domingo, 4 de março de 2018

Goblins






Goblins são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes. Fazem parte do folclore nórdico, nas lendas eles vivem fazendo brincadeiras de mau gosto. Podem ser equiparadas aos trasgos e tardos do folclore português.
O termo goblin origina-se do francês antigo "gobelin", evoluído do latim medieval "gobelinus", que parece estar relacionado a "cobalus", do grego κόβαλος (kóbalos): "enganador" ou "desonesto".
Os goblins são normalmente associados ao mal. Diz-se que são feios e assustadores, fazem feitiçarias, estragam a comida, travam guerras contra os gnomos.
Em algumas mitologias os goblins possuem grande força. Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras, florestas ou cidades.

Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. Dentre seus armamentos se encontra a clava, o machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.

Eles pertencem ao grupo dos goblinóides dividindo-se em goblins, hobgoblins (parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).



Alguns tipos de Goblins:



Knockers (goblins batedores): Estes não são maus, ao contrário da maioria dos goblins. Habitam minas de estanho e cobalto, especialmente na Cornualha e Devon. Gostam de pregar peças, fazendo caretas e dançando de forma exótica, dando sustos nos mineiros, mas também podem avisar através de batidas onde há veios de minerais preciosos. Eles não gostam que assobiem ou falem palavrões e os mineiros que cometem essa descortesia recebem de troco uma chuva de pedras mágicas.

Kobolds - Velhos conhecidos de quem joga RPG, são a versão alemã dos Knockers. Mais travessos e costumam desfazer o trabalho dos mineiros, atrapalhando-os só por diversão. De vez em quando, ajudam, mas não é muito comum.

Wichtlein - Típicos da minas alemãs, habitam as minas e anunciam a morte de um mineiro batendo palmas ligeiramente três vezes. Também prenunciam acidentes, cavando e fazendo barulhos que imitam o trabalho dos mineiros.

Coblynau ou Koblernigh - São os goblins galeses e avisam sobre um rico veio de minério através de batidas com suas picaretas e martelos. Por vezes, apenas brincam, imitando o trabalho dos mineiros. Ao contrário dos goblins que são pequenos, os coblynays tem quase o tamanho de um homem comum, mas com a aparência de anões. Um grupo de 15 ou 16 deles foram vistos na paróquia de Bodfari, Denighshire. Eles estavam dançando freneticamente algum tipo de dança folclórica de forma rebelde e rápida. Estavam vestidos como soldados ingleses com lenços vermelhos com bolinhas amarelas na cabeça.

Bogil - É como chamam os exércitos de goblins de várias formas, alguns em formas de animais. Alguns desses exércitos são maus, mas outros simplesmente bagunceiros e gostam de pregar peças.



Puck - Um Hobgoblin sem modos e muito levado que ficou famoso graças a Shakespeare. Pode mudar de forma e está ligado ao Pooka irlandês e ao Puca galês.


Bogles - Um tipo de goblin de índole má que prefere gastar sua crueldade com assassinos e mentirosos.

Gorro vermelho - Um dos tipos mais cruéis de goblin, habita castelos e torres assombrados. A cor de seu gorro é acentuada por sangue humano.




Sobre a Autora:

Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.

Trolls



Os Trolls são provenientes do folclore escandinavo. Descritos como gigantes horrendos como os ogros ou também como uma pequena criatura semelhante aos goblins. Vivem nas florestas e montanhas, cavernas ou grutas subterrâneas. Possuem caudas como os animais e comumente são descritos como maldosos ou estúpidos.
             Na literatura nórdica aparecem com várias formas e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhe foram atribuídas várias características como a transformação dessas criaturas em pedras quando expostas à luz solas e ainda a perda de poder ao ouvirem o badalar dos sinos das igrejas.
            Os penhascos de pedra de Trold-Tindterne (Picos de Troll) no centro da Noruega são ditos serem dois exércitos de trolls que uma vez travaram uma grande batalha até o sol nascer quando então, foram transformados em pedras.
                Muitos contos falam de barganhas entre Trolls e humanos. Uma dessas histórias fala de um homem chamado Esbern que era apaixonado por uma moça, cuja pai não deixaria a filha casar-se até Esbern construir uma bela igreja. Um troll concordou em construir a igreja para Esbern com a condição de que se Esbern não descobrisse seu nome até o fim do trabalho, ele tomaria os olhos e a alma de Esbern para si. Por mais que tentasse, Esbern não conseguia descobrir o nome do troll. Ele se desesperou e sua amada orou por ele. Naquele momento, Esbern ouviu a esposa do troll cantar para seu bebê e em sua canção continha o nome de seu marido. Com isso, Esbern tornou-se livre do pagamento. Após o povo do norte da Europa se converter ao cristianismo, muitas de suas histórias passaram a contar com a oração como uma defesa contra os trolls.



Sobre a Autora:

Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.

Brownies



Duende ou espírito doméstico do folclore da Inglaterra e Escócia, o brownie habita casas de família, onde executa labores domésticos enquanto seus habitantes dormem. Tais tarefas são feitas em troca de presentes entre os quais laticínios, sua comida preferida. Se oferecido pagamento ou roupas, o brownie, ofendido, abandona a casa sem deixar rastros, também pode desfazer tudo o que fez. Você pode agradar o brownie deixando-lhe uma oferenda como um pouco de creme de leite, um pão doce e quentinho ou um pedaço de bolo coberto com mel. Também pode servir um pouco de cerveja ou leite açucarado para eles. Antigamente na Escócia, havia as chamadas Pedras Dos Brownies onde eram depositadas oferendas a esses elementais.
         Os brownies são descritos como homenzinhos de pele amarronzada que mediriam entre 30 e 60 cm. São mais ouvidos do que vistos. De espírito prestativo e benéfico, podem se tornar malignos se contrariados.
          Espíritos domésticos que agem à maneira dos brownies também são encontrados em outras culturas, como por exemplo o tomte finlandês, o Heinzelmännchen alemão e o domovoi russo.
        A palavra portuguesa duende se origina do español dueño de casa (dono de casa) e exprime um conceito semelhante.


Buca



É a variação galesa do brownie que ajuda a bater manteiga se a cozinha e lareira estiverem limpos. Se for insultado, agirá como um poltergeist, atirando coisas e batendo nas paredes. Também dá beliscões, grita e bate em quem o aborrece. O buca odeia abstêmios e pessoas de nariz comprido.


Fenodoree



Um tipo de Brownie da ilha de man, é um ser completamente forte e muito bem disposto que trabalha duramente. Não é muito inteligente e, assim como os brownies pode se ofender se um humano lhe der roupas de presente.


Kilmoulis



Tipo de Brownie que habita moinhos e executa trabalhos. Como é muito brincalhão, às vezes, atrapalha mais do que ajuda. É muito feio, tem olhos miúdos e um nariz enorme o que dá a impressão que ele não tem boca.


Sobre a Autora:

Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente. Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais. Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.

Como se comportar na presença de um elfo


Você vai fazer um feitiço para contatar os elfos e aí bate aquela dúvida: “Como se comportar na presença deles?”. O post de hoje é sobre isso. Bora conferir?



Dê atenção a sua aparência



Elfos são muito observadores e a primeira coisa que repararão será a sua aparência. Você não precisa estar elegantemente vestido como se fosse para uma festa, mas precisa vestir algo bonito, fazer um penteado legal e por uma corzinha no rosto. Mesmo se for mulher e for atrair uma elfa e não um elfo, aí sim é que tem de se arrumar porque os elfos, assim como as fadas, gostam de estar perto de pessoas bonitas. Se tiver os cabelos longos pode ajeitá-los numa bela trança lateral. Elfos são travessos e adoram trançar os cabelos dos outros (assim como os duendes e as ninfas), se você trançar seu cabelo primeiro evita que eles se sintam tentados a ver como eles ficam trançados depois. Teve uma época que eu sempre dormia com o cabelo trançado senão ele acordava cheio de nós.
      Os elfos com os quais eu lido tem demonstrado preferência por cores fortes como preto e vermelho, mas gostam também de azul e branco. Para você que está começando agora e gosta de preto, tente combinar essa cor com verde, branco, vermelho ou então amarelo. Elfos gostam de todas as cores, mas especialmente quando combinadas de forma harmônica. Se ainda estiver na dúvida, opte pelas tradicionais: Branco, amarelo e verde.
      Não esqueça do principal… O sorriso! Elfos são alegria pura e não gostam de ver ninguém sofrendo, logo se você insistir em ficar emburrado, só pra te tirar do sério, eles podem te pregar alguma peça.




Não tenha medo



O medo atrapalha porque os deixa pouco à vontade para se mostrarem a você, então, nada de sentir medo! Assista a O Senhor Dos Anéis, A Saga (é um filme muito legal, aliás, acho que é uma trilogia, chama “A Saga” mesmo) ou jogue o bom e velho RPG só para descontrair um pouco e pegar rápido o espírito da coisa. Além do mais, ver um filme (ler um livro ou jogar um jogo) deles vai ajudá-los a buscar em sua mente formas-pensamentos para se mostrarem a você.
        Sempre que um elemental deseja se mostrar a alguém, ele busca na mente da pessoa o que ela acredita sobre isso e sobre aquilo… Logo, alguém que nunca ouviu falar em elementais ou que não acredita neles, ainda assim pode vê-los e interagir com eles, embora, eles possam estar disfarçados como fantasmas ou anjos. Por que eles fazem isso? Simplesmente porque sabem que certas pessoas são teimosas e que, por mais que você explique a elas que há mais coisas entre o céu e a terra, elas escolhem não acreditar, então, os elementais preferem não perder tempo e paciência tentando convencer a ninguém e, portanto, se mostram dentro das possibilidades que lhe são apresentadas. Se você acredita em elfos, eles verão qual a sua ideia de elfo e aí a vestirão para se aproximarem e ao mesmo tempo te agradarem. Depois, conforme os laços forem se estreitando, eles revelam aos poucos a verdade sobre como realmente são.
       Alguns elfos acham engraçado a forma como os idealizamos (com trajes medievais e sempre armados com arco e flecha), mas ainda assim, aceitam se fantasiar como nos filmes e jogos só para nos agradar. Eles podem mudar a aparência física, então não espere que a primeira forma a qual eles se apresentem a você seja de fato a aparência real deles. Também não se surpreenda se der de cara com um Legolas ou uma Tauriel, porque eles podem alterar a aparência física e acham isso divertido!
        Elfos nem sempre confiam em humanos, por isso, não espere que ele diga seu verdadeiro nome (há muitas lendas e também feitiços entre o povo deles que pode se realizar com apenas um nome, por isso, isso é sagrado pra eles; também há crença de que elfos só recebem um nome na fase adulta), mas como você precisa chamá-lo por um nome, escolha você mesmo um para ele, ou, então, pergunte a ele como pode chamá-lo. Todos os elfos que mexo (com exceção da Gaion), fui eu quem tive de dar nomes a eles porque eles nunca me disseram seus nomes reais por mais que eu insistisse.



Seja educado




Nada de piadinhas sem graça ou desrespeito ou os elfos podem lhe pregar uma peça nada agradável! Lembre-se que eles ouvem seus pensamentos… Podem não dizer nada, mas eles ouvem tão claro como se você tivesse dito em voz alta, então, tente não pensar coisas que possam ofendê-los ou irritá-los, se pensar, é só disfarçar, buscando uma justificativa para aquilo ou pense em várias coisas aleatórias. Outro truque para enganar esses telepatas é elogiá-los. Costuma funcionar logo após uma mancada. Pense “oh, que olhos lindos esse elfo tem! E por Sunna! Que cabelos maravilhosos”, isso apenas se você perceber que os ofendeu. Elementais são vaidosos e adoram elogios. 




Dê um presente a eles



Isso não é obrigatório, mas se quiser causar uma boa impressão a eles, dê alguma bijuteria ou um doce. Eles se agradam especialmente com bolo de chocolate ou coco, mas também serve cupcake, biscoitos e balas de leite e chocolate (ou hortelã). Para os elfos, dividir o alimento é algo sagrado é eles jamais negam alimento ou água a quem quer que seja, portanto, você também não deve negar a eles, ou eles podem se aborrecer e se afastar. Não significa que você é obrigado a dar-lhes sempre oferendas, mas quando o fizer, que seja de coração, porque eles são como crianças, adoram doces e nada os deixa mais felizes, esses fofos!





E se eles quiserem ficar?



Alguns elementais assumem o papel de guardiões e se insistirem em ficar ao nosso lado é porque eles desejam nos proteger ou se alegram com nossa companhia (ou os dois). Portanto, não estranhe se ainda sentir a presença dos elfos mesmo, dias após o ritual. Apenas estabeleça regras básicas de convivência, caso o elfo seja criança e se mostre levado. Basta falar sério com ele e explicar que ele deve se comportar porque é o que se espera de um ser mágico como ele. As broncas devem sempre conter uma persuasão com um elogio embutido, por exemplo: “Um elfo bonito ou tão poderoso não pode desperdiçar seu poder e tempo agindo como uma criança boba! Esperava mais de você, amigo!”. Dessa forma, você pode persuadi-lo a se comportar bem, uma vez que eles são meio narcisistas.





E… Deu ruim! E agora?



Se os elfos insistirem em ser indisciplinados, primeiro, tente uma conversa séria com eles. Então, tente dar-lhes uma oferenda para apaziguar-lhes, e se não funcionar, acenda uma vela para a deusa Sunna (na mitologia nórdica, essa deusa é conhecida também como a rainha dos elfos e dizem que com apenas um olhar, ela pode transformar em pedra elfos sombrios ou anões perversos) e explique a ela sua situação, peça-lhe por favor para que ela conscientize os elfos para que eles se comportem e não te aborreçam mais. Isso deve funcionar. Lembrando que os elfos só costumam ser travessos ou odiosos quando irritados ou ofendidos. Se tiver dificuldades em contatá-los ou quiser mais segurança em seus rituais, contate antes a deusa Sunna (você pode ler mais a respeito dela, em “deusas”, é só buscar nos marcadores do blog). ©

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Dias em que Elementais podem ser vistos



   Os elementais podem ser contatados em certos dias especiais do ano como nos Solsticíos, no halloween até o dia 02 de novembro (dia dos finados), no dia 11 de novembro (dia de São Martin), no dia de São João e no natal.
  A seguir, veja os dias de novembro e dezembro em que alguns espíritos caminharão entre nós.

 

24 de novembro -  Berchta

 


Antiga comemoração de Berchta ou Percht, a Deusa Mãe da Alemanha e da Áustria. Chamada de "Mulher Elfo", ela sobrevoava a terra envolta em seu manto de neblina e fertilizava os campos e os animais. Como não tolerava a preguiça, ela inspecionava os teares e, caso encontrasse algum
trabalho malfeito ou alguma casa em desordem, ela arranhava ou feria a tecelã descuidada. Em suas festas, as pessoas comiam panquecas e bebiam leite, deixando uma parte para Berchta. Ela vinha comer furtivamente e, caso alguém espiasse, recebia como castigo uma cegueira temporária.
Ela desce nas noites entre 22 de dezembro e 6 de janeiro e percorre a terra em sua carroça, disfarçada, concedendo presentes a todos aqueles que foram generosos e punindo aqueles que foram preguiçosos.
Após o advento do cristianismo, ela foi convertida numa "bruxa" para as crianças nas histórias de contos de fadas.


1 de dezembro

 

Domojov

Dia dos seres elementais nos países eslavos.
 Os povos eslavos acreditavam na existência de vários tipos de elementais ou o "Pequeno Povo", como eram chamados nas tradições celtas.
 Os Domovoj eram os elfos caseiros; eles moravam atrás das lareiras nas casas que eles tinham adotado e eram extremamente leais às famílias que os abrigavam.
Os Bannik viviam nos banheiros e gostavam de encontrar uma vasilha com água
fresca colocada a seu dispor após o anoitecer.
Os Vazila cuidavam do cavalos e os Bagan, das cabras e das ovelhas.
Os Poleviki, os elfos dos campos, viviam nos trigais e prejudicavam as
colheitas se não recebessem agrados e respeitos.
Homenagens celtas para as Senhoras Verdes, os elfos que moram nos carvalhos, teixos, salgueiros, freixos, pimheiros ou macieiras.
Todas as árvores deveriam ser tratadas com respeito para que as Senhoras verdes não se ofendessem. Eram elas que davam a permissão para que os galhos fossem cortados ou os frutos colhidos.
Celebração de Pallas Athena, na Grécia e de Minerva, em Roma, a deusa da
sabedoria e da justiça.


3 de dezembro

 


Antiga comemoração de Airmid, a deusa irlandesa da cura. Embora pouco conhecida, Airmid era uma famosa curandeira, utilizando ervas e pertencia aos Tuatha de Danaan, grupo de divindades pré-celtas. Ela surgia vestida com um manto coberto de ervas e protegia todos aqueles que as utilizavam em curas.


5 de dezembro


Véspera de Sinterklaas, o dia de São Nicolau na Holanda, quando as crianças colocam seus sapatos ou botas de feltro nas janelas para receberem presentes do velho Sinter Klaas, transformado posteriormente em Santa Klaus; em troca, devem deixar cenouras e feno para seu cavalo. As crianças levadas recebem um feixe de galhos de salgueiro, pedaços de carvão ou um diabinho vermelho, enquanto que as boas ganham doces e brinquedos.
Esses costumes e os contos a eles relacionados são reminiscências dos antigos rituais xamânicos.   



10 de dezembro


 Celebração de Danu ou Dana, a Deusa Mãe irlandesa, guardiã do conhecimento,
protetora das famílias e tribos, regente da terra, da água e da constelação de Cassiopéia, chamada Llys Don, a corte de Danu, em sua homenagem. A mais importante das antigas deusas irlandesas, Danu era a dirigente de uma tribo de divindades nomeada Tuatha de Danaan, o povo de Danu, que depois foram diminuídos (pelos mitos posteriores às invasões dos povos celtas) a uma classe de fadas chamadas Daoine Sidhe. Seu nome, Dan, significava conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto que outras fontes equiparavam-na à deusa Anu.
Segundo as lendas, os Tuatha de Dannan, exímios magos, sábios, artistas e artesãos, foram vencidos pelos rudes e guerreiros Milesianos, retraindo-se nos Mundos Internos das colinas, chamadas "sidhe".
Festival romano Lux Mundi, dedicado à deusa Lucina, modernização na França como um festival dedicado à Deusa da Liberdade, com procissões de velas e orações de esperança.

 

11 de dezembro


Comemoração japonesa da deusa Yuki One, "A Donzela de Neve", o espírito da morte pelo frio. Ela aparecia para aqueles que tinham se perdido nas montanhas geladas como uma mulher pálida e silenciosa, cantando suavemente para adormecerem para que ela soprasse sobre eles o hálito
frio da morte.

 

 

12 de dezembro


 Angeronália, dia consagrado a Angerona, a deusa romana do silêncio, da ordem e do medo, que produz ou alivia. Suas estátuas representavam-na com um dedo sobre os lábios ou com a boca amarrada. Era invocada para guardar segredos ou vencer os medos, restabelecendo o equilíbrio. Alguns autores consideram-na a padroeira do inverno, dedicando-lhe a regência do solstício.
Sada, fetival zoroatriano do fogo celebrando a vitória das forças do bem e da luz sobre o male a escuridão.


18 de dezembro



 Nos países celtas, festejava-se a deusa eqüina Epona, cujo culto foi mantido pelos romanos e sincretizado ao da deusa romana Ops.
Epona era considerada, pelos romanos, como a protetora dos cavalos, enquanto Bubona era a proterora do gado. Epona era representada de três maneiras: cavalgando uma égua branca; em pé, cercada de cavalos ou deitada nua sobre um cavalo. Às vezes, segurava um cálice ou um prato redondo ou ainda uma cornucópia. Segundo algumas fontes, Epona originou um verdadeiro culto ao cavalo, cujas reminiscências são encontradas nas gigantes reproduções de cavalos em várias colinas calcárias da Inglaterra e na frequência do nome Cavalo Branco para lugares, lendas (como a de Lady Godiva) e de "fantasmas" de mulheres a cavalo.
Epona detinha o poder sobre o ciclo da vida dos homens, do berço ao túmulo e por isso seus símbolos eram um pano branco e uma chave, que abria todas as portas do além.
Comemoração da antiga deusa eqüina irlandesa Etain, "A Veloz", a padroeira da magia e da cura. Etain era também uma deusa solar, padroeira irlandesa da medicina. Filha do deus da cura Dan Cecht, ela casou-se com Ogma, o deus da literatura e da eloquência.

 

19 de dezembro


 Na China, as pessoas se reúnem nas cozinhas decoradas com flores, acendem velas, queimam incenso e festejam com pastéis, carne de porco e vinho de arroz, levando, depois, um pouco como oferenda para as árvores. Este dia é considerado muito favorável para noivados e casamentos.
Comemorações para as deusas romanas Sabina, da fertilidade e Orbona, a protetora das crianças órfãs ou com doenças terminais.
Dia dos Mortos no Egito. As pessoas deixam lamparinas acesas e comida nos túmulos em homenagem aos familiares falecidos.


Dias  25 de dezembro


No folclore alemão,  há uma lenda sobre uma bruxa chamada Lutzelfrau, que voava montada em sua vassoura levando infortúnios para aqueles que não a  presenteavam. De acordo com um antigo costume dos camponeses, neste dia as crianças usavam máscaras e iam de casa em casa pedindo dinheiro e doces em nome de Lutzelfrau. A origem desta lenda é a antiga celebração da deusa Perchta, a Mãe Terra, que era homenageada com oferendas para que proporcionasse um ano abundante e feliz.
 

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