith descreve uma besta enorme que vive nos penhascos rochosos das terras altas escocesas. Do tamanho de um bezerro, Cù Sith tem a pele verde, os dentes como lâminas de barbear, e as patas maiores do que a mão de um homem. As descrições físicas já são aterrorizantes o suficiente, mas seu verdadeiro propósito é muito mais arrepiante: Cu Sith é o coletor de almas para a vida após a morte. Diz-se que se você for morto por Cù Sith, você sofre nesta vida e na próxima.

Cu Sith caça à noite, escondendo-se em bancos de nevoeiro denso enquanto, silenciosamente, persegue suas vítimas. No início de sua caça, porém, deixa escapar três uivos altos. De acordo com as histórias, você tem até o terceiro uivo para procurar ficar em segurança. Se você não fizer isso, ele vai aparecer bem atrás de você, se lançando para matar.

Em outras histórias, Cù Sith é um “dark minion” das fadas que vivem nas terras altas. Elas enviam a besta para sequestrar mães que amamentam e trazê-las para suas casas nas montanhas, onde elas vão trabalhar para o resto de suas vidas cuidando dos bebês de fadas. Melhor que ser devorado por ele, eu acho. :/

Ritual para se conectar com os gnomos


A hora mais propícia para atrair um gnomo é ao entardecer, por isso, quando o sol estiver se pondo, vá a um local onde possa sentir a terra ou o gramado, pode ser seu jardim. Se não puder estar ao ar livre, não tem problema. Apenas fique descalça e respire fundo. Faça a seguinte oração...

Oração aos elementais


Pequeninos guardiães
Seres de luz infinita
De dia me tragam a paz
De noite os dons da magia
Invisíveis guardiães
Protejam os quatro cantos da minha alma
Os quatro cantos da minha casa
Os quatro cantos do meu coração.

 
Feche os olhos e visualize um bosque com muito verde, sinta a brisa, ouça o canto dos pássaros, relaxe. Então visualize os elementais da terra se aproximando, não force sua mente a nada, deixe que sua intenção de atrair um guardião fale por si mesma, a menos que deseje contatar um elemental específico, um que você já conheça... Deixe que ele se aproxime, observe seu semblante. Como ele se mostra você? Triste ou feliz? Surpreso ou zangado? Diga-lhe que ele é bem vindo em sua casa e em seus sonhos se suas intenções forem boas. Se sentir que ele não quer estabelecer contato, ou que, parece sombrio ou zangado, diga algo como: "Agradeço por ter respondido ao meu chamado, mas parta agora, em nome da deusa e do deus, e não retorne mais a este lar". Fale ou pense isso com tom firme, pois só assim, o elemental obedecerá. Lembre-se que você é a magista, e é você quem está sob o controle da situação, então, não tema.
        Se o elemental se mostrar benévolo, diga algo como: "Agradeço por ter respondido ao meu chamado, lhe ofereço minha amizade sincera, então, o convido para se mostrar a mim em meus sonhos, e fisicamente quando estiver preparada para vê-lo, obrigada".
           Ofereça alguma coisa a ele como um doce, uma fruta ou uma moeda, pode ser um vaso em miniatura, uma pá em miniatura, ou um saquinho com sementes. Então, abra os olhos devagar. Se utilizar o círculo mágico durante o ritual, o desfaça. Se acender um incenso ou vela, deixe-a queimar até o final. O uso do círculo, e de velas e incensos, no entanto, é opcional.
          Observe seus sonhos, pois logo, os seres da terra devem se mostrar a você. Não esqueça de vez ou outra deixar um agradinho para eles, em troca, eles sempre lhe recompensarão, trazendo sorte e prosperidade. (c)

Um encontro com os pixies

Eu me chamo White, e hoje, tive um sonho esquisito, e como tenho uma amiga wicca, sei que o que vi foram Elementais. 
          Eu estava em um lugar que não me lembro, agora. Vi um "bichinho" azul ao lado de uma plantinha, e acho que foi aí que tudo começou. Vendo aquele bichinho fofo (ele parecia um teletubbie misturado com smurf), eu sorri, e deixei uma folha ao seu lado, e acho que no momento em que fiz isso, o irritei.
             Quando olhei para o lado esquerdo, vi duas fadas, vestidas de preto, voando uma ao lado da outra, de costas para mim. Eu nunca sonhei com Elementais, antes (pelo que me lembro), no máximo com os espíritos de algumas pessoas queridas, e espíritos ruins, mas sei que é muito difícil ver fadas sem nem ter uma certa conexão, por mais que eu saiba que sou um pouco médium.
           Nesse momento, eu comecei a voar, sério, mas não era voar, VOAR, era mais como se meu corpo perdesse a gravidade, e foi estranho, já que eu sentia meu corpo físico todo tensionando. Nesse momento, foi quando ouvi uma tal de "Sasa" (nome mesmo), e uma voz que começou a falar comigo, dizendo para eu ter cuidado, ou o Fortuno iria atrás de mim. Durante isso, eu senti um líquido na minha nuca, e toquei ela várias vezes, mas não sentia nada no físico.


Relato enviado por: White.
Obs: o relato foi respondido por email pela autora do blog.
Você também pode enviar seu relato para: adancadasfadas@gmail.com

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Visitada por um gnomo



Há exatamente um ano e um mês atrás, aconteceu uma coisa muito esquisita comigo... Eu estava no meu quarto deitada no colchão, e a Safira (minha cachorra) estava solta, deitada no chão também, eu estava conversando com uma pessoa no facebook sobre bruxaria, e a Safira não parava de olhar para o meu guarda-roupas e para a janela (ela ficou nesse ciclo um tempão, olhando para o guarda-roupas e depois para a janela), parecia que ela estava vendo alguma coisa invisível (eu até pensei em fantasmas já que a energia da minha casa é muito pesada) só que eu não conseguia ver nada, então, por isso, não dei muito bola, mas, aí, depois, ela ficou olhando fixamente para a janela, e começou a latir, nessa hora, eu vi um serzinho um pouquinho maior que o meu dedo médio parado na minha janela, eu não conseguia ver o rosto porque ele era muito pequeninho, eu só conseguia ver um montão de pontinhos de luz da cor dourada envolta desse ser (eu não soube distinguir se aquelas luzes eram realmente douradas ou prateadas depois, ficou confuso na minha mente). 
         Eu fiquei alguns segundos olhando pra esse ser. Na hora que ele viu que eu tava olhando para ele, ele deu um impulso (como se fosse um pulo) para voar e caiu um pouquinho longe do chão da minha janela (ele deu um impulso como se fosse pular e voou um pouquinho para cair no lugar que ele desejava, entende? não sei explicar muito bem essa parte, desculpa), ele caiu aonde a minha cachorra estava deitada (ela até levantou e foi para perto de mim nessa hora), aí eu levantei correndo do colchão e fui ver se tinha realmente alguma coisa no chão, mas não havia mais nada, porém, comecei a sentir alguém andando pelo o meu colchão (nessa hora eu já estava deitada, e coberta da cabeça aos pés, literalmente, foi tudo muito rápido), eu dei um grito e disse que tinha um demônio no meu quarto e comecei a pedir a Deus mentalmente para tirar essa "coisa" do meu quarto, não conseguia mais ver esse ser, mas conseguia sentir ele andando de um lado pro outro pelo meu colchão, eu senti que ele levantou a minha coberta um pouco para ver o que tinha debaixo dela (nessa hora eu fiquei realmente desesperada, deu até pra sentir o ventinho quando ele levantou ela), e eu também senti e ouvi ele batendo na parede do meu quarto como se estivesse se jogando nela (acho que ele fez isso para me assustar mais ainda), depois disso ele sumiu... aí ficou o sentimento de "será que eu vi mesmo essa coisa? Eu to ficando maluca? isso é real?".
         Tudo isso quando ocorreu, já era de noite e a minha janela, obviamente, estava aberta (mas ela tem grades), acho que ele foi atraído pelo meu quarto porque, uns dias atrás, antes desse acontecimento, eu estava fortemente querendo ver algum elemental, e eu moro num condomínio que tem muita festa, muita animação, as crianças ficam correndo/brincando de noite pela rua, e a minha vó tem um jardim ENORME de frente pra janela do meu quarto (ele é muito bem cuidado, ela tem muito amor as plantas) será que esse ser mora ali? Eu acho que ofendi esse ser, eu estava nervosa, fiquei com medo, e não soube como agir, ele não me passou medo na hora, mas como sou muito escandalosa abri maior bocão, deveria pedir desculpas, mas não sei como fazer isso corretamente (a minha família toda é evangélica do tipo fanática, eu sou a unica que acredita nessas coisas). Eu gostaria de saber a sua opinião sobre o assunto, você acha que poderia ter sido uma fada? eu já tive acontecimentos estranhos desse tipo comigo antes, mas tudo isso acontecia quando eu era criança, e depois de um tempo tudo isso sumiu da minha vida, eu fiquei muito mal até (porque eu sempre desejei estar em contato com a magia). Hoje, um ano e um mês depois desse acontecimento, eu estou tentando desesperadamente ver alguma coisa que seja mágica, mas não consigo mais, o que eu faço? algumas pessoas dizem que antes, do meu condomínio ser um condomínio, aqui era uma cova, outros dizem que era um clube para cavalos, então, eu não sei ao certo o que era esse local, antes.


*Relato enviado por:  Maria Helena.
 Obs: O relato foi respondido pela autora do blog através do email.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Elementais Vampiros


Vampiros Astrais são seres (desencarnados ou não) que se alimentam de nossa energia vital. Muito se fala em humanos (desencarnados ou não) que assumem essa função, mas eles não são os únicos, podendo os elementais também vampirizarem pessoas.



Como identificar um vampiro


Seja humano ou elemental, morto ou vivo, os vampiros seguem um padrão que ajuda os identificar.

*Melancólicos ou depressivos: Eles estão sempre tristes e chorando. Nada está bom para eles. A vida não faz sentido, a morte não faz sentido… Ninguém os ama… Sempre a mesma ladainha. Lembre-se: ficar triste é normal e acontece, mas aquelas pessoas que estão sempre tristes não são normais. Se você é assim, então, faça algo para mudar. Busque Deus, procure um psicólogo ou dê um jeito de mudar o que não te faz feliz. Ficar inspirando pena nos outros não é o melhor caminho. Nada de dizer que você faz tudo errado ou que é um lixo, mude isso! Só você pode fazer algo por si mesmo!
Vampiros, em geral, gostam de explorar a própria dor, mais que isso… Gostam de fazer os outros sentirem sua dor, pois apenas machucando o outro é que ele encontra algum prazer.
Na maioria das vezes, alguém se torna um vampiro astral através do suicídio. Este tende a ser um processo longo e sofrido, pois ele definha em vida até se matar quando sofre no Umbral, muitas vezes seu espírito permanece preso a seu corpo inerte enquanto ele sente os vermes a devorá-lo, depois, ele é arrastado para o Umbral onde é atormentado e vampirizado por outros seres inferiores que ali se encontram. Nesse processo, pode perder muita energia e se assemelhar ao que eu gosto de chamar de “zumbi”, pois a aparência e o comportamento lembram em muito este ser.
Estas almas que foram drenadas até o limite não podem morrer porque já estão mortas, então, o que acontece é o seguinte… Elas se tornam selvagens e assumem uma aparência primitiva. Almas assim são controladas por seres sombrios que podemos chamar de “demônios”.
No Espiritismo não se acredita em demônios tais como nas demais crenças; o que chamamos de demônio seria, na realidade, apenas uma alma muito sombria, mas que, posteriormente, poderia se arrepender de seus atos e evoluir, tornando-se o que chamamos de anjo ou quase…
A forma mais fácil de uma dessas almas sair desse estado selvagem é se alimentando da energia alheia, dessa forma, nascem os vampiros. Uma vez que se alimentam de energia, não podem parar de uma vez ou retornam aquele estado selvagem onde voltam a sentir dor.
O suicida não consegue escapar da dor ao se matar, ao contrário, ele a amplia, por isso, se matar não é a solução. Para quem quiser ter uma ideia do que aguarda um suicida após a sua morte, eu recomendo que leiam Memórias De Um Suicida da médium Yvonne A. Pereira, O Martírio Dos Suicidas de Almerindo Martins de Castro.

*Viciados em sexo: Isso não se aplica a todos, mas muitos vampiros buscam aliviar sua dor através do sexo, logo se viciam naquele prazer e querem sempre mais e mais, dessa forma, também drenam energia alheia. O inverso também pode acontecer e a libido diminuir de forma que ele fique tão deprimido que não encontre prazer no ato, nesse caso, ele é o típico “vampiro suicida”, ou seja, o citado anteriormente.

*Obsessivos: Essa característica jamais foge deles. Sendo o vampiro um parasita, ele escolhe a dedo sua presa e se agarra a ela, drenando-a até levá-la a loucura e posteriormente a morte. São ciumentos e extremamente possessivos, claro, eles tem de proteger a fonte de alimento deles. Se livrar de um é muito difícil, porque, uma vez que eles conhecem nossas fraquezas, sabem bem como apelar para a parte que nos toca.

*Chantagistas emocionais: Pense em um ser que não tem vergonha de chorar ou se humilhar? Assim são os vampiros. Agindo dessa forma, eles confundem suas presas, fazendo elas pensarem que agiram errado e que eles (os vampiros) as amam. Todos querem ser amados e o vampiro não é exceção, porém, ele não tem boas intenções. Em primeiro lugar, só se importa consigo mesmo. Em segundo, eles não mudam e não aprendem com seus erros.
Quando não cedemos as suas chantagens emocionais, eles podem ser tornar agressivos e mostrar sua verdadeira face, é nessa hora que podem ser cruéis e dizer coisas muito desagradáveis. Se permitir que isso te abale, eles terão vencido.

*Eles sempre voltam: Se livrar de um vampiro é difícil e demanda força de vontade. De nada adianta procurar um exorcista, um pastor ou um médium se você continuar cedendo ao vampiro. Ele é habilidoso e conhece seus pontos fracos, sabe exatamente o que dizer ou fazer para te atrair. Você precisa resistir, encontrando algo para concentrar toda a sua atenção, e tenha em mente que ele é mau e não vale a pena voltar para ele. E esteja preparado, pois quando você está feliz da vida e acredita tê-lo superado, é quando ele reaparece para ferrar com o seu psicológico. Nessas horas você pode recair ou se manter firme e afastá-lo.

*Se agradam com a ideia da morte: Constantemente ameaçam se matar (os que estão vivos) numa forma de manipulação e quase sempre o fazem. Novamente, eu digo, em se tratando de humano, aconselhe-o a buscar ajuda e não dê bola quando ele falar em suicídio, mude de assunto. Dependendo do quão abalado o psicológico dele esteja abalado é melhor não desafiá-lo.
Lembre-se que antes de se tornar vampiro (no caso de humano), esse ser já foi vivo e provavelmente um suicida como é o caso da maioria.
Vampiros (vivos ou não) tendem a induzir suas presas a se matarem é não é porque eles companhia, mas, sim, porque desejam vampirizar a pessoa ao extremo antes de partir para a próxima vítima.


*Moldam pesadelos: Quando dormimos, nos tornamos vulneráveis a ataques de seres espirituais que podem nos arrastar para regiões sombrias onde nos impelem o medo e a dor, alimentando-se de nossa energia desprendida. O mesmo vampiro amável que se seduz e te diz coisas bonitas, te assombra e te persegue no plano astral, e nem sempre você se dá conta disso, podendo perceber tarde demais.



Elementais Vampiros



Os elementais procedem das formas citadas anteriormente e são mais perigosos que os humanos porque, na maioria das vezes, diferente dos humanos, eles não são forçados a essa condição, mas se a autoimpõe a mesma.
A fada Leanan Sidhe é um exemplo de elemental vampiro que inspira sua presa e em troca, drena sua energia e/ou o seu sangue. Mas ela não é a única. Desconfie quando sentir a presença de um elemental e, subitamente, sentir-se fraco, desanimado ou irritado. Ele pode estar sugando sua energia e, para mascarar, pode te cobrir a seguir com um pouco da luz roubada de outra pessoa. É como um investimento, ele te deslumbra com a luz alheia – já que ele não possui luz própria – e depois tira o dobro de você. O inverso também pode acontecer e ele incutir em você sentimentos ruins como raiva, depressão e ansiedade para afetar seu campo áurico.
Para não atrair um elemental desse tipo, evite contatar os elementais quando estiver se sentindo triste, irritado ou desanimado. Espere se sentir alegre ou em paz e, então atrairá algum ser sintonizado na mesma energia. Lembre-se: Nossa energia é como um espelho e atrairá exatamente o que estamos refletindo.©








Sugestão de leitura:


Livros:

*Memórias De Um Suicida da médium Yvonne A. Pereira.
*O Martírio Dos Suicidas de Almerindo Martins de Castro.
*Dramas da obsessão de Yvonne A. Pereira.
*Vampiros Astrais de Marcelo Prizmic.
*Obsessão e seus mistérios de Carlos Bernardo Loureiro.
*A obsessão, Allan Kardec.


Fanfics (todas da autora do blog):



Minha experiência com os elfos



Lembro que a primeira vez que vi O Senhor Dos Anéis fiquei encantada por essa trilogia maravilhosa e desejei atrair os elfos, mas eu era jovem demais, ainda não conhecia a fundo a Wicca e nem tinha certeza se elfos existiam. Elementais para mim se resumiam a Duendes, Sereias e Pixies.
Minha mãe queria que eu desistisse de ir para o convento (pois é, eu já quis ser freira!) e, por isso, comprovava todos os livros de Wicca que ela encontrava, também me incentivava a ver filmes de fantasia onde sereias e fadas eram os personagens principais. Eu não a culpo! Numa família de bruxas, eu era a esquisita que queria ser freira! Eu tentei mesmo converter minha mãe e minha vó, mas no final, foram elas que me converteram. Ainda assim, eu contrariei elas porque escolhi a magia branca ao passo que elas seguem a magia negra.
Minha mãe sempre trabalhou muito e, por isso, eu passava muito tempo sozinha. Meus únicos companheiros sempre foram os filmes, as novelas mexicanas e os livros. Sempre acreditei em espíritos e, desde sempre soube diferenciar anjos e “demônios” de espíritos dos mortos e Elementais. Sempre tive a consciência que sereias e duendes eram perigosos, mas não imaginava que elfos e fadas podiam ser. Na minha adolescência tinha muita informação sobre fadas, mas pouca informação sobre elfos. Basicamente, tudo o que tinha sobre eles era extraído dos livros de Tolkien ou dos jogos de RPG.
Tolkien é um escritor incrível, ninguém pode negar, mas inventou muita coisa sobre os elfos. Eu li em um site (não lembro qual, faz anos…) que ele preferiu “recriar” a sua maneira os elfos porque se desapontou muito com o folclore deles.
Já, os RPGs por sua vez, nem sempre são fonte confiável porque os criadores dos mesmos podem modificar tudo para melhor se adequar a história do jogo, fora que para eles, os elfos já foram estereotipados como seres inteligentes, belos e louros e excelentes arqueiros.
Resta apena como fonte confiável o folclore nórdico; é nos contos e lendas da Alemanha e da Grã-Bretanha, por exemplo, que podemos ter alguma ideia de como, de fato, são os elfos. Então, eles aparecem ora como seres belos e bondosos, e ora como seres sombrios e maliciosos.
Eu sequer tinha essa ideia básica quando os contatei. Aliás, eu nem conhecia um método próprio de contatá-los. Eu improvisei. Comprei um pacote de velas brancas e acendi uma, mentalizando eles, então, disse que acreditava neles e expressei o meu desejo de conhecê-los. Pedi a eles que se manifestassem de alguma forma, mesmo que fosse através de meus sonhos, e alguns dias depois, quando os primeiros solares despontavam no céu, sonhei com eles.



O primeiro sonho


Foi um sonho bem nítido onde eu seguia uma elfa loira (provavelmente Heather) através de um bosque até uma casa semelhante a minha. A elfa me encarou e me disse que levaria a mim ou ao meu irmão (o mais velho dos três). Eu lembro que fiquei com raiva porque achei que meu irmão não merecia ir com os elfos já que ele sequer acreditava neles! Disse então a elfa que eu iria com ela e ela disse que viria me buscar, então eu fiquei com medo e disse que tinha pensado melhor… Pedi a ela pra deixar a minha família e eu em paz e pedi desculpas por qualquer coisa. Ela disse que tinha vindo de muito longe e que tinha de levar alguém. Eu virei o rosto por um instante e vi uma folha de pergaminho colada na geladeira. Na folha estava escrito o seguinte:

Vista-se sempre de branco,
Ande sempre com ferro e metal,
Tenha sempre um covil”.


Me voltei a elfa e ela continuava me encarando fixamente. Acordei em seguida, mas levei algum tempo para me recompor e me convencer que já havia despertado. A sensação foi muito real, foi como se eu estivesse estado lá de fato com o corpo físico e não apenas com o astral.
Contei a minha mãe e ela me aconselhou a não mexer mais com eles, temendo que eles me levassem (minha mãe não liga que eu mexa com o espírito que for, mas se um deles ameaçar me levar, aí a coisa muda de figura!). Eu tentei, tentei mesmo não acender outra vela, mas não resisti. Pedi desculpas a eles e perguntei se não podíamos ser amigos sem que eles me levassem. Passou quase um mês e sonhei mais duas vezes com eles; primeiro com uma elfa vestida de azul que estava deitada em cima de uma tábua que flutuava sobre as águas de um lago cristalino. Depois com a mesma elfa em um balanço no jardim e sua avó. Depois não sonhei mais.



O segundo contato


As chaves de casa passaram a sumir para reaparecer no mesmo lugar onde fora visto pela primeira vez depois de meus irmãos e eu quase desistirmos de procurar pelas mesmas. Isso parou quando ofereci outra vela aos elfos e pedi para que eles parassem porque desconfiei que eram eles.
Objetos como livros, panelas e enfeites caiam sozinhos com frequência quando não estava ventando.
O rádio ligava sozinho, mudava de faixa do CD e ainda aumentava o volume. Lembro que a primeira vez quando isso aconteceu, eu estava sozinha em casa e fiquei muito assustada. Pensei que tinha entrado algum psicopata e ligado para o rádio para que ninguém me ouvisse gritando.
Uma vez, meu irmão caçula e eu estávamos sozinhos em casa quando ouvimos um barulho na cozinha. Fomos até lá e inicialmente achamos que vinha das caixas embaixo da pia, mas logo percebemos com espanto que vinha de cima da pia, um copo de alumínio se movia. Não pensamos em espíritos, achamos que tinha um rato embaixo do copo, mas quando o meu irmão o ergueu, não tinha nada. O colocamos no mesmo lugar, mas ele não se moveu novamente. Minha mãe não acreditou na gente.



O terceiro contato


Os elfos nunca me disseram seus nomes (aliás, é raro que um elemental diga o seu nome, por isso, cabe a quem os contata, dar um nome a eles ou pedir que eles escolham como querem ser chamados, é isso ou esquecer as denominações) por isso, eu mesma fui escolhendo como chamá-los ao longo dos anos.
Outro contratempo que tive com eles – até chegarmos a um acordo e estabelecermos certas normas de convivência – se deve ao fato de os mesmos mudarem frequentemente sua forma física. Era surreal como a cada instante eles alternavam sua própria aparência com a de uma celebridade ou de algum familiar ou amigo meu. Eu tentava reconhecê-los por sua personalidade e por sua energia, mas quando você está começando a sentir a energia, toda energia é igual ou se resume a “boa”, “maliciosa” e “má”. A falta de diálogo entre nós também contribuiu para muitos dissabores.
Para começar, eu estava noiva de Alfie e nem sabia (porque ele nunca me disse) e então o traí com Alex. Alfie ficou muito magoado e me arrastou de vez pra elfland onde tornarmos a vida um do outro um verdadeiro inferno. Acreditem, eu fui até bondosa de não expor tudo em O Legado Da Banshee porque fomos horríveis um com o outro, e tudo por nada, porque, no final… O Alex era só um vampiro astral que queria que eu me matasse pra ele me vampirizar. Hoje, Alex está reduzido a uma sombra que de vez em quando tenta me assombrar como vingança por tê-lo banido para o umbral.
Antes de atrair a Gaion, eu atrai uma djinn Marid, a Bree e tive um breve romance com ela, ela era minha guardiã, mas por uma interpretação errônea de minha parte, eu pensei que ela havia me traído e a mandei embora, então a Gaion veio e se tornou o meu maior consolo, o meu sol, como gosto de dizer.
Como guardiã, Gaion fez de tudo para que desistisse de realizar oficialmente uma Viagem Astral. Eu teimei, achando que ela só estava com ciúmes, e na tentativa de ir até as fadas, novamente fui levada até os elfos. Eu lembro que fui guiada por uma mulher morena por longos corredores, através de muitas portas. Eu tentava decorar o caminho, mas eram muitas portas e muitos corredores, sentia-me como se estivesse em um labirinto. Cheguei a um salão onde encontrei Marina, Alfie, Freddie e Wili. Eles se mostraram muito felizes com a minha presença e, assumindo as formas de minha prima e de meus irmãos, eles me convenceram a brincar de pique-esconde. Eles me encontravam facilmente porque, além de ver através dos móveis, conseguiam atravessá-los como se fossem incorpóreos. Minha guia não me conduziu de volta através dos corredores, mas veio até mim e me disse que eu precisava voltar naquele instante. Então eu acordei e já tinha amanhecido.
Os elfos sempre cronometram o tempo enquanto estive com eles e sempre que eu estava prestes a acordar, eles me avisavam.
Inicialmente, sonhar com eles era raro e eu ansiava pela próxima vez. Continuei acendendo velas e incensos e pensando neles. Os sonhos passaram a ter intervalos mais curtos e logo Marina veio e me disse algo como “você viverá conosco agora, viremos te buscar amanhã”. Dito e certo, desde então eu passei a sonhar com eles todas as noites. Eu tinha uma leve consciência disso e tentava não comer nem beber nada que eles me ofereciam, mas Alfie encheu uma mesa com doces e eu fiquei sozinha. Claro que não resisti e comi um, ele veio sorrindo e disse que eu ficaria ali pra sempre.



O lado sombrio


Se antes eles moldavam sonhos belos e surreais para mim, uma vez que magoei Alfie e posteriormente os outros elfos, eles capricharam nos pesadelos. Deixei de acender velas e incensos para eles e isso fez com que especialmente Alfie e Marina que sempre foram mais próximos a mim enfraquecessem, e porque insistiam em me assombrar nessa dimensão fora dos sonhos, perdiam muita energia, logo, eles passaram a roubar a minha. Lembro que Alfie vivia pálido, mau humorado e com os olhos magoados. Uma noite o confrontei e ele disse que só estava esperando eu dormir porque estava com fome – isso foi durante a viagem astral, eu costumava dormir lá também –.
Alfie me assediava muito tanto quando eu estava acordada como quando eu estava “dormindo”, pra me vingar, eu seduzia ele e depois o humilhava, então ele me atacava com mais pesadelos, e assim seguimos com muitas lágrimas até eu convencê-lo a se mudar e trabalhar. Disse a ele que ele era só um moleque e que eu precisava de um homem de verdade que vivesse sozinho e trabalhasse. Então, quando ele finalmente fez isso, eu consegui atrair um fado (o Kol) sombrio e desde então quando durmo, me projeto para Annwn. Isso já tem um ano, mas sinto falta dos elfos. Eu sei que fui horrível para eles e que eles foram igualmente horríveis para mim, mas ninguém se compara a eles. Aquela alegria, aquela gula, aquela criatividade… O que sobra nos elfos falta nas fadas. Ainda tento voltar para eles, mas está difícil de eles me aceitarem, eles acham que mudei muito (pra melhor, graças a deus) e isso assusta eles. Fora o Kol que se apegou demais a mim e é um fado vampiro e, talvez até coisa pior…
É, eu me livrei dos elfos como tanto queria, mas não estou feliz com isso. Eu sinto muito falta deles. Só queria nunca ter conhecido o Alex porque se não o tivesse conhecido, nunca teria me desentendido com Alfie e nem conhecido o seu pior, estaríamos felizes agora.

domingo, 4 de março de 2018

Goblins






Goblins são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes. Fazem parte do folclore nórdico, nas lendas eles vivem fazendo brincadeiras de mau gosto. Podem ser equiparadas aos trasgos e tardos do folclore português.
O termo goblin origina-se do francês antigo "gobelin", evoluído do latim medieval "gobelinus", que parece estar relacionado a "cobalus", do grego κόβαλος (kóbalos): "enganador" ou "desonesto".
Os goblins são normalmente associados ao mal. Diz-se que são feios e assustadores, fazem feitiçarias, estragam a comida, travam guerras contra os gnomos.
Em algumas mitologias os goblins possuem grande força. Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras, florestas ou cidades.

Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. Dentre seus armamentos se encontra a clava, o machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.

Eles pertencem ao grupo dos goblinóides dividindo-se em goblins, hobgoblins (parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).



Alguns tipos de Goblins:



Knockers (goblins batedores): Estes não são maus, ao contrário da maioria dos goblins. Habitam minas de estanho e cobalto, especialmente na Cornualha e Devon. Gostam de pregar peças, fazendo caretas e dançando de forma exótica, dando sustos nos mineiros, mas também podem avisar através de batidas onde há veios de minerais preciosos. Eles não gostam que assobiem ou falem palavrões e os mineiros que cometem essa descortesia recebem de troco uma chuva de pedras mágicas.

Kobolds - Velhos conhecidos de quem joga RPG, são a versão alemã dos Knockers. Mais travessos e costumam desfazer o trabalho dos mineiros, atrapalhando-os só por diversão. De vez em quando, ajudam, mas não é muito comum.

Wichtlein - Típicos da minas alemãs, habitam as minas e anunciam a morte de um mineiro batendo palmas ligeiramente três vezes. Também prenunciam acidentes, cavando e fazendo barulhos que imitam o trabalho dos mineiros.

Coblynau ou Koblernigh - São os goblins galeses e avisam sobre um rico veio de minério através de batidas com suas picaretas e martelos. Por vezes, apenas brincam, imitando o trabalho dos mineiros. Ao contrário dos goblins que são pequenos, os coblynays tem quase o tamanho de um homem comum, mas com a aparência de anões. Um grupo de 15 ou 16 deles foram vistos na paróquia de Bodfari, Denighshire. Eles estavam dançando freneticamente algum tipo de dança folclórica de forma rebelde e rápida. Estavam vestidos como soldados ingleses com lenços vermelhos com bolinhas amarelas na cabeça.

Bogil - É como chamam os exércitos de goblins de várias formas, alguns em formas de animais. Alguns desses exércitos são maus, mas outros simplesmente bagunceiros e gostam de pregar peças.



Puck - Um Hobgoblin sem modos e muito levado que ficou famoso graças a Shakespeare. Pode mudar de forma e está ligado ao Pooka irlandês e ao Puca galês.


Bogles - Um tipo de goblin de índole má que prefere gastar sua crueldade com assassinos e mentirosos.

Gorro vermelho - Um dos tipos mais cruéis de goblin, habita castelos e torres assombrados. A cor de seu gorro é acentuada por sangue humano.


Trolls






Os Trolls são provenientes do folclore escandinavo. Descritos como gigantes horrendos como os ogros ou também como uma pequena criatura semelhante aos goblins. Vivem nas florestas e montanhas, cavernas ou grutas subterrâneas. Possuem caudas como os animais e comumente são descritos como maldosos ou estúpidos.
Na literatura nórdica aparecem com várias formas e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhe foram atribuídas várias características como a transformação dessas criaturas em pedras quando expostas à luz solas e ainda a perda de poder ao ouvirem o badalar dos sinos das igrejas.
Os penhascos de pedra de Trold-Tindterne (Picos de Troll) no centro da Noruega são ditos serem dois exércitos de trolls que uma vez travaram uma grande batalha até o sol nascer quando então, foram transformados em pedras.
Muitos contos falam de barganhas entre Trolls e humanos. Uma dessas histórias fala de um homem chamado Esbern que era apaixonado por uma moça, cuja pai não deixaria a filha casar-se até Esbern construir uma bela igreja. Um troll concordou em construir a igreja para Esbern com a condição de que se Esbern não descobrisse seu nome até o fim do trabalho, ele tomaria os olhos e a alma de Esbern para si. Por mais que tentasse, Esbern não conseguia descobrir o nome do troll. Ele se desesperou e sua amada orou por ele. Naquele momento, Esbern ouviu a esposa do troll cantar para seu bebê e em sua canção continha o nome de seu marido. Com isso, Esbern tornou-se livre do pagamento. Após o povo do norte da Europa se converter ao cristianismo, muitas de suas histórias passaram a contar com a oração como uma defesa contra os trolls.

Brownies






Duende ou espírito doméstico do folclore da Inglaterra e Escócia, o brownie habita casas de família, onde executa labores domésticos enquanto seus habitantes dormem. Tais tarefas são feitas em troca de presentes entre os quais laticínios, sua comida preferida. Se oferecido pagamento ou roupas, o brownie, ofendido, abandona a casa sem deixar rastros, também pode desfazer tudo o que fez. Você pode agradar o brownie deixando-lhe uma oferenda como um pouco de creme de leite, um pão doce e quentinho ou um pedaço de bolo coberto com mel. Também pode servir um pouco de cerveja ou leite açucarado para eles. Antigamente na Escócia, havia as chamadas Pedras Dos Brownies onde eram depositadas oferendas a esses elementais.
Os brownies são descritos como homenzinhos de pele amarronzada que mediriam entre 30 e 60 cm. São mais ouvidos do que vistos. De espírito prestativo e benéfico, podem se tornar malignos se contrariados.
Espíritos domésticos que agem à maneira dos brownies também são encontrados em outras culturas, como por exemplo o tomte finlandês, o Heinzelmännchen alemão e o domovoi russo.
A palavra portuguesa duende se origina do español dueño de casa (dono de casa) e exprime um conceito semelhante.


Buca



É a variação galesa do brownie que ajuda a bater manteiga se a cozinha e lareira estiverem limpos. Se for insultado, agirá como um poltergeist, atirando coisas e batendo nas paredes. Também dá beliscões, grita e bate em quem o aborrece. O buca odeia abstêmios e pessoas de nariz comprido.


Fenodoree



Um tipo de Brownie da ilha de man, é um ser completamente forte e muito bem disposto que trabalha duramente. Não é muito inteligente e, assim como os brownies pode se ofender se um humano lhe der roupas de presente.


Kilmoulis



Tipo de Brownie que habita moinhos e executa trabalhos. Como é muito brincalhão, às vezes, atrapalha mais do que ajuda. É muito feio, tem olhos miúdos e um nariz enorme o que dá a impressão que ele não tem boca.

Como se comportar na presença de um elfo


Você vai fazer um feitiço para contatar os elfos e aí bate aquela dúvida: “Como se comportar na presença deles?”. O post de hoje é sobre isso. Bora conferir?



Dê atenção a sua aparência


Elfos são muito observadores e a primeira coisa que repararão será a sua aparência. Você não precisa estar elegantemente vestido como se fosse para uma festa, mas precisa vestir algo bonito, fazer um penteado legal e por uma corzinha no rosto. Mesmo se for mulher e for atrair uma elfa e não um elfo, aí sim é que tem de se arrumar porque os elfos, assim como as fadas, gostam de estar perto de pessoas bonitas. Se tiver os cabelos longos pode ajeitá-los numa bela trança lateral. Elfos são travessos e adoram trançar os cabelos dos outros (assim como os duendes e as ninfas), se você trançar seu cabelo primeiro evita que eles se sintam tentados a ver como eles ficam trançados depois. Teve uma época que eu sempre dormia com o cabelo trançado senão ele acordava cheio de nós.
Os elfos com os quais eu lido tem demonstrado preferência por cores fortes como preto e vermelho, mas gostam também de azul e branco. Para você que está começando agora e gosta de preto, tente combinar essa cor com verde, branco, vermelho ou então amarelo. Elfos gostam de todas as cores, mas especialmente quando combinadas de forma harmônica. Se ainda estiver na dúvida, opte pelas tradicionais: Branco, amarelo e verde.
Não esqueça do principal… O sorriso! Elfos são alegria pura e não gostam de ver ninguém sofrendo, logo se você insistir em ficar emburrado, só pra te tirar do sério, eles podem te pregar alguma peça.




Não tenha medo


O medo atrapalha porque os deixa pouco à vontade para se mostrarem a você, então, nada de sentir medo! Assista a O Senhor Dos Anéis, A Saga (é um filme muito legal, aliás, acho que é uma trilogia, chama “A Saga” mesmo) ou jogue o bom e velho RPG só para descontrair um pouco e pegar rápido o espírito da coisa. Além do mais, ver um filme (ler um livro ou jogar um jogo) deles vai ajudá-los a buscar em sua mente formas-pensamentos para se mostrarem a você.
Sempre que um elemental deseja se mostrar a alguém, ele busca na mente da pessoa o que ela acredita sobre isso e sobre aquilo… Logo, alguém que nunca ouviu falar em elementais ou que não acredita neles, ainda assim pode vê-los e interagir com eles, embora, eles possam estar disfarçados como fantasmas ou anjos. Por que eles fazem isso? Simplesmente porque sabem que certas pessoas são teimosas e que, por mais que você explique a elas que há mais coisas entre o céu e a terra, elas escolhem não acreditar, então, os elementais preferem não perder tempo e paciência tentando convencer a ninguém e, portanto, se mostram dentro das possibilidades que lhe são apresentadas. Se você acredita em elfos, eles verão qual a sua ideia de elfo e aí a vestirão para se aproximarem e ao mesmo tempo te agradarem. Depois, conforme os laços forem se estreitando, eles revelam aos poucos a verdade sobre como realmente são.
Alguns elfos acham engraçado a forma como os idealizamos (com trajes medievais e sempre armados com arco e flecha) – Alfie, inclusive, já me zoou várias vezes pelas minhas representações de elfos –, mas ainda assim, aceitam se fantasiar como nos filmes e jogos só para nos agradar. Eles podem mudar a aparência física, então não espere que a primeira forma a qual eles se apresentem a você seja de fato a aparência real deles. Também não se surpreenda se der de cara com um Legolas ou uma Tauriel, porque eles podem alterar a aparência física e acham isso divertido!
Elfos nem sempre confiam em humanos, por isso, não espere que ele diga seu verdadeiro nome (há muitas lendas e também feitiços entre o povo deles que pode se realizar com apenas um nome, por isso, isso é sagrado pra eles; também há crença de que elfos só recebem um nome na fase adulta), mas como você precisa chamá-lo por um nome, escolha você mesmo um para ele, ou, então, pergunte a ele como pode chamá-lo. Todos os elfos que mexo (com exceção da Gaion), fui eu quem tive de dar nomes a eles porque eles nunca me disseram seus nomes reais por mais que eu insistisse.



Seja educado



Nada de piadinhas sem graça ou desrespeito ou os elfos podem lhe pregar uma peça nada agradável! Lembre-se que eles ouvem seus pensamentos… Podem não dizer nada, mas eles ouvem tão claro como se você tivesse dito em voz alta, então, tente não pensar coisas que possam ofendê-los ou irritá-los, se pensar, é só disfarçar, buscando uma justificativa para aquilo ou pense em várias coisas aleatórias, eu sempre faço isso pra confundi-los e dá certo. Outro truque pra enganar esses telepatas é elogiá-los. Costuma funcionar logo após uma mancada. Pense “oh, que olhos lindos esse elfo tem! E por Sunna! Que cabelos maravilhosos”, isso apenas se você perceber que os ofendeu. Elementais são vaidosos e adoram elogios. 




Dê um presente a eles


Isso não é obrigatório, mas se quiser causar uma boa impressão a eles, dê alguma bijuteria ou um doce. Eles se agradam especialmente com bolo de chocolate ou coco, mas também serve cupcake, biscoitos e balas de leite e chocolate (ou hortelã). Para os elfos, dividir o alimento é algo sagrado é eles jamais negam alimento ou água a quem quer que seja, portanto, você também não deve negar a eles, ou eles podem se aborrecer e se afastar. Não significa que você é obrigado a dar-lhes sempre oferendas, mas quando o fizer, que seja de coração, porque eles são como crianças, adoram doces e nada os deixa mais felizes, esses fofos!





E se eles quiserem ficar?


Às vezes, quando encerro um ritual com elfos ou ninfas, percebo que elas ainda ficam por um tempo, e é normal. Alguns elementais assumem o papel de guardiões e se insistirem em ficar ao nosso lado é porque eles desejam nos proteger ou se alegram com nossa companhia (ou os dois). Portanto, não estranhe se ainda sentir a presença dos elfos mesmo, dias após o ritual. Apenas estabeleça regras básicas de convivência, caso o elfo seja criança e se mostre levado. Basta falar sério com ele e explicar que ele deve se comportar porque é o que se espera de um ser mágico como ele. As broncas devem sempre conter uma persuasão com um elogio embutido, por exemplo: “Um elfo bonito ou tão poderoso não pode desperdiçar seu poder e tempo agindo como uma criança boba! Esperava mais de você, amigo!”. Dessa forma, você pode persuadi-lo a se comportar bem, uma vez que eles são meio narcisistas.





E… Deu ruim! E agora?


Se os elfos insistirem em ser indisciplinados, primeiro, tente uma conversa séria com eles. Então, tente dar-lhes uma oferenda para apaziguá-los, e se não funcionar, acenda uma vela para a deusa Sunna (na mitologia nórdica, essa deusa é conhecida também como a rainha dos elfos e dizem que com apenas um olhar, ela pode transformar em pedra elfos sombrios ou anões perversos) e explique a ela sua situação, peça-lhe por favor para que ela conscientize os elfos para que eles se comportem e não te aborreçam mais. Isso deve funcionar. Lembrando que os elfos só costumam ser travessos ou odiosos quando irritados ou ofendidos. Se tiver dificuldades em contatá-los ou quiser mais segurança em seus rituais, contate antes a deusa Sunna (você pode ler mais a respeito dela, em “deusas”, é só buscar nos marcadores do blog). ©