Para direcionar seu pedido aos elfos, antes, é importante saber qual tipo de elfo deve receber seu pedido. Não se preocupe, pois, normalmente, ele é enviado automaticamente para o elfo mais apto a recebê-lo e realizá-lo, mas, você pode agilizar o processo, cuidando de certos detalhes a saber...
🍀A cor da vela...
Nem todos os rituais pedirão velas, mas os que pedirem serão específicos. Caso, esteja criando o próprio feitiço, lembre-se de que "vermelho" é usado para atrair amor, força e sensualidade.
"Verde" traz dinheiro e esperança.
"Branco" evoca a paz, mas também é um ótimo substituto de todas as cores. Eu não recomendo que opte sempre pela vela branca, e sim, quando não houver alternativa. Vocês podem ler mais sobre velas e suas respectivas correspondências no blog A Era Das Bruxas. Mas a respeito dos elfos as cores que mais usaremos, serão as citadas acima.
🍀A sua intenção...
Como adepta da magia natural, eu asseguro que se sua intenção estiver fraca, seu feitiço será inútil. O poder da bruxa está em sua segurança pessoal, em sua fé de aquilo dará certo, cedo ou tarde.
🍀A sua energia...
Sempre tente imantar os objetos que utilizará no feitiço com a sua energia, isso é fácil de fazer, basta aproximar sua mão do objeto (sem tocá-lo) e visualizar um pouco de energia fluindo de sua mão até o objeto, isso o carregará com a energia necessária para o processo mágico.
🍀Cuidado com as substituições...
Substituir uma erva por outra deve ser em último caso, quando não encontrar a erva em questão. As ervas que estão ali, tem um propósito, uma energia ou correspondência especial, então, se for substituí-la, busque por uma com igual funcionalidade mágica. Você pode saber mais sobre ervas e suas respectivas funções e correspondências no blog Deleite Das Ninfas.
🍀A fase lunar...
Nunca é demais lembrar que as fases lunares influenciam os feitiços e rituais de diferentes maneiras. Para rituais que visem expulsar energias negativas, prefira a Lua Minguante. Para rituais de amor, a Lua Cheia.
🍀Se atente às palavras...
Você deve pronunciar as palavras com firmeza. Se forem cantadas, é importante que sejam cantadas com segurança. Pode criar suas próprias palavras de encerramento ou conclusão para reforçar o encanto, por exemplo: "Eu entrego meu desejo aos elfos do amor, realizem meu pedido, por favor".
Nem sempre precisa ter rimas, rimas são mais para fadas. Elfos são concisos na maioria das vezes e agradecem quando também o somos.
E agora, deixo pra vocês, alguns feitiços para serem realizados com a ajuda dos elfos.
💖Aos elfos do amor....
💔Esquecer um amor
Na primeira noite de Lua Minguante, pegue uma vela preta e a quebre ou corte em sete partes, não precisam ser do mesmo tamanho. Em uma folha de papel branco, sem listras, escreva sete vezes o nome de quem deseja esquecer. Corte ou rasgue em sete pedaços o papel com o nome da pessoa em cada pedaço. Pode cortar antes se preferir e escrever depois. Enquanto escreve o nome da, visualize que ela se afasta mais e mais de você e que você não se sente triste por isso. Ao contrário, é como se tirasse um peso de seu coração. Acenda os pedaços da vela e em cada um queime um pedaço do papel enquanto diz a cada vez :
"Elfos do amor, afastem de meu coração, quem só me traz dor, libertem-me dá mágoa e do rancor, que fulano também me esqueça e todo amor entre nós, desapareça".
Deixe os pedaços de vela queimarem até o fim, e se algum deles se apagar, refaça o feitiço, outra noite. Agora se mais de um toco se apagou, significa que a pessoa em questão o prendeu com algum feitiço de amarração e os elfos o estão a alertar. Refaça o feitiço!
💕Conquistar um amor...
Na Lua Cheia, escreva seu nome em uma vela rosa, e o nome de quem deseja conquistar em outra vela, também rosa. Em um pires, acenda as velas, elas devem estar bem próximas, se conseguir uni-las com a cera, tanto melhor. Circunde as velas com mel e açúcar (quanto mais, me, só tenha cuidado para não fazer lambança). Salpique um pouco de pó dos elfos nas chamas das velas e diga:
"Pelos elfos do amor, fulano a mim, vêm, apaixonado e encantado, louco e amarrado, venha, fulano, venha".
💟Ter amor próprio
Esse é para quem tem dificuldade em ver algo de bom em si mesmo.
Em uma Lua cheia, prepare um banho com pétalas de rosas cor-de-rosa e brancas (use quantas julgar necessárias) e um lírio branco ou azul. Acrescente um punhado de açúcar e erva-doce. Acenda um incenso de violeta e diga as seguintes palavras antes de jogar o banho do pescoço para baixo:
"Amigos élficos, despertem em mim o amor próprio, que eu perceba a pessoa encantadora que sou, devolvam-me a esperança, tragam-me a segurança, que eu possa revelar em um olhar toda a beleza que em minha alma inflama, e quando sorrir, a todos, possa seduzir, eu me encho de amor, eu me encho de explendor.
💘Seduzir alguém
Na lua cheia, escreva o seu nome e o nome da pessoa que deseja em uma vela vermelha. Escreva os nomes um por cima do outro (o da pessoa, primeiro). Coloque a vela num pires e circunde-a de mel e açúcar, diga:
"Elfos da paixão, me façam encantar e seduzir todos os olhares que a mim se voltarem, bela como uma flor, doce como o mel, irresistível, eu sou".
Tome um banho com pétalas de uma rosa vermelha, tomilho e mel. Vista sua melhor lingerie vermelha, e passe em seus lábios, um pouco do mel do pires.
🍀Aos elfos da prosperidade....
✨Pó dos elfos para atrair dinheiro
Em um pilão, massere seis trevos de quatro folhas, noz moscada, canela em pau, cravos da Índia e sementes de romã. Coloque a mistura em um pires ou xícara. Acenda uma vela verde e um incenso de canela. Coloque as mãos sob o pó sem tocá-lo. Feche os olhos. Visualize uma luz dourada ou verde saindo de suas mãos e indo para o pó, enquanto diz:
"Oh, elfos, me tragam a prosperidade, ajudem-me a alcançar a felicidade, que eu conquiste tudo o que almejo, que se torne realidade o meu desejo".
Deixe a vela e o incenso queimarem até o fim. Guarde, então, o pó em um vidrinho devidamente etiquetado. Pode salpicar esse pó na sua carteira, nos cantos de sua casa e/ou comércio, ou usá-lo em feitiços que visem atrair dinheiro ou sorte. Como você, certamente percebeu, é um pó comestível, então, não precisa se preocupar caso animais domésticos o provem. Não oferece nenhum risco a eles.
✡Aos elfos protetores...
✡Se proteger de Elementais sombrios
Para não ter pesadelos, você pode gravar a cruz dos trolls (ou Trollkors) na guarda de sua cama, mas acredita-se que para ela ter mais eficácia, deve ser gravada em ferro. Alguns sites vendem Trollkors, mas antes de comprar a sua, observe se é de ferro, pois só o ferro pode repelir os Elementais sombrios, e até evitar possíveis raptos.
✡Ao seu elfo guardião
Acenda uma vela azul e ore ao seu elfo guardião:
"Sábio guardião, me ajude com seus conselhos quando eu mais precisar, que assim como você, eu sempre esteja disposto a estender a mão aos outros sem jamais julgar, que minha magia sempre seja voltada ao bem, e meus pensamentos, também, que como os elfos, eu seja luz, não trilho o caminho que trilho, enquanto é você quem me conduz ". ©
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Feitiços para os elfos
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Feitiços & Rituais
Adepta da Magia Natural, sou eclética como bruxa e faço de tudo um pouco. Livros e música são meu mundo (e os doces, claro, rsrs).
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Viagem Astral para encontrar os elfos
Realizei
essa visualização que eu mesma criei para sonhar com os elfos. Eu
recomendo que antes de fazê-la, primeiro, tente contatá-los através
de outros rituais simples. Pode acender um incenso ou uma vela antes
de fazer a visualização. Talvez não funcione de imediato, então,
minha recomendação é que tente todas as noites antes de dormir.
Não tem problema se dormir durante a visualização ou após a
mesma. Lembre-se: A finalidade dela é justamente essa, dormir e
sonhar com os elfos.
Feche
os olhos e visualize um portal mágico em forma de um círculo, arco
ou aro de flores perfumadas e coloridas, no ar ou uma libélula
gigante feita de pura energia brilhante. Passe por esse portal e
visualize um bosque muito florido. Sinta a grama em seus pés, a
brisa em seu rosto e o perfume das flores. Perceba que tudo isso é
real. Logo adiante, à sua frente, você avista uma estrada estreita
coberta por pétala de flores. Siga por essa estrada, prestando
atenção em seus passos e à paisagem ao seu redor. Repare que há
uma canção instrumental de flauta tocando e parece vir de longe.
Continue
caminhando pela estrada de flores, mas agora, preste atenção à
canção. Conforme avança a estrada, note que a canção parece mais
e mais próxima. Ao fim da estrada, Há uma clareira e no centro dela
há um círculo de cristais coloridos e brilhantes que emanam as
cores do arco-íris a cada brilho. Se aproxime do círculo de
cristais e gentilmente os toque sem tirá-los de seu lugar, a terra.
Ao tocar os cristais, sinta uma forte energia positiva.
Perceba
que de repente a canção cessou. Sinta uma mão tocar levemente em
seu ombro e vire-se para trás. Veja uma linda e sorridente elfa. Tão
logo, você percebe que era ela quem tocava a canção ao ver uma
flauta de ouro em sua mão. A elfa lhe estende a outra mão. Apanhe-a
e siga-a. Só não coma nem beba nada que encontrar pelo caminho ou
lhe for oferecido, pois quem come ou bebe no mundo dos elfos é
obrigado a ficar lá para sempre. (c)
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
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Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Aparência dos Elementais
Não me lembro se já fiz algum post semelhante em A Dança Das Fadas (tempo em tempo, eu tenho que checar meus posts lá porque, com os outros blogs, fica difícil lembrar tudo o que postei), mas acredito que não fará mal repostar aqui, caso seja o caso.
Elementais estão em constante evolução como nós, seres humanos, e, por isso, não é estranho que eles sejam vistos de uma forma em uma época para serem vistos de outra numa época posterior. Parece que depende da crença das pessoas, de como elas acreditam que eles sejam, por exemplo, se achar que os elfos são como em O Senhor Dos Anéis, é assim que eles se mostrarão a você, já, se achar que eles são como no Harry Potter, eles aparecerão desse jeito, claro que estamos falando apenas da aparência, pois, a personalidade é outra coisa.
Confira a seguir a aparência dos elementais descrita no folclore, na mídia, e nos relatos de quem afirmou já ter tido contato com estes seres.
Os Elfos
No Folclore: São descritos como seres altos, belos, de pele albina, e com cabelos longos (mesmo os homens) e louros. Não encontrei nenhuma menção a orelhas pontudas. Se vestiriam com trajes brancos, e dependendo do lugar onde fossem avistados, poderiam ser vistos, usando também uma capa verde de capuz.
Na mitologia Nórdica, não havia elfos sombrios, apenas elfos benévolos. Os chamados “elfos” sombrios, na realidade, seriam anões, residentes em Svartalfheim, que, se vissem a luz do sol, imediatamente, se transformariam em estátuas de pedra como os goblins.
Ainda, segundo a Mitologia Nórdica, os elfos benévolos residiriam em Ljossalfheim, e seriam muito queridos pelos deuses nórdicos.
Na Mitologia Celta, elfos não eram vistos como muito diferentes das fadas, podendo ser benévolos ou malévolos, ou, ainda, indiferentes aos humanos e outros seres. Eram, fisicamente, descritos como belos e elegantes como os elfos nórdicos.
Na mídia: A imagem que temos dos elfos, hoje, é graças ao criador de O Senhor Dos Anéis, o Tolkien. Então, os elfos são representados como seres belos, altos, elegantes, e com ar angelical. Podem usar trajes delicados como na Era Medieval, ou, então, exibirem trajes de guerra – se forem elfos guerreiros –. Alguns, podem ter olhos que parecem brilhar como a elfa de A Saga. Nem todos são loiros, alguns, podem ter cabelos negros como a elfa que aparece em O Dragão Do Natal, ou Arwen de O Senhor Dos Anéis.
Em Relatos: Foram vistos com orelhas pontudas e trajando vestes semelhantes às dos filmes; ou, como uma celebridade favorita, amigo de infância, ou, em sua forma real. Quando vistos em sua forma real, nem sempre foram descritos com orelhas pontudas, mas tinham cabelos longos, estes, podendo ser louros ou negros. Também podiam ter cabelos curtos. A maioria, utilizava roupas modernas. As elfas podem ou não usar maquiagem.
As Fadas
No Folclore: Podiam ser pequenas e aladas como as pixies, e nessa forma, nem sempre utilizariam roupas, mas quando utilizassem, seriam simples. As pixies podem alterar sua forma e tamanho (como todos os elementais), mas, geralmente, em sua forma natural, poderiam ser facilmente confundidas com crianças, não apenas por sua aparência angelical, mas por sua altura que seria a mesma de uma criança de seis anos.
As fadas, também podiam ser descritas como altas e possuidoras de uma beleza feérica. Houve, um tempo em que albinos e ruivos naturais eram ditos como fadas por causa de sua beleza incomum. Fadas, podiam se vestir como humanos, mas sempre, com roupas elegantes. Em seu reino feérico, costumavam usar capas com capuzes, vermelhas, cinzas ou verdes. Também podiam usar vestidos brancos e longos, e esconder seus rostos atrás de véus. Não há menções de fadas em tamanho adulto com asas, se elas não as possuíam, ou se as escondiam com algum encanto, permanece um mistério.
No entanto, nem todas as fadas eram descritas como mulheres fisicamente perfeitas, e podiam possuir variadas formas e tamanhos, podendo ser baixinhas, gordinhas, e mesmo, feias – não necessariamente nessa ordem -.
Na mídia: A imagem que temos das fadas, atualmente é como a Cristal de Uma Fada Em Nossas Vidas, loura, olhos azuis, alada, bondosa, e um pouco excêntrica. Temos também as fadas de O Clube Das Winx, as de Barbie, e as de Tinker Bell. Gosto de como as fadas são representadas em Tinker Bell porque não são todas iguais, possuem aparências diferentes, e também personalidades diferentes. Já em Winx, elas são estilosas e não se vestem muito diferente dos humanos; então, observando isso, os filmes não são tão bobos assim.
Em relatos: Como nem toda pessoa está familiarizada com Folclore das fadas, não foi difícil confundir uma aparição das mesmas com um fantasma. Muitas fadas, ainda se vestem a caráter, e imagino que uma albina, vestida de branco, pode ser assustadora se você estiver sozinho em casa.
Encontros com Banshees também foram descritos ao longo dos séculos, e, quando elas não usavam uma capa cinza ou vermelha de capuz, se vestiam toda de branco e escondiam seus rostos atrás de véus, também brancos.
As ninfas
Na Mitologia: Ninfas podiam ser vistas, trajando vestidos delicados e quase transparentes, ao estilo grego antigo. Também podiam ser vistas nuas a nadar nos lagos ou a correr nos prados. Eram descritas como belas e atraentes, com uma beleza angelical.
Na mídia: A imagem que temos das ninfas são as mesmas das pinturas antigas, descritas acima. Semelhantes as humanas, só o que as difere, é a sua beleza feérica, sua delicadeza e seus trajes esvoaçantes. Também, não é incomum, serem retratadas, usando coroas de flores em suas cabeças, ou entre árvores e arbustos, muitas vezes, sendo parte humana, parte planta.
Nos relatos: Geralmente, são vistas da mesma forma que na mitologia e na mídia, mas, algumas vezes, se apresentam, usando vestidos modernos.
Os Gnomos
No Folclore: Gnomos medem aproximadamente de 15 a 30 centímetros mais ou menos. Assim, como as pixies, podem, facilmente, serem confundidos com crianças, à primeira vista. São tradicionais em sua forma de se vestir, utilizando roupas antigas, quase sempre verdes ou marrons. Possuem um capuz pontiagudo. Podem ou não ter barbas, depende da idade. Gnomos crianças são muito fofinhos, possuindo bochechas rosadas, e olhinhos curiosos.
Na mídia: São representados da mesma forma que no folclore, embora, muitas vezes, sejam confundidos com duendes ou anões mágicos.
Nos relatos: Também costumam ser vistos como nas representações folclóricas e da mídia. Podem se fingir de estátuas quando no jardim ou no mato numa forma de tentarem ludibriar os humanos a acreditarem que se tratam apenas de meros enfeites de jardim, mas basta piscar os olhos, e eles desaparecerão num instante.
Os Duendes
No Folclore: São descritos com a altura aproximada de até 40 centímetros. Quase sempre com a aparência de homens idosos, com barbas longas. Podem se vestir de forma semelhante aos gnomos.
Na mídia: Podem ser representados com a pele verde e, quase sempre fumando um cachimbo. Também podem ser fisicamente semelhantes aos anões de O Hobbit.
Nos Relatos: Foram descritos como no folclore e na mídia.
Os Goblins
No Folclore: São pequenos – podendo medir mais ou menos 30 centímetros no máximo – e feios, com a pele verde, orelhas pontudas e largas, e com os rostos semelhantes aos de sapos.
Na mídia: São retratados como no folclore, mas podem ficar ainda mais feios, dependendo de onde aparecerem. Normalmente são populares em RPGs.
Nos relatos: Nem todos eram feios, mas tinham uma aparência animalesca.
Anões
Na mitologia: São descritos como homens de baixa estatura e com barbas bem cuidadas. Se vestem como os duendes, mas não possuem capuzes. Residentes em Nidavellir, temem a luz solar, assim como os elfos sombrios de Svartalfheim. Podem ser feios ou belos. Comumente associados a Terra.
Na mídia: Eles fora destaque em O Hobbit, por isso, acredito que, até hoje, é a melhor representação deles.
Nos relatos: Os islandeses os descreviam exatamente como na mitologia nórdica.
Asrai
No Folclore: Medem cerca de quinze centímetros mais ou menos. São belas e podem possuir uma aparência translúcida, uma vez que seu corpo parece formado a partir da água.
Na Mídia: Asrai só foi retratada em livros esotéricos, e no de fantasia, escrito pela escritora brasileira, Eddie Van Feu, Lua Das Fadas.
Em relatos: Se apresentou da mesma forma que descrita no folclore.
Mavkas
No Folclore: Essas ninfas sombrias, possuem as costas ocas e podres como madeira. Também podem ter a pele enrugada, seios flácidos e olhos totalmente brancos. No entanto, se mostram como belas donzelas para ludibriar os homens e lhes fazer mal.
Na mídia: Aparecem apenas em pinturas e desenhos, ora como uma mulher atraente, ora como uma mulher de aspecto fantasmagórico.
Os silfos
Na mitologia: São descritos como seres translúcidos e de pele muito branca. Alguns podem ter olhos negros ou vermelhos, e asas de morcegos (silfos das tempestades), muito bonitos fisicamente, podem ser confundidos com anjos. Por alterarem sua forma e tamanho, às vezes, podem se mostrar como pequenos seres alados, ou ainda como orbes coloridas.
Na mídia: São pequenos e alados, com orelhas pontudas, trajando roupas brancas e esvoaçantes.
Em relatos: São descritos como homens jovens, e belos, semelhantes a anjos; foram, ainda, vistos como orbes de luzes coloridas, e como seres translúcidos, envoltos em névoa ou luz feérica.
Kitsunes
No folclore: Podem assumir a forma humana, mostrando-se sempre como uma pessoa jovem e bela, mas, ao que parece, a transformação nunca é completa, e sempre se pode identificar uma kitsune por sua cauda ou orelha.
Na mídia: É representada tanto como uma raposa comum, como uma raposa com duas ou nove caudas. Na forma humana, sempre exibe orelhas de raposa e uma cauda.
Relatos: Sempre eram vistas como mulheres belas e atraentes que abordavam os homens em lugares desertos, às vezes, para lhe fazer mal, outras, para pregar-lhe uma peça.
Os Nixes
No folclore: O Nix é descrito como um homem belo, atraente, e elegante que costuma tocar violino nas cachoeiras. Pode assumir a forma de um peixe, de uma serpente, ou, ainda, de um tesouro para ludibriar humanos e, dessa forma, atraí-los para as águas.
A nixe é retratada como uma bela mulher, com cauda de peixe. Assim como as sereias, seu canto é mortal para os humanos, e a canção do Nix também.
Na mídia: São retratados como no folclore.
Nos relatos: A Nixe deixa as águas e sempre apresenta a barra da saia molhada, já o Nix, a orelha fendida e, claro, seu inseparável, violino.
As Lamiak
No folclore: São descritas como belas mulheres de pés de pato, garras de aves, ou, cauda de peixe.
Na mídia: Mulheres de cabelos dourados com pés de pato.
Nos relatos: Sempre esconde parte do corpo na água, ou, o melhor, os seus pés, ou como a Nixe, usa uma saia longa, cuja barra se percebe molhada.
Ondinas
No folclore: São mulheres belas e atraentes como as nixes, mas que não possuem caudas como as sereias.
Mídia: São mulheres vestidas com longos e delicados vestidos, comandando ondas ou nadando entre golfinhos.
Nos relatos: Confundidas, muitas vezes, com fantasmas.
Selkies
No folclore: Seres belos que na água seriam focas, e fora da d’água, caso retirassem suas peles, semelhantes a humanos.
Na mídia: Pessoas atraentes vestindo ou retirando uma pele de foca.
Nos relatos: São descritos como no folclore.
As Russalkas
No folclore: Semelhante as Mavkas, possuem a aparência cadavéricas, com olhos brancos sem pupilas. Se apresentam nuas. Para ludibriar os incautos, se mostram como donzelas vestidas em trajes leves, e cantam uma doce canção enquanto trançam seus longos cabelos.
Na mídia: Retratadas como no folclore.
Em relatos: Retratadas como no folclore.
Os Jinnis
No folclore: Sua aparência varia, dependendo de sua classe. Por exemplo, os Marid são azuis com olhos na mesma cor que brilham como chamas. Há djins vermelhos, verdes, amarelos e negros. Quando se apresentam aos humanos, podem assumir a forma humana. Também podem assumir a forma de objetos inanimados.
Na mídia: São retratados como seres que podem ser feitos de névoa da cintura para baixo. Possuem a pele azul, verde, etc, e se vestem como árabes. Quase sempre aparecem saindo de uma lâmpada mágica.
Em relatos: Foram avistados como orbes, névoa, objetos inanimados, sombras, formas indistintas, e vozes. Dificilmente mostram sua verdadeira forma a um humano. Estabelecem contato maior através dos sonhos. ©
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
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Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Relato: Um encontro com os pixies
Eu me chamo White, e hoje, tive um sonho esquisito, e como tenho uma amiga wicca, sei que o que vi foram Elementais.
Eu estava em um lugar que não me lembro, agora. Vi um "bichinho" azul ao lado de uma plantinha, e acho que foi aí que tudo começou. Vendo aquele bichinho fofo (ele parecia um teletubbie misturado com smurf), eu sorri, e deixei uma folha ao seu lado, e acho que no momento em que fiz isso, o irritei.
Quando olhei para o lado esquerdo, vi duas fadas, vestidas de preto, voando uma ao lado da outra, de costas para mim. Eu nunca sonhei com Elementais, antes (pelo que me lembro), no máximo com os espíritos de algumas pessoas queridas, e espíritos ruins, mas sei que é muito difícil ver fadas sem nem ter uma certa conexão, por mais que eu saiba que sou um pouco médium.
Nesse momento, eu comecei a voar, sério, mas não era voar, VOAR, era mais como se meu corpo perdesse a gravidade, e foi estranho, já que eu sentia meu corpo físico todo tensionando. Nesse momento, foi quando ouvi uma tal de "Sasa" (nome mesmo), e uma voz que começou a falar comigo, dizendo para eu ter cuidado, ou o Fortuno iria atrás de mim. Durante isso, eu senti um líquido na minha nuca, e toquei ela várias vezes, mas não sentia nada no físico.
Relato enviado por: White.
Obs: o relato foi respondido por email pela autora do blog.
Você também pode enviar seu relato para: adancadasfadas@gmail.com
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quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Relato: Visitada por um gnomo
Há exatamente um ano e um mês atrás, aconteceu uma coisa muito esquisita
comigo... Eu estava no meu quarto deitada no colchão, e a Safira (minha cachorra) estava solta,
deitada no chão também, eu estava conversando com uma pessoa no facebook
sobre bruxaria, e a Safira não parava de olhar para o meu guarda-roupas e
para a janela (ela ficou nesse ciclo um tempão, olhando para o
guarda-roupas e depois para a janela), parecia que ela estava vendo
alguma coisa invisível (eu até pensei em fantasmas já que a energia da
minha casa é muito pesada) só que eu não conseguia ver nada, então, por
isso, não dei muito bola, mas, aí, depois, ela ficou olhando fixamente
para a janela, e começou a latir, nessa hora, eu vi um serzinho um
pouquinho maior que o meu dedo médio parado na minha janela, eu não
conseguia ver o rosto porque ele era muito pequeninho, eu só conseguia
ver um montão de pontinhos de luz da cor dourada envolta desse ser (eu
não soube distinguir se aquelas luzes eram realmente douradas ou
prateadas depois, ficou confuso na minha mente).
Eu fiquei alguns
segundos olhando pra esse ser. Na hora que ele viu que eu tava olhando
para ele, ele deu um impulso (como se fosse um pulo) para voar e caiu um
pouquinho longe do chão da minha janela (ele deu um impulso como se
fosse pular e voou um pouquinho para cair no lugar que ele desejava,
entende? não sei explicar muito bem essa parte, desculpa), ele caiu
aonde a minha cachorra estava deitada (ela até levantou e foi para perto
de mim nessa hora), aí eu levantei correndo do colchão e fui ver se
tinha realmente alguma coisa no chão, mas não havia mais nada, porém, comecei a sentir alguém andando pelo o meu colchão (nessa hora eu já
estava deitada, e coberta da cabeça aos pés, literalmente, foi tudo muito
rápido), eu dei um grito e disse que tinha um demônio no meu quarto e
comecei a pedir a Deus mentalmente para tirar essa "coisa" do meu
quarto, não conseguia mais ver esse ser, mas conseguia sentir ele
andando de um lado pro outro pelo meu colchão, eu senti que ele levantou
a minha coberta um pouco para ver o que tinha debaixo dela (nessa hora
eu fiquei realmente desesperada, deu até pra sentir o ventinho quando
ele levantou ela), e eu também senti e ouvi ele batendo na parede do meu
quarto como se estivesse se jogando nela (acho que ele fez isso para me
assustar mais ainda), depois disso ele sumiu... aí ficou o sentimento
de "será que eu vi mesmo essa coisa? Eu to ficando maluca? isso é real?".
Tudo isso quando ocorreu, já era de noite e a minha janela, obviamente,
estava aberta (mas ela tem grades), acho que ele foi atraído pelo meu
quarto porque, uns dias atrás, antes desse acontecimento, eu estava
fortemente querendo ver algum elemental, e eu moro num condomínio que tem
muita festa, muita animação, as crianças ficam correndo/brincando de
noite pela rua, e a minha vó tem um jardim ENORME de frente pra janela
do meu quarto (ele é muito bem cuidado, ela tem muito amor as plantas)
será que esse ser mora ali? Eu acho que ofendi esse ser, eu estava
nervosa, fiquei com medo, e não soube como agir, ele não me passou medo na
hora, mas como sou muito escandalosa abri maior bocão, deveria
pedir desculpas, mas não sei como fazer isso corretamente (a minha família toda é evangélica do tipo fanática, eu sou a unica que acredita
nessas coisas). Eu gostaria de saber a sua opinião sobre o assunto, você
acha que poderia ter sido uma fada? eu já tive acontecimentos estranhos
desse tipo comigo antes, mas tudo isso acontecia quando eu era criança, e
depois de um tempo tudo isso sumiu da minha vida, eu fiquei muito mal
até (porque eu sempre desejei estar em contato com a magia). Hoje, um ano e um
mês depois desse acontecimento, eu estou tentando desesperadamente ver
alguma coisa que seja mágica, mas não consigo mais, o que eu faço? algumas
pessoas dizem que antes, do meu condomínio ser um condomínio, aqui era uma
cova, outros dizem que era um clube para cavalos, então, eu não sei ao
certo o que era esse local, antes.
*Relato enviado por: Maria Helena.
Obs: O relato foi respondido pela autora do blog através do email.
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Relatos
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Elementais Vampiros
Vampiros
Astrais são
seres (desencarnados ou não) que se alimentam de nossa energia
vital. Muito se fala em humanos (desencarnados ou não) que assumem
essa função, mas eles não são os únicos, podendo os elementais
também vampirizarem pessoas.
Como
identificar um vampiro
Seja
humano ou elemental, morto ou vivo, os vampiros seguem um padrão que
ajuda os identificar.
*Melancólicos
ou depressivos: Eles estão sempre tristes e chorando.
Nada está bom para eles. A vida não faz sentido, a morte não faz
sentido… Ninguém os ama… Sempre a mesma ladainha. Lembre-se:
ficar triste é normal e acontece, mas aquelas pessoas que estão
sempre tristes não são normais. Se você é assim, então, faça
algo para mudar. Busque Deus, procure um psicólogo ou dê um jeito
de mudar o que não te faz feliz. Ficar inspirando pena nos outros
não é o melhor caminho. Nada de dizer que você faz tudo errado ou
que é um lixo, mude isso! Só você pode fazer algo por si mesmo!
Vampiros,
em geral, gostam de explorar a própria dor, mais que isso… Gostam
de fazer os outros sentirem sua dor, pois apenas machucando o outro é
que ele encontra algum prazer.
Na
maioria das vezes, alguém se torna um vampiro astral através do
suicídio. Este tende a ser um processo longo e sofrido, pois ele
definha em vida até se matar quando sofre no Umbral, muitas vezes
seu espírito permanece preso a seu corpo inerte enquanto ele sente
os vermes a devorá-lo, depois, ele é arrastado para o Umbral onde é
atormentado e vampirizado por outros seres inferiores que ali se
encontram. Nesse processo, pode perder muita energia e se assemelhar
ao que eu gosto de chamar de “zumbi”, pois a aparência e o
comportamento lembram em muito este ser.
Estas
almas que foram drenadas até o limite não podem morrer porque já
estão mortas, então, o que acontece é o seguinte… Elas se tornam
selvagens e assumem uma aparência primitiva. Almas assim são
controladas por seres sombrios que podemos chamar de “demônios”.
No
Espiritismo não se acredita em demônios tais como nas demais
crenças; o que chamamos de demônio seria, na realidade, apenas uma
alma muito sombria, mas que, posteriormente, poderia se arrepender de
seus atos e evoluir, tornando-se o que chamamos de anjo ou quase…
A
forma mais fácil de uma dessas almas sair desse estado selvagem é
se alimentando da energia alheia, dessa forma, nascem os vampiros.
Uma vez que se alimentam de energia, não podem parar de uma vez ou
retornam aquele estado selvagem onde voltam a sentir dor.
O
suicida não consegue escapar da dor ao se matar, ao contrário, ele
a amplia, por isso, se matar não é a solução. Para quem quiser
ter uma ideia do que aguarda um suicida após a sua morte, eu
recomendo que leiam Memórias De Um Suicida da médium
Yvonne A. Pereira,
O Martírio Dos Suicidas
de Almerindo Martins de Castro.
*Viciados
em sexo: Isso não se aplica a todos, mas muitos vampiros
buscam aliviar sua dor através do sexo, logo se viciam naquele
prazer e querem sempre mais e mais, dessa forma, também drenam
energia alheia. O inverso também pode acontecer e a libido diminuir
de forma que ele fique tão deprimido que não encontre prazer no
ato, nesse caso, ele é o típico “vampiro suicida”, ou seja, o
citado anteriormente.
*Obsessivos:
Essa característica jamais foge deles. Sendo o vampiro um parasita,
ele escolhe a dedo sua presa e se agarra a ela, drenando-a até
levá-la a loucura e posteriormente a morte. São ciumentos e
extremamente possessivos, claro, eles tem de proteger a fonte de
alimento deles. Se livrar de um é muito difícil, porque, uma vez
que eles conhecem nossas fraquezas, sabem bem como apelar para a
parte que nos toca.
*Chantagistas
emocionais: Pense em um ser que não tem vergonha de chorar
ou se humilhar? Assim são os vampiros. Agindo dessa forma, eles
confundem suas presas, fazendo elas pensarem que agiram errado e que
eles (os vampiros) as amam. Todos querem ser amados e o vampiro não
é exceção, porém, ele não tem boas intenções. Em primeiro
lugar, só se importa consigo mesmo. Em segundo, eles não mudam e
não aprendem com seus erros.
Quando
não cedemos as suas chantagens emocionais, eles podem ser tornar
agressivos e mostrar sua verdadeira face, é nessa hora que podem ser
cruéis e dizer coisas muito desagradáveis. Se permitir que isso te
abale, eles terão vencido.
*Eles
sempre voltam: Se livrar de um vampiro é difícil e demanda
força de vontade. De nada adianta procurar um exorcista, um pastor
ou um médium se você continuar cedendo ao vampiro. Ele é
habilidoso e conhece seus pontos fracos, sabe exatamente o que dizer
ou fazer para te atrair. Você precisa resistir, encontrando algo
para concentrar toda a sua atenção, e tenha em mente que ele é mau
e não vale a pena voltar para ele. E esteja preparado, pois quando
você está feliz da vida e acredita tê-lo superado, é quando ele
reaparece para ferrar com o seu psicológico. Nessas horas você pode
recair ou se manter firme e afastá-lo.
*Se
agradam com a ideia da morte: Constantemente ameaçam se
matar (os que estão vivos) numa forma de manipulação e quase
sempre o fazem. Novamente, eu digo, em se tratando de humano,
aconselhe-o a buscar ajuda e não dê bola quando ele falar em
suicídio, mude de assunto. Dependendo do quão abalado o psicológico
dele esteja abalado é melhor não desafiá-lo.
Lembre-se
que antes de se tornar vampiro (no caso de humano), esse ser já foi
vivo e provavelmente um suicida como é o caso da maioria.
Vampiros
(vivos ou não) tendem a induzir suas presas a se matarem é não é
porque eles companhia, mas, sim, porque desejam vampirizar a pessoa
ao extremo antes de partir para a próxima vítima.
*Moldam
pesadelos: Quando dormimos, nos tornamos vulneráveis a
ataques de seres espirituais que podem nos arrastar para regiões
sombrias onde nos impelem o medo e a dor, alimentando-se de nossa
energia desprendida. O mesmo vampiro amável que se seduz e te diz
coisas bonitas, te assombra e te persegue no plano astral, e nem
sempre você se dá conta disso, podendo perceber tarde demais.
Elementais
Vampiros
Os
elementais procedem das formas citadas anteriormente e são mais
perigosos que os humanos porque, na maioria das vezes, diferente dos
humanos, eles não são forçados a essa condição, mas se a
autoimpõe a mesma.
A
fada Leanan Sidhe é um exemplo de elemental vampiro que inspira sua
presa e em troca, drena sua energia e/ou o seu sangue. Mas ela não é
a única. Desconfie quando sentir a presença de um elemental e,
subitamente, sentir-se fraco, desanimado ou irritado. Ele pode estar
sugando sua energia e, para mascarar, pode te cobrir a seguir com um
pouco da luz roubada de outra pessoa. É como um investimento, ele te
deslumbra com a luz alheia – já que ele não possui luz própria –
e depois tira o dobro de você. O inverso também pode acontecer e
ele incutir em você sentimentos ruins como raiva, depressão e
ansiedade para afetar seu campo áurico.
Para
não atrair um elemental desse tipo, evite contatar os elementais
quando estiver se sentindo triste, irritado ou desanimado. Espere se
sentir alegre ou em paz e, então atrairá algum ser sintonizado na
mesma energia. Lembre-se: Nossa energia é como um espelho e atrairá
exatamente o que estamos refletindo.©
Sugestão
de leitura:
Livros:
*Memórias
De Um Suicida
da médium Yvonne
A. Pereira.
*O
Martírio Dos Suicidas
de Almerindo
Martins de Castro.
*Dramas
da obsessão de Yvonne
A. Pereira.
*Vampiros
Astrais de Marcelo Prizmic.
*Obsessão
e seus mistérios de Carlos Bernardo
Loureiro.
*A
obsessão, Allan Kardec.
*O Legado da Banshee, Daniele Claudino.
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
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Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
domingo, 4 de março de 2018
Goblins
Goblins são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes. Fazem parte do folclore nórdico, nas lendas eles vivem fazendo brincadeiras de mau gosto. Podem ser equiparadas aos trasgos e tardos do folclore português.
O termo goblin origina-se do francês antigo "gobelin", evoluído do latim medieval "gobelinus", que parece estar relacionado a "cobalus", do grego κόβαλος (kóbalos): "enganador" ou "desonesto".
Os goblins são normalmente associados ao mal. Diz-se que são feios e assustadores, fazem feitiçarias, estragam a comida, travam guerras contra os gnomos.
Em algumas mitologias os goblins possuem grande força. Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras, florestas ou cidades.
Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. Dentre seus armamentos se encontra a clava, o machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.
Eles pertencem ao grupo dos goblinóides dividindo-se em goblins, hobgoblins (parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).
O termo goblin origina-se do francês antigo "gobelin", evoluído do latim medieval "gobelinus", que parece estar relacionado a "cobalus", do grego κόβαλος (kóbalos): "enganador" ou "desonesto".
Os goblins são normalmente associados ao mal. Diz-se que são feios e assustadores, fazem feitiçarias, estragam a comida, travam guerras contra os gnomos.
Em algumas mitologias os goblins possuem grande força. Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras, florestas ou cidades.
Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. Dentre seus armamentos se encontra a clava, o machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.
Eles pertencem ao grupo dos goblinóides dividindo-se em goblins, hobgoblins (parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).
Alguns tipos de Goblins:
Knockers (goblins batedores): Estes não são maus, ao contrário da maioria dos goblins. Habitam minas de estanho e cobalto, especialmente na Cornualha e Devon. Gostam de pregar peças, fazendo caretas e dançando de forma exótica, dando sustos nos mineiros, mas também podem avisar através de batidas onde há veios de minerais preciosos. Eles não gostam que assobiem ou falem palavrões e os mineiros que cometem essa descortesia recebem de troco uma chuva de pedras mágicas.
Kobolds - Velhos conhecidos de quem joga RPG, são a versão alemã dos Knockers. Mais travessos e costumam desfazer o trabalho dos mineiros, atrapalhando-os só por diversão. De vez em quando, ajudam, mas não é muito comum.
Wichtlein - Típicos da minas alemãs, habitam as minas e anunciam a morte de um mineiro batendo palmas ligeiramente três vezes. Também prenunciam acidentes, cavando e fazendo barulhos que imitam o trabalho dos mineiros.
Coblynau ou Koblernigh - São os goblins galeses e avisam sobre um rico veio de minério através de batidas com suas picaretas e martelos. Por vezes, apenas brincam, imitando o trabalho dos mineiros. Ao contrário dos goblins que são pequenos, os coblynays tem quase o tamanho de um homem comum, mas com a aparência de anões. Um grupo de 15 ou 16 deles foram vistos na paróquia de Bodfari, Denighshire. Eles estavam dançando freneticamente algum tipo de dança folclórica de forma rebelde e rápida. Estavam vestidos como soldados ingleses com lenços vermelhos com bolinhas amarelas na cabeça.
Bogil - É como chamam os exércitos de goblins de várias formas, alguns em formas de animais. Alguns desses exércitos são maus, mas outros simplesmente bagunceiros e gostam de pregar peças.
Puck - Um Hobgoblin sem modos e muito levado que ficou famoso graças a Shakespeare. Pode mudar de forma e está ligado ao Pooka irlandês e ao Puca galês.
Bogles - Um tipo de goblin de índole má que prefere gastar sua crueldade com assassinos e mentirosos.
Gorro vermelho - Um dos tipos mais cruéis de goblin, habita castelos e torres assombrados. A cor de seu gorro é acentuada por sangue humano.
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
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Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
Trolls
Os Trolls são provenientes do folclore escandinavo. Descritos como gigantes horrendos como os ogros ou também como uma pequena criatura semelhante aos goblins. Vivem nas florestas e montanhas, cavernas ou grutas subterrâneas. Possuem caudas como os animais e comumente são descritos como maldosos ou estúpidos.
Na literatura nórdica aparecem com várias formas e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhe foram atribuídas várias características como a transformação dessas criaturas em pedras quando expostas à luz solas e ainda a perda de poder ao ouvirem o badalar dos sinos das igrejas.
Na literatura nórdica aparecem com várias formas e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhe foram atribuídas várias características como a transformação dessas criaturas em pedras quando expostas à luz solas e ainda a perda de poder ao ouvirem o badalar dos sinos das igrejas.
Os penhascos de pedra de Trold-Tindterne (Picos de Troll) no centro da Noruega são ditos serem dois exércitos de trolls que uma vez travaram uma grande batalha até o sol nascer quando então, foram transformados em pedras.
Muitos contos falam de barganhas entre Trolls e humanos. Uma dessas histórias fala de um homem chamado Esbern que era apaixonado por uma moça, cuja pai não deixaria a filha casar-se até Esbern construir uma bela igreja. Um troll concordou em construir a igreja para Esbern com a condição de que se Esbern não descobrisse seu nome até o fim do trabalho, ele tomaria os olhos e a alma de Esbern para si. Por mais que tentasse, Esbern não conseguia descobrir o nome do troll. Ele se desesperou e sua amada orou por ele. Naquele momento, Esbern ouviu a esposa do troll cantar para seu bebê e em sua canção continha o nome de seu marido. Com isso, Esbern tornou-se livre do pagamento. Após o povo do norte da Europa se converter ao cristianismo, muitas de suas histórias passaram a contar com a oração como uma defesa contra os trolls.
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
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Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
Brownies
Duende ou espírito doméstico do folclore da Inglaterra e Escócia, o brownie habita casas de família, onde executa labores domésticos enquanto seus habitantes dormem. Tais tarefas são feitas em troca de presentes entre os quais laticínios, sua comida preferida. Se oferecido pagamento ou roupas, o brownie, ofendido, abandona a casa sem deixar rastros, também pode desfazer tudo o que fez. Você pode agradar o brownie deixando-lhe uma oferenda como um pouco de creme de leite, um pão doce e quentinho ou um pedaço de bolo coberto com mel. Também pode servir um pouco de cerveja ou leite açucarado para eles. Antigamente na Escócia, havia as chamadas Pedras Dos Brownies onde eram depositadas oferendas a esses elementais.
Os brownies são descritos como homenzinhos de pele amarronzada que mediriam entre 30 e 60 cm. São mais ouvidos do que vistos. De espírito prestativo e benéfico, podem se tornar malignos se contrariados.
Espíritos domésticos que agem à maneira dos brownies também são encontrados em outras culturas, como por exemplo o tomte finlandês, o Heinzelmännchen alemão e o domovoi russo.
A palavra portuguesa duende se origina do español dueño de casa (dono de casa) e exprime um conceito semelhante.
É a variação galesa do brownie que ajuda a bater manteiga se a cozinha e lareira estiverem limpos. Se for insultado, agirá como um poltergeist, atirando coisas e batendo nas paredes. Também dá beliscões, grita e bate em quem o aborrece. O buca odeia abstêmios e pessoas de nariz comprido.
Um tipo de Brownie da ilha de man, é um ser completamente forte e muito bem disposto que trabalha duramente. Não é muito inteligente e, assim como os brownies pode se ofender se um humano lhe der roupas de presente.
Tipo de Brownie que habita moinhos e executa trabalhos. Como é muito brincalhão, às vezes, atrapalha mais do que ajuda. É muito feio, tem olhos miúdos e um nariz enorme o que dá a impressão que ele não tem boca.
Os brownies são descritos como homenzinhos de pele amarronzada que mediriam entre 30 e 60 cm. São mais ouvidos do que vistos. De espírito prestativo e benéfico, podem se tornar malignos se contrariados.
Espíritos domésticos que agem à maneira dos brownies também são encontrados em outras culturas, como por exemplo o tomte finlandês, o Heinzelmännchen alemão e o domovoi russo.
A palavra portuguesa duende se origina do español dueño de casa (dono de casa) e exprime um conceito semelhante.
Buca
É a variação galesa do brownie que ajuda a bater manteiga se a cozinha e lareira estiverem limpos. Se for insultado, agirá como um poltergeist, atirando coisas e batendo nas paredes. Também dá beliscões, grita e bate em quem o aborrece. O buca odeia abstêmios e pessoas de nariz comprido.
Fenodoree
Um tipo de Brownie da ilha de man, é um ser completamente forte e muito bem disposto que trabalha duramente. Não é muito inteligente e, assim como os brownies pode se ofender se um humano lhe der roupas de presente.
Kilmoulis
Tipo de Brownie que habita moinhos e executa trabalhos. Como é muito brincalhão, às vezes, atrapalha mais do que ajuda. É muito feio, tem olhos miúdos e um nariz enorme o que dá a impressão que ele não tem boca.
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
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Elementais
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
Como se comportar na presença de um elfo
Dê atenção a sua aparência
Elfos são muito observadores e a primeira coisa que repararão será a sua aparência. Você não precisa estar elegantemente vestido como se fosse para uma festa, mas precisa vestir algo bonito, fazer um penteado legal e por uma corzinha no rosto. Mesmo se for mulher e for atrair uma elfa e não um elfo, aí sim é que tem de se arrumar porque os elfos, assim como as fadas, gostam de estar perto de pessoas bonitas. Se tiver os cabelos longos pode ajeitá-los numa bela trança lateral. Elfos são travessos e adoram trançar os cabelos dos outros (assim como os duendes e as ninfas), se você trançar seu cabelo primeiro evita que eles se sintam tentados a ver como eles ficam trançados depois. Teve uma época que eu sempre dormia com o cabelo trançado senão ele acordava cheio de nós.
Os elfos com os quais eu lido tem demonstrado preferência por cores fortes como preto e vermelho, mas gostam também de azul e branco. Para você que está começando agora e gosta de preto, tente combinar essa cor com verde, branco, vermelho ou então amarelo. Elfos gostam de todas as cores, mas especialmente quando combinadas de forma harmônica. Se ainda estiver na dúvida, opte pelas tradicionais: Branco, amarelo e verde.
Não esqueça do principal… O sorriso! Elfos são alegria pura e não gostam de ver ninguém sofrendo, logo se você insistir em ficar emburrado, só pra te tirar do sério, eles podem te pregar alguma peça.
Não tenha medo
O medo atrapalha porque os deixa pouco à vontade para se mostrarem a você, então, nada de sentir medo! Assista a O Senhor Dos Anéis, A Saga (é um filme muito legal, aliás, acho que é uma trilogia, chama “A Saga” mesmo) ou jogue o bom e velho RPG só para descontrair um pouco e pegar rápido o espírito da coisa. Além do mais, ver um filme (ler um livro ou jogar um jogo) deles vai ajudá-los a buscar em sua mente formas-pensamentos para se mostrarem a você.
Sempre que um elemental deseja se mostrar a alguém, ele busca na mente da pessoa o que ela acredita sobre isso e sobre aquilo… Logo, alguém que nunca ouviu falar em elementais ou que não acredita neles, ainda assim pode vê-los e interagir com eles, embora, eles possam estar disfarçados como fantasmas ou anjos. Por que eles fazem isso? Simplesmente porque sabem que certas pessoas são teimosas e que, por mais que você explique a elas que há mais coisas entre o céu e a terra, elas escolhem não acreditar, então, os elementais preferem não perder tempo e paciência tentando convencer a ninguém e, portanto, se mostram dentro das possibilidades que lhe são apresentadas. Se você acredita em elfos, eles verão qual a sua ideia de elfo e aí a vestirão para se aproximarem e ao mesmo tempo te agradarem. Depois, conforme os laços forem se estreitando, eles revelam aos poucos a verdade sobre como realmente são.
Alguns elfos acham engraçado a forma como os idealizamos (com trajes medievais e sempre armados com arco e flecha), mas ainda assim, aceitam se fantasiar como nos filmes e jogos só para nos agradar. Eles podem mudar a aparência física, então não espere que a primeira forma a qual eles se apresentem a você seja de fato a aparência real deles. Também não se surpreenda se der de cara com um Legolas ou uma Tauriel, porque eles podem alterar a aparência física e acham isso divertido!
Elfos nem sempre confiam em humanos, por isso, não espere que ele diga seu verdadeiro nome (há muitas lendas e também feitiços entre o povo deles que pode se realizar com apenas um nome, por isso, isso é sagrado pra eles; também há crença de que elfos só recebem um nome na fase adulta), mas como você precisa chamá-lo por um nome, escolha você mesmo um para ele, ou, então, pergunte a ele como pode chamá-lo. Todos os elfos que mexo, fui eu quem tive de dar nomes a eles porque eles nunca me disseram seus nomes reais por mais que eu insistisse.
Seja educado
Nada de piadinhas sem graça ou desrespeito ou os elfos podem lhe pregar uma peça nada agradável! Lembre-se que eles ouvem seus pensamentos… Podem não dizer nada, mas eles ouvem tão claro como se você tivesse dito em voz alta, então, tente não pensar coisas que possam ofendê-los ou irritá-los, se pensar, é só disfarçar, buscando uma justificativa para aquilo ou pense em várias coisas aleatórias. Outro truque para enganar esses telepatas é elogiá-los. Costuma funcionar logo após uma mancada. Pense “oh, que olhos lindos esse elfo tem! E por Sunna! Que cabelos maravilhosos”, isso apenas se você perceber que os ofendeu. Elementais são vaidosos e adoram elogios.
Dê um presente a eles
Isso não é obrigatório, mas se quiser causar uma boa impressão a eles, dê alguma bijuteria ou um doce. Eles se agradam especialmente com bolo de chocolate ou coco, mas também serve cupcake, biscoitos e balas de leite e chocolate (ou hortelã). Para os elfos, dividir o alimento é algo sagrado é eles jamais negam alimento ou água a quem quer que seja, portanto, você também não deve negar a eles, ou eles podem se aborrecer e se afastar. Não significa que você é obrigado a dar-lhes sempre oferendas, mas quando o fizer, que seja de coração, porque eles são como crianças, adoram doces e nada os deixa mais felizes, esses fofos!
E se eles quiserem ficar?
Alguns elementais assumem o papel de guardiões e se insistirem em ficar ao nosso lado é porque eles desejam nos proteger ou se alegram com nossa companhia (ou os dois). Portanto, não estranhe se ainda sentir a presença dos elfos mesmo, dias após o ritual. Apenas estabeleça regras básicas de convivência, caso o elfo seja criança e se mostre levado. Basta falar sério com ele e explicar que ele deve se comportar porque é o que se espera de um ser mágico como ele. As broncas devem sempre conter uma persuasão com um elogio embutido, por exemplo: “Um elfo bonito ou tão poderoso não pode desperdiçar seu poder e tempo agindo como uma criança boba! Esperava mais de você, amigo!”. Dessa forma, você pode persuadi-lo a se comportar bem, uma vez que eles são meio narcisistas.
E… Deu ruim! E agora?
Se os elfos insistirem em ser indisciplinados, primeiro, tente uma conversa séria com eles. Então, tente dar-lhes uma oferenda para apaziguar-lhes, e se não funcionar, acenda uma vela para a deusa Sunna (na mitologia nórdica, essa deusa é conhecida também como a rainha dos elfos e dizem que com apenas um olhar, ela pode transformar em pedra elfos sombrios ou anões perversos) e explique a ela sua situação, peça-lhe por favor para que ela conscientize os elfos para que eles se comportem e não te aborreçam mais. Isso deve funcionar. Lembrando que os elfos só costumam ser travessos ou odiosos quando irritados ou ofendidos. Se tiver dificuldades em contatá-los ou quiser mais segurança em seus rituais, contate antes a deusa Sunna (você pode ler mais a respeito dela, em “deusas”, é só buscar nos marcadores do blog). ©
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Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
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Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
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