quinta-feira, 3 de maio de 2018

Elementais Vampiros


Vampiros Astrais são seres (desencarnados ou não) que se alimentam de nossa energia vital. Muito se fala em humanos (desencarnados ou não) que assumem essa função, mas eles não são os únicos, podendo os elementais também vampirizarem pessoas.



Como identificar um vampiro


Seja humano ou elemental, morto ou vivo, os vampiros seguem um padrão que ajuda os identificar.

*Melancólicos ou depressivos: Eles estão sempre tristes e chorando. Nada está bom para eles. A vida não faz sentido, a morte não faz sentido… Ninguém os ama… Sempre a mesma ladainha. Lembre-se: ficar triste é normal e acontece, mas aquelas pessoas que estão sempre tristes não são normais. Se você é assim, então, faça algo para mudar. Busque Deus, procure um psicólogo ou dê um jeito de mudar o que não te faz feliz. Ficar inspirando pena nos outros não é o melhor caminho. Nada de dizer que você faz tudo errado ou que é um lixo, mude isso! Só você pode fazer algo por si mesmo!
Vampiros, em geral, gostam de explorar a própria dor, mais que isso… Gostam de fazer os outros sentirem sua dor, pois apenas machucando o outro é que ele encontra algum prazer.
Na maioria das vezes, alguém se torna um vampiro astral através do suicídio. Este tende a ser um processo longo e sofrido, pois ele definha em vida até se matar quando sofre no Umbral, muitas vezes seu espírito permanece preso a seu corpo inerte enquanto ele sente os vermes a devorá-lo, depois, ele é arrastado para o Umbral onde é atormentado e vampirizado por outros seres inferiores que ali se encontram. Nesse processo, pode perder muita energia e se assemelhar ao que eu gosto de chamar de “zumbi”, pois a aparência e o comportamento lembram em muito este ser.
Estas almas que foram drenadas até o limite não podem morrer porque já estão mortas, então, o que acontece é o seguinte… Elas se tornam selvagens e assumem uma aparência primitiva. Almas assim são controladas por seres sombrios que podemos chamar de “demônios”.
No Espiritismo não se acredita em demônios tais como nas demais crenças; o que chamamos de demônio seria, na realidade, apenas uma alma muito sombria, mas que, posteriormente, poderia se arrepender de seus atos e evoluir, tornando-se o que chamamos de anjo ou quase…
A forma mais fácil de uma dessas almas sair desse estado selvagem é se alimentando da energia alheia, dessa forma, nascem os vampiros. Uma vez que se alimentam de energia, não podem parar de uma vez ou retornam aquele estado selvagem onde voltam a sentir dor.
O suicida não consegue escapar da dor ao se matar, ao contrário, ele a amplia, por isso, se matar não é a solução. Para quem quiser ter uma ideia do que aguarda um suicida após a sua morte, eu recomendo que leiam Memórias De Um Suicida da médium Yvonne A. Pereira, O Martírio Dos Suicidas de Almerindo Martins de Castro.

*Viciados em sexo: Isso não se aplica a todos, mas muitos vampiros buscam aliviar sua dor através do sexo, logo se viciam naquele prazer e querem sempre mais e mais, dessa forma, também drenam energia alheia. O inverso também pode acontecer e a libido diminuir de forma que ele fique tão deprimido que não encontre prazer no ato, nesse caso, ele é o típico “vampiro suicida”, ou seja, o citado anteriormente.

*Obsessivos: Essa característica jamais foge deles. Sendo o vampiro um parasita, ele escolhe a dedo sua presa e se agarra a ela, drenando-a até levá-la a loucura e posteriormente a morte. São ciumentos e extremamente possessivos, claro, eles tem de proteger a fonte de alimento deles. Se livrar de um é muito difícil, porque, uma vez que eles conhecem nossas fraquezas, sabem bem como apelar para a parte que nos toca.

*Chantagistas emocionais: Pense em um ser que não tem vergonha de chorar ou se humilhar? Assim são os vampiros. Agindo dessa forma, eles confundem suas presas, fazendo elas pensarem que agiram errado e que eles (os vampiros) as amam. Todos querem ser amados e o vampiro não é exceção, porém, ele não tem boas intenções. Em primeiro lugar, só se importa consigo mesmo. Em segundo, eles não mudam e não aprendem com seus erros.
Quando não cedemos as suas chantagens emocionais, eles podem ser tornar agressivos e mostrar sua verdadeira face, é nessa hora que podem ser cruéis e dizer coisas muito desagradáveis. Se permitir que isso te abale, eles terão vencido.

*Eles sempre voltam: Se livrar de um vampiro é difícil e demanda força de vontade. De nada adianta procurar um exorcista, um pastor ou um médium se você continuar cedendo ao vampiro. Ele é habilidoso e conhece seus pontos fracos, sabe exatamente o que dizer ou fazer para te atrair. Você precisa resistir, encontrando algo para concentrar toda a sua atenção, e tenha em mente que ele é mau e não vale a pena voltar para ele. E esteja preparado, pois quando você está feliz da vida e acredita tê-lo superado, é quando ele reaparece para ferrar com o seu psicológico. Nessas horas você pode recair ou se manter firme e afastá-lo.

*Se agradam com a ideia da morte: Constantemente ameaçam se matar (os que estão vivos) numa forma de manipulação e quase sempre o fazem. Novamente, eu digo, em se tratando de humano, aconselhe-o a buscar ajuda e não dê bola quando ele falar em suicídio, mude de assunto. Dependendo do quão abalado o psicológico dele esteja abalado é melhor não desafiá-lo.
Lembre-se que antes de se tornar vampiro (no caso de humano), esse ser já foi vivo e provavelmente um suicida como é o caso da maioria.
Vampiros (vivos ou não) tendem a induzir suas presas a se matarem é não é porque eles companhia, mas, sim, porque desejam vampirizar a pessoa ao extremo antes de partir para a próxima vítima.


*Moldam pesadelos: Quando dormimos, nos tornamos vulneráveis a ataques de seres espirituais que podem nos arrastar para regiões sombrias onde nos impelem o medo e a dor, alimentando-se de nossa energia desprendida. O mesmo vampiro amável que se seduz e te diz coisas bonitas, te assombra e te persegue no plano astral, e nem sempre você se dá conta disso, podendo perceber tarde demais.



Elementais Vampiros



Os elementais procedem das formas citadas anteriormente e são mais perigosos que os humanos porque, na maioria das vezes, diferente dos humanos, eles não são forçados a essa condição, mas se a autoimpõe a mesma.
A fada Leanan Sidhe é um exemplo de elemental vampiro que inspira sua presa e em troca, drena sua energia e/ou o seu sangue. Mas ela não é a única. Desconfie quando sentir a presença de um elemental e, subitamente, sentir-se fraco, desanimado ou irritado. Ele pode estar sugando sua energia e, para mascarar, pode te cobrir a seguir com um pouco da luz roubada de outra pessoa. É como um investimento, ele te deslumbra com a luz alheia – já que ele não possui luz própria – e depois tira o dobro de você. O inverso também pode acontecer e ele incutir em você sentimentos ruins como raiva, depressão e ansiedade para afetar seu campo áurico.
Para não atrair um elemental desse tipo, evite contatar os elementais quando estiver se sentindo triste, irritado ou desanimado. Espere se sentir alegre ou em paz e, então atrairá algum ser sintonizado na mesma energia. Lembre-se: Nossa energia é como um espelho e atrairá exatamente o que estamos refletindo.©








Sugestão de leitura:


Livros:

*Memórias De Um Suicida da médium Yvonne A. Pereira.
*O Martírio Dos Suicidas de Almerindo Martins de Castro.
*Dramas da obsessão de Yvonne A. Pereira.
*Vampiros Astrais de Marcelo Prizmic.
*Obsessão e seus mistérios de Carlos Bernardo Loureiro.
*A obsessão, Allan Kardec.


Fanfics (todas da autora do blog):



Minha experiência com os elfos



Lembro que a primeira vez que vi O Senhor Dos Anéis fiquei encantada por essa trilogia maravilhosa e desejei atrair os elfos, mas eu era jovem demais, ainda não conhecia a fundo a Wicca e nem tinha certeza se elfos existiam. Elementais para mim se resumiam a Duendes, Sereias e Pixies.
Minha mãe queria que eu desistisse de ir para o convento (pois é, eu já quis ser freira!) e, por isso, comprovava todos os livros de Wicca que ela encontrava, também me incentivava a ver filmes de fantasia onde sereias e fadas eram os personagens principais. Eu não a culpo! Numa família de bruxas, eu era a esquisita que queria ser freira! Eu tentei mesmo converter minha mãe e minha vó, mas no final, foram elas que me converteram. Ainda assim, eu contrariei elas porque escolhi a magia branca ao passo que elas seguem a magia negra.
Minha mãe sempre trabalhou muito e, por isso, eu passava muito tempo sozinha. Meus únicos companheiros sempre foram os filmes, as novelas mexicanas e os livros. Sempre acreditei em espíritos e, desde sempre soube diferenciar anjos e “demônios” de espíritos dos mortos e Elementais. Sempre tive a consciência que sereias e duendes eram perigosos, mas não imaginava que elfos e fadas podiam ser. Na minha adolescência tinha muita informação sobre fadas, mas pouca informação sobre elfos. Basicamente, tudo o que tinha sobre eles era extraído dos livros de Tolkien ou dos jogos de RPG.
Tolkien é um escritor incrível, ninguém pode negar, mas inventou muita coisa sobre os elfos. Eu li em um site (não lembro qual, faz anos…) que ele preferiu “recriar” a sua maneira os elfos porque se desapontou muito com o folclore deles.
Já, os RPGs por sua vez, nem sempre são fonte confiável porque os criadores dos mesmos podem modificar tudo para melhor se adequar a história do jogo, fora que para eles, os elfos já foram estereotipados como seres inteligentes, belos e louros e excelentes arqueiros.
Resta apena como fonte confiável o folclore nórdico; é nos contos e lendas da Alemanha e da Grã-Bretanha, por exemplo, que podemos ter alguma ideia de como, de fato, são os elfos. Então, eles aparecem ora como seres belos e bondosos, e ora como seres sombrios e maliciosos.
Eu sequer tinha essa ideia básica quando os contatei. Aliás, eu nem conhecia um método próprio de contatá-los. Eu improvisei. Comprei um pacote de velas brancas e acendi uma, mentalizando eles, então, disse que acreditava neles e expressei o meu desejo de conhecê-los. Pedi a eles que se manifestassem de alguma forma, mesmo que fosse através de meus sonhos, e alguns dias depois, quando os primeiros solares despontavam no céu, sonhei com eles.



O primeiro sonho


Foi um sonho bem nítido onde eu seguia uma elfa loira (provavelmente Heather) através de um bosque até uma casa semelhante a minha. A elfa me encarou e me disse que levaria a mim ou ao meu irmão (o mais velho dos três). Eu lembro que fiquei com raiva porque achei que meu irmão não merecia ir com os elfos já que ele sequer acreditava neles! Disse então a elfa que eu iria com ela e ela disse que viria me buscar, então eu fiquei com medo e disse que tinha pensado melhor… Pedi a ela pra deixar a minha família e eu em paz e pedi desculpas por qualquer coisa. Ela disse que tinha vindo de muito longe e que tinha de levar alguém. Eu virei o rosto por um instante e vi uma folha de pergaminho colada na geladeira. Na folha estava escrito o seguinte:

Vista-se sempre de branco,
Ande sempre com ferro e metal,
Tenha sempre um covil”.


Me voltei a elfa e ela continuava me encarando fixamente. Acordei em seguida, mas levei algum tempo para me recompor e me convencer que já havia despertado. A sensação foi muito real, foi como se eu estivesse estado lá de fato com o corpo físico e não apenas com o astral.
Contei a minha mãe e ela me aconselhou a não mexer mais com eles, temendo que eles me levassem (minha mãe não liga que eu mexa com o espírito que for, mas se um deles ameaçar me levar, aí a coisa muda de figura!). Eu tentei, tentei mesmo não acender outra vela, mas não resisti. Pedi desculpas a eles e perguntei se não podíamos ser amigos sem que eles me levassem. Passou quase um mês e sonhei mais duas vezes com eles; primeiro com uma elfa vestida de azul que estava deitada em cima de uma tábua que flutuava sobre as águas de um lago cristalino. Depois com a mesma elfa em um balanço no jardim e sua avó. Depois não sonhei mais.



O segundo contato


As chaves de casa passaram a sumir para reaparecer no mesmo lugar onde fora visto pela primeira vez depois de meus irmãos e eu quase desistirmos de procurar pelas mesmas. Isso parou quando ofereci outra vela aos elfos e pedi para que eles parassem porque desconfiei que eram eles.
Objetos como livros, panelas e enfeites caiam sozinhos com frequência quando não estava ventando.
O rádio ligava sozinho, mudava de faixa do CD e ainda aumentava o volume. Lembro que a primeira vez quando isso aconteceu, eu estava sozinha em casa e fiquei muito assustada. Pensei que tinha entrado algum psicopata e ligado para o rádio para que ninguém me ouvisse gritando.
Uma vez, meu irmão caçula e eu estávamos sozinhos em casa quando ouvimos um barulho na cozinha. Fomos até lá e inicialmente achamos que vinha das caixas embaixo da pia, mas logo percebemos com espanto que vinha de cima da pia, um copo de alumínio se movia. Não pensamos em espíritos, achamos que tinha um rato embaixo do copo, mas quando o meu irmão o ergueu, não tinha nada. O colocamos no mesmo lugar, mas ele não se moveu novamente. Minha mãe não acreditou na gente.



O terceiro contato


Os elfos nunca me disseram seus nomes (aliás, é raro que um elemental diga o seu nome, por isso, cabe a quem os contata, dar um nome a eles ou pedir que eles escolham como querem ser chamados, é isso ou esquecer as denominações) por isso, eu mesma fui escolhendo como chamá-los ao longo dos anos.
Outro contratempo que tive com eles – até chegarmos a um acordo e estabelecermos certas normas de convivência – se deve ao fato de os mesmos mudarem frequentemente sua forma física. Era surreal como a cada instante eles alternavam sua própria aparência com a de uma celebridade ou de algum familiar ou amigo meu. Eu tentava reconhecê-los por sua personalidade e por sua energia, mas quando você está começando a sentir a energia, toda energia é igual ou se resume a “boa”, “maliciosa” e “má”. A falta de diálogo entre nós também contribuiu para muitos dissabores.
Para começar, eu estava noiva de Alfie e nem sabia (porque ele nunca me disse) e então o traí com Alex. Alfie ficou muito magoado e me arrastou de vez pra elfland onde tornarmos a vida um do outro um verdadeiro inferno. Acreditem, eu fui até bondosa de não expor tudo em O Legado Da Banshee porque fomos horríveis um com o outro, e tudo por nada, porque, no final… O Alex era só um vampiro astral que queria que eu me matasse pra ele me vampirizar. Hoje, Alex está reduzido a uma sombra que de vez em quando tenta me assombrar como vingança por tê-lo banido para o umbral.
Antes de atrair a Gaion, eu atrai uma djinn Marid, a Bree e tive um breve romance com ela, ela era minha guardiã, mas por uma interpretação errônea de minha parte, eu pensei que ela havia me traído e a mandei embora, então a Gaion veio e se tornou o meu maior consolo, o meu sol, como gosto de dizer.
Como guardiã, Gaion fez de tudo para que desistisse de realizar oficialmente uma Viagem Astral. Eu teimei, achando que ela só estava com ciúmes, e na tentativa de ir até as fadas, novamente fui levada até os elfos. Eu lembro que fui guiada por uma mulher morena por longos corredores, através de muitas portas. Eu tentava decorar o caminho, mas eram muitas portas e muitos corredores, sentia-me como se estivesse em um labirinto. Cheguei a um salão onde encontrei Marina, Alfie, Freddie e Wili. Eles se mostraram muito felizes com a minha presença e, assumindo as formas de minha prima e de meus irmãos, eles me convenceram a brincar de pique-esconde. Eles me encontravam facilmente porque, além de ver através dos móveis, conseguiam atravessá-los como se fossem incorpóreos. Minha guia não me conduziu de volta através dos corredores, mas veio até mim e me disse que eu precisava voltar naquele instante. Então eu acordei e já tinha amanhecido.
Os elfos sempre cronometram o tempo enquanto estive com eles e sempre que eu estava prestes a acordar, eles me avisavam.
Inicialmente, sonhar com eles era raro e eu ansiava pela próxima vez. Continuei acendendo velas e incensos e pensando neles. Os sonhos passaram a ter intervalos mais curtos e logo Marina veio e me disse algo como “você viverá conosco agora, viremos te buscar amanhã”. Dito e certo, desde então eu passei a sonhar com eles todas as noites. Eu tinha uma leve consciência disso e tentava não comer nem beber nada que eles me ofereciam, mas Alfie encheu uma mesa com doces e eu fiquei sozinha. Claro que não resisti e comi um, ele veio sorrindo e disse que eu ficaria ali pra sempre.



O lado sombrio


Se antes eles moldavam sonhos belos e surreais para mim, uma vez que magoei Alfie e posteriormente os outros elfos, eles capricharam nos pesadelos. Deixei de acender velas e incensos para eles e isso fez com que especialmente Alfie e Marina que sempre foram mais próximos a mim enfraquecessem, e porque insistiam em me assombrar nessa dimensão fora dos sonhos, perdiam muita energia, logo, eles passaram a roubar a minha. Lembro que Alfie vivia pálido, mau humorado e com os olhos magoados. Uma noite o confrontei e ele disse que só estava esperando eu dormir porque estava com fome – isso foi durante a viagem astral, eu costumava dormir lá também –.
Alfie me assediava muito tanto quando eu estava acordada como quando eu estava “dormindo”, pra me vingar, eu seduzia ele e depois o humilhava, então ele me atacava com mais pesadelos, e assim seguimos com muitas lágrimas até eu convencê-lo a se mudar e trabalhar. Disse a ele que ele era só um moleque e que eu precisava de um homem de verdade que vivesse sozinho e trabalhasse. Então, quando ele finalmente fez isso, eu consegui atrair um fado (o Kol) sombrio e desde então quando durmo, me projeto para Annwn. Isso já tem um ano, mas sinto falta dos elfos. Eu sei que fui horrível para eles e que eles foram igualmente horríveis para mim, mas ninguém se compara a eles. Aquela alegria, aquela gula, aquela criatividade… O que sobra nos elfos falta nas fadas. Ainda tento voltar para eles, mas está difícil de eles me aceitarem, eles acham que mudei muito (pra melhor, graças a deus) e isso assusta eles. Fora o Kol que se apegou demais a mim e é um fado vampiro e, talvez até coisa pior…
É, eu me livrei dos elfos como tanto queria, mas não estou feliz com isso. Eu sinto muito falta deles. Só queria nunca ter conhecido o Alex porque se não o tivesse conhecido, nunca teria me desentendido com Alfie e nem conhecido o seu pior, estaríamos felizes agora.