quinta-feira, 3 de maio de 2018

Elementais Vampiros


Vampiros Astrais são seres (desencarnados ou não) que se alimentam de nossa energia vital. Muito se fala em humanos (desencarnados ou não) que assumem essa função, mas eles não são os únicos, podendo os elementais também vampirizarem pessoas.



Como identificar um vampiro


Seja humano ou elemental, morto ou vivo, os vampiros seguem um padrão que ajuda os identificar.

*Melancólicos ou depressivos: Eles estão sempre tristes e chorando. Nada está bom para eles. A vida não faz sentido, a morte não faz sentido… Ninguém os ama… Sempre a mesma ladainha. Lembre-se: ficar triste é normal e acontece, mas aquelas pessoas que estão sempre tristes não são normais. Se você é assim, então, faça algo para mudar. Busque Deus, procure um psicólogo ou dê um jeito de mudar o que não te faz feliz. Ficar inspirando pena nos outros não é o melhor caminho. Nada de dizer que você faz tudo errado ou que é um lixo, mude isso! Só você pode fazer algo por si mesmo!
Vampiros, em geral, gostam de explorar a própria dor, mais que isso… Gostam de fazer os outros sentirem sua dor, pois apenas machucando o outro é que ele encontra algum prazer.
Na maioria das vezes, alguém se torna um vampiro astral através do suicídio. Este tende a ser um processo longo e sofrido, pois ele definha em vida até se matar quando sofre no Umbral, muitas vezes seu espírito permanece preso a seu corpo inerte enquanto ele sente os vermes a devorá-lo, depois, ele é arrastado para o Umbral onde é atormentado e vampirizado por outros seres inferiores que ali se encontram. Nesse processo, pode perder muita energia e se assemelhar ao que eu gosto de chamar de “zumbi”, pois a aparência e o comportamento lembram em muito este ser.
Estas almas que foram drenadas até o limite não podem morrer porque já estão mortas, então, o que acontece é o seguinte… Elas se tornam selvagens e assumem uma aparência primitiva. Almas assim são controladas por seres sombrios que podemos chamar de “demônios”.
No Espiritismo não se acredita em demônios tais como nas demais crenças; o que chamamos de demônio seria, na realidade, apenas uma alma muito sombria, mas que, posteriormente, poderia se arrepender de seus atos e evoluir, tornando-se o que chamamos de anjo ou quase…
A forma mais fácil de uma dessas almas sair desse estado selvagem é se alimentando da energia alheia, dessa forma, nascem os vampiros. Uma vez que se alimentam de energia, não podem parar de uma vez ou retornam aquele estado selvagem onde voltam a sentir dor.
O suicida não consegue escapar da dor ao se matar, ao contrário, ele a amplia, por isso, se matar não é a solução. Para quem quiser ter uma ideia do que aguarda um suicida após a sua morte, eu recomendo que leiam Memórias De Um Suicida da médium Yvonne A. Pereira, O Martírio Dos Suicidas de Almerindo Martins de Castro.

*Viciados em sexo: Isso não se aplica a todos, mas muitos vampiros buscam aliviar sua dor através do sexo, logo se viciam naquele prazer e querem sempre mais e mais, dessa forma, também drenam energia alheia. O inverso também pode acontecer e a libido diminuir de forma que ele fique tão deprimido que não encontre prazer no ato, nesse caso, ele é o típico “vampiro suicida”, ou seja, o citado anteriormente.

*Obsessivos: Essa característica jamais foge deles. Sendo o vampiro um parasita, ele escolhe a dedo sua presa e se agarra a ela, drenando-a até levá-la a loucura e posteriormente a morte. São ciumentos e extremamente possessivos, claro, eles tem de proteger a fonte de alimento deles. Se livrar de um é muito difícil, porque, uma vez que eles conhecem nossas fraquezas, sabem bem como apelar para a parte que nos toca.

*Chantagistas emocionais: Pense em um ser que não tem vergonha de chorar ou se humilhar? Assim são os vampiros. Agindo dessa forma, eles confundem suas presas, fazendo elas pensarem que agiram errado e que eles (os vampiros) as amam. Todos querem ser amados e o vampiro não é exceção, porém, ele não tem boas intenções. Em primeiro lugar, só se importa consigo mesmo. Em segundo, eles não mudam e não aprendem com seus erros.
Quando não cedemos as suas chantagens emocionais, eles podem ser tornar agressivos e mostrar sua verdadeira face, é nessa hora que podem ser cruéis e dizer coisas muito desagradáveis. Se permitir que isso te abale, eles terão vencido.

*Eles sempre voltam: Se livrar de um vampiro é difícil e demanda força de vontade. De nada adianta procurar um exorcista, um pastor ou um médium se você continuar cedendo ao vampiro. Ele é habilidoso e conhece seus pontos fracos, sabe exatamente o que dizer ou fazer para te atrair. Você precisa resistir, encontrando algo para concentrar toda a sua atenção, e tenha em mente que ele é mau e não vale a pena voltar para ele. E esteja preparado, pois quando você está feliz da vida e acredita tê-lo superado, é quando ele reaparece para ferrar com o seu psicológico. Nessas horas você pode recair ou se manter firme e afastá-lo.

*Se agradam com a ideia da morte: Constantemente ameaçam se matar (os que estão vivos) numa forma de manipulação e quase sempre o fazem. Novamente, eu digo, em se tratando de humano, aconselhe-o a buscar ajuda e não dê bola quando ele falar em suicídio, mude de assunto. Dependendo do quão abalado o psicológico dele esteja abalado é melhor não desafiá-lo.
Lembre-se que antes de se tornar vampiro (no caso de humano), esse ser já foi vivo e provavelmente um suicida como é o caso da maioria.
Vampiros (vivos ou não) tendem a induzir suas presas a se matarem é não é porque eles companhia, mas, sim, porque desejam vampirizar a pessoa ao extremo antes de partir para a próxima vítima.


*Moldam pesadelos: Quando dormimos, nos tornamos vulneráveis a ataques de seres espirituais que podem nos arrastar para regiões sombrias onde nos impelem o medo e a dor, alimentando-se de nossa energia desprendida. O mesmo vampiro amável que se seduz e te diz coisas bonitas, te assombra e te persegue no plano astral, e nem sempre você se dá conta disso, podendo perceber tarde demais.



Elementais Vampiros



Os elementais procedem das formas citadas anteriormente e são mais perigosos que os humanos porque, na maioria das vezes, diferente dos humanos, eles não são forçados a essa condição, mas se a autoimpõe a mesma.
A fada Leanan Sidhe é um exemplo de elemental vampiro que inspira sua presa e em troca, drena sua energia e/ou o seu sangue. Mas ela não é a única. Desconfie quando sentir a presença de um elemental e, subitamente, sentir-se fraco, desanimado ou irritado. Ele pode estar sugando sua energia e, para mascarar, pode te cobrir a seguir com um pouco da luz roubada de outra pessoa. É como um investimento, ele te deslumbra com a luz alheia – já que ele não possui luz própria – e depois tira o dobro de você. O inverso também pode acontecer e ele incutir em você sentimentos ruins como raiva, depressão e ansiedade para afetar seu campo áurico.
Para não atrair um elemental desse tipo, evite contatar os elementais quando estiver se sentindo triste, irritado ou desanimado. Espere se sentir alegre ou em paz e, então atrairá algum ser sintonizado na mesma energia. Lembre-se: Nossa energia é como um espelho e atrairá exatamente o que estamos refletindo.©








Sugestão de leitura:


Livros:

*Memórias De Um Suicida da médium Yvonne A. Pereira.
*O Martírio Dos Suicidas de Almerindo Martins de Castro.
*Dramas da obsessão de Yvonne A. Pereira.
*Vampiros Astrais de Marcelo Prizmic.
*Obsessão e seus mistérios de Carlos Bernardo Loureiro.
*A obsessão, Allan Kardec.


Fanfics (todas da autora do blog):



Minha experiência com os elfos



Lembro que a primeira vez que vi O Senhor Dos Anéis fiquei encantada por essa trilogia maravilhosa e desejei atrair os elfos, mas eu era jovem demais, ainda não conhecia a fundo a Wicca e nem tinha certeza se elfos existiam. Elementais para mim se resumiam a Duendes, Sereias e Pixies.
Minha mãe queria que eu desistisse de ir para o convento (pois é, eu já quis ser freira!) e, por isso, comprovava todos os livros de Wicca que ela encontrava, também me incentivava a ver filmes de fantasia onde sereias e fadas eram os personagens principais. Eu não a culpo! Numa família de bruxas, eu era a esquisita que queria ser freira! Eu tentei mesmo converter minha mãe e minha vó, mas no final, foram elas que me converteram. Ainda assim, eu contrariei elas porque escolhi a magia branca ao passo que elas seguem a magia negra.
Minha mãe sempre trabalhou muito e, por isso, eu passava muito tempo sozinha. Meus únicos companheiros sempre foram os filmes, as novelas mexicanas e os livros. Sempre acreditei em espíritos e, desde sempre soube diferenciar anjos e “demônios” de espíritos dos mortos e Elementais. Sempre tive a consciência que sereias e duendes eram perigosos, mas não imaginava que elfos e fadas podiam ser. Na minha adolescência tinha muita informação sobre fadas, mas pouca informação sobre elfos. Basicamente, tudo o que tinha sobre eles era extraído dos livros de Tolkien ou dos jogos de RPG.
Tolkien é um escritor incrível, ninguém pode negar, mas inventou muita coisa sobre os elfos. Eu li em um site (não lembro qual, faz anos…) que ele preferiu “recriar” a sua maneira os elfos porque se desapontou muito com o folclore deles.
Já, os RPGs por sua vez, nem sempre são fonte confiável porque os criadores dos mesmos podem modificar tudo para melhor se adequar a história do jogo, fora que para eles, os elfos já foram estereotipados como seres inteligentes, belos e louros e excelentes arqueiros.
Resta apena como fonte confiável o folclore nórdico; é nos contos e lendas da Alemanha e da Grã-Bretanha, por exemplo, que podemos ter alguma ideia de como, de fato, são os elfos. Então, eles aparecem ora como seres belos e bondosos, e ora como seres sombrios e maliciosos.
Eu sequer tinha essa ideia básica quando os contatei. Aliás, eu nem conhecia um método próprio de contatá-los. Eu improvisei. Comprei um pacote de velas brancas e acendi uma, mentalizando eles, então, disse que acreditava neles e expressei o meu desejo de conhecê-los. Pedi a eles que se manifestassem de alguma forma, mesmo que fosse através de meus sonhos, e alguns dias depois, quando os primeiros solares despontavam no céu, sonhei com eles.



O primeiro sonho


Foi um sonho bem nítido onde eu seguia uma elfa loira (provavelmente Heather) através de um bosque até uma casa semelhante a minha. A elfa me encarou e me disse que levaria a mim ou ao meu irmão (o mais velho dos três). Eu lembro que fiquei com raiva porque achei que meu irmão não merecia ir com os elfos já que ele sequer acreditava neles! Disse então a elfa que eu iria com ela e ela disse que viria me buscar, então eu fiquei com medo e disse que tinha pensado melhor… Pedi a ela pra deixar a minha família e eu em paz e pedi desculpas por qualquer coisa. Ela disse que tinha vindo de muito longe e que tinha de levar alguém. Eu virei o rosto por um instante e vi uma folha de pergaminho colada na geladeira. Na folha estava escrito o seguinte:

Vista-se sempre de branco,
Ande sempre com ferro e metal,
Tenha sempre um covil”.


Me voltei a elfa e ela continuava me encarando fixamente. Acordei em seguida, mas levei algum tempo para me recompor e me convencer que já havia despertado. A sensação foi muito real, foi como se eu estivesse estado lá de fato com o corpo físico e não apenas com o astral.
Contei a minha mãe e ela me aconselhou a não mexer mais com eles, temendo que eles me levassem (minha mãe não liga que eu mexa com o espírito que for, mas se um deles ameaçar me levar, aí a coisa muda de figura!). Eu tentei, tentei mesmo não acender outra vela, mas não resisti. Pedi desculpas a eles e perguntei se não podíamos ser amigos sem que eles me levassem. Passou quase um mês e sonhei mais duas vezes com eles; primeiro com uma elfa vestida de azul que estava deitada em cima de uma tábua que flutuava sobre as águas de um lago cristalino. Depois com a mesma elfa em um balanço no jardim e sua avó. Depois não sonhei mais.



O segundo contato


As chaves de casa passaram a sumir para reaparecer no mesmo lugar onde fora visto pela primeira vez depois de meus irmãos e eu quase desistirmos de procurar pelas mesmas. Isso parou quando ofereci outra vela aos elfos e pedi para que eles parassem porque desconfiei que eram eles.
Objetos como livros, panelas e enfeites caiam sozinhos com frequência quando não estava ventando.
O rádio ligava sozinho, mudava de faixa do CD e ainda aumentava o volume. Lembro que a primeira vez quando isso aconteceu, eu estava sozinha em casa e fiquei muito assustada. Pensei que tinha entrado algum psicopata e ligado para o rádio para que ninguém me ouvisse gritando.
Uma vez, meu irmão caçula e eu estávamos sozinhos em casa quando ouvimos um barulho na cozinha. Fomos até lá e inicialmente achamos que vinha das caixas embaixo da pia, mas logo percebemos com espanto que vinha de cima da pia, um copo de alumínio se movia. Não pensamos em espíritos, achamos que tinha um rato embaixo do copo, mas quando o meu irmão o ergueu, não tinha nada. O colocamos no mesmo lugar, mas ele não se moveu novamente. Minha mãe não acreditou na gente.



O terceiro contato


Os elfos nunca me disseram seus nomes (aliás, é raro que um elemental diga o seu nome, por isso, cabe a quem os contata, dar um nome a eles ou pedir que eles escolham como querem ser chamados, é isso ou esquecer as denominações) por isso, eu mesma fui escolhendo como chamá-los ao longo dos anos.
Outro contratempo que tive com eles – até chegarmos a um acordo e estabelecermos certas normas de convivência – se deve ao fato de os mesmos mudarem frequentemente sua forma física. Era surreal como a cada instante eles alternavam sua própria aparência com a de uma celebridade ou de algum familiar ou amigo meu. Eu tentava reconhecê-los por sua personalidade e por sua energia, mas quando você está começando a sentir a energia, toda energia é igual ou se resume a “boa”, “maliciosa” e “má”. A falta de diálogo entre nós também contribuiu para muitos dissabores.
Para começar, eu estava noiva de Alfie e nem sabia (porque ele nunca me disse) e então o traí com Alex. Alfie ficou muito magoado e me arrastou de vez pra elfland onde tornarmos a vida um do outro um verdadeiro inferno. Acreditem, eu fui até bondosa de não expor tudo em O Legado Da Banshee porque fomos horríveis um com o outro, e tudo por nada, porque, no final… O Alex era só um vampiro astral que queria que eu me matasse pra ele me vampirizar. Hoje, Alex está reduzido a uma sombra que de vez em quando tenta me assombrar como vingança por tê-lo banido para o umbral.
Antes de atrair a Gaion, eu atrai uma djinn Marid, a Bree e tive um breve romance com ela, ela era minha guardiã, mas por uma interpretação errônea de minha parte, eu pensei que ela havia me traído e a mandei embora, então a Gaion veio e se tornou o meu maior consolo, o meu sol, como gosto de dizer.
Como guardiã, Gaion fez de tudo para que desistisse de realizar oficialmente uma Viagem Astral. Eu teimei, achando que ela só estava com ciúmes, e na tentativa de ir até as fadas, novamente fui levada até os elfos. Eu lembro que fui guiada por uma mulher morena por longos corredores, através de muitas portas. Eu tentava decorar o caminho, mas eram muitas portas e muitos corredores, sentia-me como se estivesse em um labirinto. Cheguei a um salão onde encontrei Marina, Alfie, Freddie e Wili. Eles se mostraram muito felizes com a minha presença e, assumindo as formas de minha prima e de meus irmãos, eles me convenceram a brincar de pique-esconde. Eles me encontravam facilmente porque, além de ver através dos móveis, conseguiam atravessá-los como se fossem incorpóreos. Minha guia não me conduziu de volta através dos corredores, mas veio até mim e me disse que eu precisava voltar naquele instante. Então eu acordei e já tinha amanhecido.
Os elfos sempre cronometram o tempo enquanto estive com eles e sempre que eu estava prestes a acordar, eles me avisavam.
Inicialmente, sonhar com eles era raro e eu ansiava pela próxima vez. Continuei acendendo velas e incensos e pensando neles. Os sonhos passaram a ter intervalos mais curtos e logo Marina veio e me disse algo como “você viverá conosco agora, viremos te buscar amanhã”. Dito e certo, desde então eu passei a sonhar com eles todas as noites. Eu tinha uma leve consciência disso e tentava não comer nem beber nada que eles me ofereciam, mas Alfie encheu uma mesa com doces e eu fiquei sozinha. Claro que não resisti e comi um, ele veio sorrindo e disse que eu ficaria ali pra sempre.



O lado sombrio


Se antes eles moldavam sonhos belos e surreais para mim, uma vez que magoei Alfie e posteriormente os outros elfos, eles capricharam nos pesadelos. Deixei de acender velas e incensos para eles e isso fez com que especialmente Alfie e Marina que sempre foram mais próximos a mim enfraquecessem, e porque insistiam em me assombrar nessa dimensão fora dos sonhos, perdiam muita energia, logo, eles passaram a roubar a minha. Lembro que Alfie vivia pálido, mau humorado e com os olhos magoados. Uma noite o confrontei e ele disse que só estava esperando eu dormir porque estava com fome – isso foi durante a viagem astral, eu costumava dormir lá também –.
Alfie me assediava muito tanto quando eu estava acordada como quando eu estava “dormindo”, pra me vingar, eu seduzia ele e depois o humilhava, então ele me atacava com mais pesadelos, e assim seguimos com muitas lágrimas até eu convencê-lo a se mudar e trabalhar. Disse a ele que ele era só um moleque e que eu precisava de um homem de verdade que vivesse sozinho e trabalhasse. Então, quando ele finalmente fez isso, eu consegui atrair um fado (o Kol) sombrio e desde então quando durmo, me projeto para Annwn. Isso já tem um ano, mas sinto falta dos elfos. Eu sei que fui horrível para eles e que eles foram igualmente horríveis para mim, mas ninguém se compara a eles. Aquela alegria, aquela gula, aquela criatividade… O que sobra nos elfos falta nas fadas. Ainda tento voltar para eles, mas está difícil de eles me aceitarem, eles acham que mudei muito (pra melhor, graças a deus) e isso assusta eles. Fora o Kol que se apegou demais a mim e é um fado vampiro e, talvez até coisa pior…
É, eu me livrei dos elfos como tanto queria, mas não estou feliz com isso. Eu sinto muito falta deles. Só queria nunca ter conhecido o Alex porque se não o tivesse conhecido, nunca teria me desentendido com Alfie e nem conhecido o seu pior, estaríamos felizes agora.

domingo, 4 de março de 2018

Goblins






Goblins são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes. Fazem parte do folclore nórdico, nas lendas eles vivem fazendo brincadeiras de mau gosto. Podem ser equiparadas aos trasgos e tardos do folclore português.
O termo goblin origina-se do francês antigo "gobelin", evoluído do latim medieval "gobelinus", que parece estar relacionado a "cobalus", do grego κόβαλος (kóbalos): "enganador" ou "desonesto".
Os goblins são normalmente associados ao mal. Diz-se que são feios e assustadores, fazem feitiçarias, estragam a comida, travam guerras contra os gnomos.
Em algumas mitologias os goblins possuem grande força. Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras, florestas ou cidades.

Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. Dentre seus armamentos se encontra a clava, o machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.

Eles pertencem ao grupo dos goblinóides dividindo-se em goblins, hobgoblins (parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).



Alguns tipos de Goblins:



Knockers (goblins batedores): Estes não são maus, ao contrário da maioria dos goblins. Habitam minas de estanho e cobalto, especialmente na Cornualha e Devon. Gostam de pregar peças, fazendo caretas e dançando de forma exótica, dando sustos nos mineiros, mas também podem avisar através de batidas onde há veios de minerais preciosos. Eles não gostam que assobiem ou falem palavrões e os mineiros que cometem essa descortesia recebem de troco uma chuva de pedras mágicas.

Kobolds - Velhos conhecidos de quem joga RPG, são a versão alemã dos Knockers. Mais travessos e costumam desfazer o trabalho dos mineiros, atrapalhando-os só por diversão. De vez em quando, ajudam, mas não é muito comum.

Wichtlein - Típicos da minas alemãs, habitam as minas e anunciam a morte de um mineiro batendo palmas ligeiramente três vezes. Também prenunciam acidentes, cavando e fazendo barulhos que imitam o trabalho dos mineiros.

Coblynau ou Koblernigh - São os goblins galeses e avisam sobre um rico veio de minério através de batidas com suas picaretas e martelos. Por vezes, apenas brincam, imitando o trabalho dos mineiros. Ao contrário dos goblins que são pequenos, os coblynays tem quase o tamanho de um homem comum, mas com a aparência de anões. Um grupo de 15 ou 16 deles foram vistos na paróquia de Bodfari, Denighshire. Eles estavam dançando freneticamente algum tipo de dança folclórica de forma rebelde e rápida. Estavam vestidos como soldados ingleses com lenços vermelhos com bolinhas amarelas na cabeça.

Bogil - É como chamam os exércitos de goblins de várias formas, alguns em formas de animais. Alguns desses exércitos são maus, mas outros simplesmente bagunceiros e gostam de pregar peças.



Puck - Um Hobgoblin sem modos e muito levado que ficou famoso graças a Shakespeare. Pode mudar de forma e está ligado ao Pooka irlandês e ao Puca galês.


Bogles - Um tipo de goblin de índole má que prefere gastar sua crueldade com assassinos e mentirosos.

Gorro vermelho - Um dos tipos mais cruéis de goblin, habita castelos e torres assombrados. A cor de seu gorro é acentuada por sangue humano.


Trolls






Os Trolls são provenientes do folclore escandinavo. Descritos como gigantes horrendos como os ogros ou também como uma pequena criatura semelhante aos goblins. Vivem nas florestas e montanhas, cavernas ou grutas subterrâneas. Possuem caudas como os animais e comumente são descritos como maldosos ou estúpidos.
Na literatura nórdica aparecem com várias formas e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhe foram atribuídas várias características como a transformação dessas criaturas em pedras quando expostas à luz solas e ainda a perda de poder ao ouvirem o badalar dos sinos das igrejas.
Os penhascos de pedra de Trold-Tindterne (Picos de Troll) no centro da Noruega são ditos serem dois exércitos de trolls que uma vez travaram uma grande batalha até o sol nascer quando então, foram transformados em pedras.
Muitos contos falam de barganhas entre Trolls e humanos. Uma dessas histórias fala de um homem chamado Esbern que era apaixonado por uma moça, cuja pai não deixaria a filha casar-se até Esbern construir uma bela igreja. Um troll concordou em construir a igreja para Esbern com a condição de que se Esbern não descobrisse seu nome até o fim do trabalho, ele tomaria os olhos e a alma de Esbern para si. Por mais que tentasse, Esbern não conseguia descobrir o nome do troll. Ele se desesperou e sua amada orou por ele. Naquele momento, Esbern ouviu a esposa do troll cantar para seu bebê e em sua canção continha o nome de seu marido. Com isso, Esbern tornou-se livre do pagamento. Após o povo do norte da Europa se converter ao cristianismo, muitas de suas histórias passaram a contar com a oração como uma defesa contra os trolls.

Brownies






Duende ou espírito doméstico do folclore da Inglaterra e Escócia, o brownie habita casas de família, onde executa labores domésticos enquanto seus habitantes dormem. Tais tarefas são feitas em troca de presentes entre os quais laticínios, sua comida preferida. Se oferecido pagamento ou roupas, o brownie, ofendido, abandona a casa sem deixar rastros, também pode desfazer tudo o que fez. Você pode agradar o brownie deixando-lhe uma oferenda como um pouco de creme de leite, um pão doce e quentinho ou um pedaço de bolo coberto com mel. Também pode servir um pouco de cerveja ou leite açucarado para eles. Antigamente na Escócia, havia as chamadas Pedras Dos Brownies onde eram depositadas oferendas a esses elementais.
Os brownies são descritos como homenzinhos de pele amarronzada que mediriam entre 30 e 60 cm. São mais ouvidos do que vistos. De espírito prestativo e benéfico, podem se tornar malignos se contrariados.
Espíritos domésticos que agem à maneira dos brownies também são encontrados em outras culturas, como por exemplo o tomte finlandês, o Heinzelmännchen alemão e o domovoi russo.
A palavra portuguesa duende se origina do español dueño de casa (dono de casa) e exprime um conceito semelhante.


Buca



É a variação galesa do brownie que ajuda a bater manteiga se a cozinha e lareira estiverem limpos. Se for insultado, agirá como um poltergeist, atirando coisas e batendo nas paredes. Também dá beliscões, grita e bate em quem o aborrece. O buca odeia abstêmios e pessoas de nariz comprido.


Fenodoree



Um tipo de Brownie da ilha de man, é um ser completamente forte e muito bem disposto que trabalha duramente. Não é muito inteligente e, assim como os brownies pode se ofender se um humano lhe der roupas de presente.


Kilmoulis



Tipo de Brownie que habita moinhos e executa trabalhos. Como é muito brincalhão, às vezes, atrapalha mais do que ajuda. É muito feio, tem olhos miúdos e um nariz enorme o que dá a impressão que ele não tem boca.

Como se comportar na presença de um elfo


Você vai fazer um feitiço para contatar os elfos e aí bate aquela dúvida: “Como se comportar na presença deles?”. O post de hoje é sobre isso. Bora conferir?



Dê atenção a sua aparência


Elfos são muito observadores e a primeira coisa que repararão será a sua aparência. Você não precisa estar elegantemente vestido como se fosse para uma festa, mas precisa vestir algo bonito, fazer um penteado legal e por uma corzinha no rosto. Mesmo se for mulher e for atrair uma elfa e não um elfo, aí sim é que tem de se arrumar porque os elfos, assim como as fadas, gostam de estar perto de pessoas bonitas. Se tiver os cabelos longos pode ajeitá-los numa bela trança lateral. Elfos são travessos e adoram trançar os cabelos dos outros (assim como os duendes e as ninfas), se você trançar seu cabelo primeiro evita que eles se sintam tentados a ver como eles ficam trançados depois. Teve uma época que eu sempre dormia com o cabelo trançado senão ele acordava cheio de nós.
Os elfos com os quais eu lido tem demonstrado preferência por cores fortes como preto e vermelho, mas gostam também de azul e branco. Para você que está começando agora e gosta de preto, tente combinar essa cor com verde, branco, vermelho ou então amarelo. Elfos gostam de todas as cores, mas especialmente quando combinadas de forma harmônica. Se ainda estiver na dúvida, opte pelas tradicionais: Branco, amarelo e verde.
Não esqueça do principal… O sorriso! Elfos são alegria pura e não gostam de ver ninguém sofrendo, logo se você insistir em ficar emburrado, só pra te tirar do sério, eles podem te pregar alguma peça.




Não tenha medo


O medo atrapalha porque os deixa pouco à vontade para se mostrarem a você, então, nada de sentir medo! Assista a O Senhor Dos Anéis, A Saga (é um filme muito legal, aliás, acho que é uma trilogia, chama “A Saga” mesmo) ou jogue o bom e velho RPG só para descontrair um pouco e pegar rápido o espírito da coisa. Além do mais, ver um filme (ler um livro ou jogar um jogo) deles vai ajudá-los a buscar em sua mente formas-pensamentos para se mostrarem a você.
Sempre que um elemental deseja se mostrar a alguém, ele busca na mente da pessoa o que ela acredita sobre isso e sobre aquilo… Logo, alguém que nunca ouviu falar em elementais ou que não acredita neles, ainda assim pode vê-los e interagir com eles, embora, eles possam estar disfarçados como fantasmas ou anjos. Por que eles fazem isso? Simplesmente porque sabem que certas pessoas são teimosas e que, por mais que você explique a elas que há mais coisas entre o céu e a terra, elas escolhem não acreditar, então, os elementais preferem não perder tempo e paciência tentando convencer a ninguém e, portanto, se mostram dentro das possibilidades que lhe são apresentadas. Se você acredita em elfos, eles verão qual a sua ideia de elfo e aí a vestirão para se aproximarem e ao mesmo tempo te agradarem. Depois, conforme os laços forem se estreitando, eles revelam aos poucos a verdade sobre como realmente são.
Alguns elfos acham engraçado a forma como os idealizamos (com trajes medievais e sempre armados com arco e flecha) – Alfie, inclusive, já me zoou várias vezes pelas minhas representações de elfos –, mas ainda assim, aceitam se fantasiar como nos filmes e jogos só para nos agradar. Eles podem mudar a aparência física, então não espere que a primeira forma a qual eles se apresentem a você seja de fato a aparência real deles. Também não se surpreenda se der de cara com um Legolas ou uma Tauriel, porque eles podem alterar a aparência física e acham isso divertido!
Elfos nem sempre confiam em humanos, por isso, não espere que ele diga seu verdadeiro nome (há muitas lendas e também feitiços entre o povo deles que pode se realizar com apenas um nome, por isso, isso é sagrado pra eles; também há crença de que elfos só recebem um nome na fase adulta), mas como você precisa chamá-lo por um nome, escolha você mesmo um para ele, ou, então, pergunte a ele como pode chamá-lo. Todos os elfos que mexo (com exceção da Gaion), fui eu quem tive de dar nomes a eles porque eles nunca me disseram seus nomes reais por mais que eu insistisse.



Seja educado



Nada de piadinhas sem graça ou desrespeito ou os elfos podem lhe pregar uma peça nada agradável! Lembre-se que eles ouvem seus pensamentos… Podem não dizer nada, mas eles ouvem tão claro como se você tivesse dito em voz alta, então, tente não pensar coisas que possam ofendê-los ou irritá-los, se pensar, é só disfarçar, buscando uma justificativa para aquilo ou pense em várias coisas aleatórias, eu sempre faço isso pra confundi-los e dá certo. Outro truque pra enganar esses telepatas é elogiá-los. Costuma funcionar logo após uma mancada. Pense “oh, que olhos lindos esse elfo tem! E por Sunna! Que cabelos maravilhosos”, isso apenas se você perceber que os ofendeu. Elementais são vaidosos e adoram elogios. 




Dê um presente a eles


Isso não é obrigatório, mas se quiser causar uma boa impressão a eles, dê alguma bijuteria ou um doce. Eles se agradam especialmente com bolo de chocolate ou coco, mas também serve cupcake, biscoitos e balas de leite e chocolate (ou hortelã). Para os elfos, dividir o alimento é algo sagrado é eles jamais negam alimento ou água a quem quer que seja, portanto, você também não deve negar a eles, ou eles podem se aborrecer e se afastar. Não significa que você é obrigado a dar-lhes sempre oferendas, mas quando o fizer, que seja de coração, porque eles são como crianças, adoram doces e nada os deixa mais felizes, esses fofos!





E se eles quiserem ficar?


Às vezes, quando encerro um ritual com elfos ou ninfas, percebo que elas ainda ficam por um tempo, e é normal. Alguns elementais assumem o papel de guardiões e se insistirem em ficar ao nosso lado é porque eles desejam nos proteger ou se alegram com nossa companhia (ou os dois). Portanto, não estranhe se ainda sentir a presença dos elfos mesmo, dias após o ritual. Apenas estabeleça regras básicas de convivência, caso o elfo seja criança e se mostre levado. Basta falar sério com ele e explicar que ele deve se comportar porque é o que se espera de um ser mágico como ele. As broncas devem sempre conter uma persuasão com um elogio embutido, por exemplo: “Um elfo bonito ou tão poderoso não pode desperdiçar seu poder e tempo agindo como uma criança boba! Esperava mais de você, amigo!”. Dessa forma, você pode persuadi-lo a se comportar bem, uma vez que eles são meio narcisistas.





E… Deu ruim! E agora?


Se os elfos insistirem em ser indisciplinados, primeiro, tente uma conversa séria com eles. Então, tente dar-lhes uma oferenda para apaziguá-los, e se não funcionar, acenda uma vela para a deusa Sunna (na mitologia nórdica, essa deusa é conhecida também como a rainha dos elfos e dizem que com apenas um olhar, ela pode transformar em pedra elfos sombrios ou anões perversos) e explique a ela sua situação, peça-lhe por favor para que ela conscientize os elfos para que eles se comportem e não te aborreçam mais. Isso deve funcionar. Lembrando que os elfos só costumam ser travessos ou odiosos quando irritados ou ofendidos. Se tiver dificuldades em contatá-los ou quiser mais segurança em seus rituais, contate antes a deusa Sunna (você pode ler mais a respeito dela, em “deusas”, é só buscar nos marcadores do blog). ©

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Dias em que Elementais podem ser vistos



   Os elementais podem ser contatados em certos dias especiais do ano como nos Solsticíos, no halloween até o dia 02 de novembro (dia dos finados), no dia 11 de novembro (dia de São Martin), no dia de São João e no natal.
  A seguir, veja os dias de novembro e dezembro em que alguns espíritos caminharão entre nós.

 

24 de novembro -  Berchta

 


Antiga comemoração de Berchta ou Percht, a Deusa Mãe da Alemanha e da Áustria. Chamada de "Mulher Elfo", ela sobrevoava a terra envolta em seu manto de neblina e fertilizava os campos e os animais. Como não tolerava a preguiça, ela inspecionava os teares e, caso encontrasse algum
trabalho malfeito ou alguma casa em desordem, ela arranhava ou feria a tecelã descuidada. Em suas festas, as pessoas comiam panquecas e bebiam leite, deixando uma parte para Berchta. Ela vinha comer furtivamente e, caso alguém espiasse, recebia como castigo uma cegueira temporária.
Ela desce nas noites entre 22 de dezembro e 6 de janeiro e percorre a terra em sua carroça, disfarçada, concedendo presentes a todos aqueles que foram generosos e punindo aqueles que foram preguiçosos.
Após o advento do cristianismo, ela foi convertida numa "bruxa" para as crianças nas histórias de contos de fadas.


1 de dezembro

 

Domojov

Dia dos seres elementais nos países eslavos.
 Os povos eslavos acreditavam na existência de vários tipos de elementais ou o "Pequeno Povo", como eram chamados nas tradições celtas.
 Os Domovoj eram os elfos caseiros; eles moravam atrás das lareiras nas casas que eles tinham adotado e eram extremamente leais às famílias que os abrigavam.
Os Bannik viviam nos banheiros e gostavam de encontrar uma vasilha com água
fresca colocada a seu dispor após o anoitecer.
Os Vazila cuidavam do cavalos e os Bagan, das cabras e das ovelhas.
Os Poleviki, os elfos dos campos, viviam nos trigais e prejudicavam as
colheitas se não recebessem agrados e respeitos.
Homenagens celtas para as Senhoras Verdes, os elfos que moram nos carvalhos, teixos, salgueiros, freixos, pimheiros ou macieiras.
Todas as árvores deveriam ser tratadas com respeito para que as Senhoras verdes não se ofendessem. Eram elas que davam a permissão para que os galhos fossem cortados ou os frutos colhidos.
Celebração de Pallas Athena, na Grécia e de Minerva, em Roma, a deusa da
sabedoria e da justiça.


3 de dezembro

 


Antiga comemoração de Airmid, a deusa irlandesa da cura. Embora pouco conhecida, Airmid era uma famosa curandeira, utilizando ervas e pertencia aos Tuatha de Danaan, grupo de divindades pré-celtas. Ela surgia vestida com um manto coberto de ervas e protegia todos aqueles que as utilizavam em curas.


5 de dezembro


Véspera de Sinterklaas, o dia de São Nicolau na Holanda, quando as crianças colocam seus sapatos ou botas de feltro nas janelas para receberem presentes do velho Sinter Klaas, transformado posteriormente em Santa Klaus; em troca, devem deixar cenouras e feno para seu cavalo. As crianças levadas recebem um feixe de galhos de salgueiro, pedaços de carvão ou um diabinho vermelho, enquanto que as boas ganham doces e brinquedos.
Esses costumes e os contos a eles relacionados são reminiscências dos antigos rituais xamânicos.   



10 de dezembro


 Celebração de Danu ou Dana, a Deusa Mãe irlandesa, guardiã do conhecimento,
protetora das famílias e tribos, regente da terra, da água e da constelação de Cassiopéia, chamada Llys Don, a corte de Danu, em sua homenagem. A mais importante das antigas deusas irlandesas, Danu era a dirigente de uma tribo de divindades nomeada Tuatha de Danaan, o povo de Danu, que depois foram diminuídos (pelos mitos posteriores às invasões dos povos celtas) a uma classe de fadas chamadas Daoine Sidhe. Seu nome, Dan, significava conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto que outras fontes equiparavam-na à deusa Anu.
Segundo as lendas, os Tuatha de Dannan, exímios magos, sábios, artistas e artesãos, foram vencidos pelos rudes e guerreiros Milesianos, retraindo-se nos Mundos Internos das colinas, chamadas "sidhe".
Festival romano Lux Mundi, dedicado à deusa Lucina, modernização na França como um festival dedicado à Deusa da Liberdade, com procissões de velas e orações de esperança.

 

11 de dezembro


Comemoração japonesa da deusa Yuki One, "A Donzela de Neve", o espírito da morte pelo frio. Ela aparecia para aqueles que tinham se perdido nas montanhas geladas como uma mulher pálida e silenciosa, cantando suavemente para adormecerem para que ela soprasse sobre eles o hálito
frio da morte.

 

 

12 de dezembro


 Angeronália, dia consagrado a Angerona, a deusa romana do silêncio, da ordem e do medo, que produz ou alivia. Suas estátuas representavam-na com um dedo sobre os lábios ou com a boca amarrada. Era invocada para guardar segredos ou vencer os medos, restabelecendo o equilíbrio. Alguns autores consideram-na a padroeira do inverno, dedicando-lhe a regência do solstício.
Sada, fetival zoroatriano do fogo celebrando a vitória das forças do bem e da luz sobre o male a escuridão.


18 de dezembro



 Nos países celtas, festejava-se a deusa eqüina Epona, cujo culto foi mantido pelos romanos e sincretizado ao da deusa romana Ops.
Epona era considerada, pelos romanos, como a protetora dos cavalos, enquanto Bubona era a proterora do gado. Epona era representada de três maneiras: cavalgando uma égua branca; em pé, cercada de cavalos ou deitada nua sobre um cavalo. Às vezes, segurava um cálice ou um prato redondo ou ainda uma cornucópia. Segundo algumas fontes, Epona originou um verdadeiro culto ao cavalo, cujas reminiscências são encontradas nas gigantes reproduções de cavalos em várias colinas calcárias da Inglaterra e na frequência do nome Cavalo Branco para lugares, lendas (como a de Lady Godiva) e de "fantasmas" de mulheres a cavalo.
Epona detinha o poder sobre o ciclo da vida dos homens, do berço ao túmulo e por isso seus símbolos eram um pano branco e uma chave, que abria todas as portas do além.
Comemoração da antiga deusa eqüina irlandesa Etain, "A Veloz", a padroeira da magia e da cura. Etain era também uma deusa solar, padroeira irlandesa da medicina. Filha do deus da cura Dan Cecht, ela casou-se com Ogma, o deus da literatura e da eloquência.

 

19 de dezembro


 Na China, as pessoas se reúnem nas cozinhas decoradas com flores, acendem velas, queimam incenso e festejam com pastéis, carne de porco e vinho de arroz, levando, depois, um pouco como oferenda para as árvores. Este dia é considerado muito favorável para noivados e casamentos.
Comemorações para as deusas romanas Sabina, da fertilidade e Orbona, a protetora das crianças órfãs ou com doenças terminais.
Dia dos Mortos no Egito. As pessoas deixam lamparinas acesas e comida nos túmulos em homenagem aos familiares falecidos.


Dias  25 de dezembro


No folclore alemão,  há uma lenda sobre uma bruxa chamada Lutzelfrau, que voava montada em sua vassoura levando infortúnios para aqueles que não a  presenteavam. De acordo com um antigo costume dos camponeses, neste dia as crianças usavam máscaras e iam de casa em casa pedindo dinheiro e doces em nome de Lutzelfrau. A origem desta lenda é a antiga celebração da deusa Perchta, a Mãe Terra, que era homenageada com oferendas para que proporcionasse um ano abundante e feliz.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Como os elfos interagem com outros seres

 
Hoje, trago esse post a vocês contando como os elfos interagem uns com os outros e também com outros seres. Como há muito pouca informação sobre os elfos, tive de me basear em minhas próprias experiências, no que observei ao longo de onze anos interagindo com os elfos.


Elfos X Elfos



Elfos demonstram muito respeito aos irmãos mais velhos, aos pais e aos anciões. Você jamais verá um deles levantando a voz para a própria mãe.
    Eles vivem atualmente como as pessoas modernas, embora, ainda possam ter uma visão mais conservadora (como as pessoas do século atrás). Eles não são homofóbicos, mas não entendem muito bem o que leva uma pessoa a namorar com alguém do mesmo sexo. Como seres da fertilidade, eles acreditam que a realização máxima é se casar e ter filhos. Entretanto, há gays e lésbicas entre eles. Eles se respeitam, mas os anciões ainda não entendem esse comportamento, que pra eles é o fim do mundo. Em minhas viagens astrais, eu conheci um elfo homossexual que não se assumia porque sua família era muito conservadora, por isso, ele seduzia várias moças, mas não ficava com nenhuma. Lembro que ele me pediu pra fingir que estava na dele só para enganar seus amigos e nós fomos para o quarto e ficamos conversando por um bom tempo. Ele era lindo, com cabelos longos e louros, presos por um elástico, e um fofo.
    Ainda em minhas viagens astrais, tive problemas com a avó de Alfie (Dinorah) porque ela realmente não suportava a ideia de eu gostar também de garotas, ela só aceitou com o tempo quando entendeu que não podia me mudar.
    É claro que essas são as minhas experiências, limitadas a um grupo específico de elfos. Não tive contato com tantos elfos para afirmar que essa é a visão geral deles, posso falar apenas pelos que conheci. Os elfos nunca se importaram muito quando eu dizia a eles que gostava de garotas, nem o Alfie ligava.
    Elfos são muito unidos e se dividem em clãs. Sempre que qualquer decisão importante precisa ser tomada, o clã organiza uma reunião.
    Pra eles não existe essa de falar com todo mundo na família, mas ignorar fulano. Eles buscam sempre estar em harmonia uns com os outros e deixar suas diferenças de lado.
    Elfos costumam ser muito simpáticos, especialmente os comerciantes. Quando se consideram íntimos de alguém não tem medo de falar o que pensam ainda que magoem sem querer a pessoa. Se por um lado, eles pecam por excesso de sinceridade, por outro, não lidam bem com críticas e temos de escolher com cuidado as palavras quando formos contrariá-los.

   


Elfos X Humanos




A interação entre elfos e humanos pode ser um pouco complexa, às vezes, porque elfos são emotivos e travessos e detestam ser contrariados. Acho que “crianças mimadas” se aplica bem a eles. Pense em uns bichinhos rancorosos que demoram pra te perdoar se você os magoar? Por outro lado, elfos sempre estão abertos ao diálogo e se você conversar sério com eles, pode ser que se entendam. Gaion (minha guardiã) e eu nos entendemos muito bem e ela tem uma paciência angelical comigo. Ela me aconselha e quando eu não a ouço, ela deixa eu quebrar a cara e ver por mim mesma que não ouvir ela resulta nisso.
    Elfos são uma ótima companhia, especialmente para crianças porque são extrovertidos, falantes, gulosos e travessos. Os mais velhos adoram conversar e dar conselhos. Já os mais novos são hiperativos, curiosos e paqueradores.
    Quando gostam de alguém podem ser ótimos guardiões e companheiros para toda hora. Podem te consolar quando estiver triste, te aconselhar, moldar sonhos especiais, te ajudar nos trabalhos domésticos (através da “invocação” você consegue dividir o seu corpo com o elemental e pode sentir sua  influência) e deveres escolares (eles são muito bons em matemática) e também te inspirar (caso escreva, cante, componha, etc).
    Quando se apaixonam por um humano, são fiéis, carinhosos, românticos e sedutores, mas esperam o mesmo. Não lidam bem com traição e rejeição, por isso, se quiser namorar com um elfo e ao mesmo tempo com um humano, tem de avisar o elfo desde o começo da sua intenção e explicar a razão disso, senão você não quererá conhecer o lado ciumento e possessivo deles…
    Elfos podem se casar com um humano e até levá-lo para o seu reino.
    As crianças são dóceis e adoram brincadeiras e histórias. Por serem inocentes e terem pouca noção de que humanos são naturalmente medrosos, os elfinhos são sempre os primeiros a se mostrarem aos humanos, especialmente se houverem crianças brincando, eles vem para brincar também. São inofensivos, mas se perceberem que ficamos assustados com sua presença, fogem envergonhados no mesmo instante.
    Quando irritados com alguém, elfos podem atormentar a pessoa, lhe dando pesadelos (sentando-se sob o tórax de seu alvo), escondendo objetos de uso pessoal, trazendo uma maré de azar e até atacando fisicamente a pessoa com uma série de beliscões, também podem roubar a energia vital da pessoa, levando-a a exaustão.




Elfos X Fadas



Os elfos sentem pelas fadas o mesmo fascínio que nós sentimos, infelizmente isso não é recíproco porque fadas não confiam neles (aliás em ninguém que não seja do povo delas). Elfos tem muita informação sobre fadas e, inclusive, um dos rituais que fiz para contatar as fadas foi graças a um livro sobre elas que uma bibliotecária a qual a Heather (mãe de Alfie) me apresentou me mostrou.
    Elfos parecem se dar melhor com as pixies (um tipo de fada desprezada pelas outras), embora não demonstrem tanto fascínio pelas mesmas.




Elfos X Ninfas



Elfos sabem da importância das ninfas e por isso as respeitam, mas não demonstram nenhum fascínio pelas mesmas, não como demonstram pelas fadas ou pelas humanas. Não raro, alguma elfa se junta a dança das ninfas ou repousa a sombra de  suas árvores a fim de que tenham suas energias recicladas por estes seres igualmente encantadores.©




terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Elfos raptores

      Os elfos, segundo as crenças celtas, raptam e deixam prisioneiros em seu reino os homens.
    Eis aqui o relato de uma lenda escocesa recolhida por Walter Scott, que ilustra a crença:

     Um tecedor perde sua mulher. Essa morre entre convulsões e seu cadáver fica tão desfigurado que os vizinhos pensam que os elfos a raptaram e substituíram seu verdadeiro corpo. Quando o tecedor está considerando seriamente voltar a se casar, sua esposa morta lhe aparece numa noite e diz que não está morta, mas sim cativa dos elfos e, que pode, se ainda a ama fazê-la voltar daquele triste reino de "Elfland". Porém, o homem acaba não fazendo o que o fantasma lhe pede.
   Outro relato foi recolhido na Dinamarca: Um camponês perde sua mulher. Uma noite em que passa perto de um Monte de Elfos vê sua esposa dançando com outras pessoas. Como ele a chama pelo nome, ela se vê obrigada a segui-lo, porém a sua vida não voltou a ser como antes: a mulher não parava de chorar na cozinha. O mais simples dos mortais que tenha ocasião de conhecer o País dos Elfos, jamais vai se recuperar, pois dizem que a experiência é tão deslumbrante, fazendo com que a vida humana não seja mais interessante. Isso deve-se, por serem os elfos os mais perfeitos músicos e dançarinos que aos olhos e ouvidos humanos não existe nada mais belo de ser visto e ouvido na terra. Lembrando que isso só vale para quem vai para a Terra dos elfos bondosos, pois a Terra dos elfos maldosos é um lugar ao qual nenhum mortal desejaria permanecer por muito tempo.

     As histórias de raptos de seres humanos por parte dos elfos abundam muitas crônicas populares na Europa. Walter Scott conta-nos assim o testemunho de um tal Pennant, raptado para uma viagem de observação que ocorreu em 1769:


 Um pobre visionário que estava trabalhando em Breadalbane, foi levado pelo ar e passando por cima de um muro à um campo de trigo contínuo. Rodeavam-lhe uma multidão de homens e mulheres, entre os quais reconheceu várias pessoas mortas há muitos anos. Essas pessoas iam e vinham como abelhas sobre a plantação, roçando apenas a ponta do trigo, falando uma língua desconhecida com uma voz cavernosa. Foram lhe empurrando rudemente em todas as direções, porém quando murmurou o nome de Deus desapareceram todos, salvo uma mulher que bateu em seu ombro e o obrigou a aceitar um encontro para às sete da tarde daquele mesmo dia. O homem viu então que seus cabelos estavam atados com duplos nós (conhecidos como "anéis de elfos") e quase já tinha perdido o uso da palavra. Manteve sua promessa e ficou esperando a mulher que chegou voando. Ela pouco falou, pois tinha muita pressa e não poderia ficar com ele, e ordenou que partisse, afirmando que nada de ruim iria lhe acontecer.

 Orfeu e Eurídice no País dos elfos


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  Segundo ainda, crenças celtas, é para o País dos Elfos que vão, voluntariamente ou não, os mortos. Todo mundo conhece a célebre lenda de Orfeu e Eurídice. É sabido que o músico grego não vacilou em descer até o fundo dos Infernos para buscar a esposa morta. Entretanto, uma lenda celta conta que o lugar onde Eurídice estava prisioneira não era os Infernos, mas o País dos Elfos. Orfeu, rei da Trácia, ao norte da Grécia, encontrou um dia sua mulher Eurídice chorando nos jardins de seu palácio. Eurídice lhe contou que havia adormecido à sombra de uma árvore utilizada para enxertos (essas árvores eram conhecidas por demarcar as fronteiras entre o mundo dos humanos e o povo do Reino das Fadas), e havia sonhado que um rei dos elfos vinha buscá-la para conduzi-la, através de uma escura galeria, até seus domínios encantados. Depois a conduziu de volta até sua árvore e ordenou, sob pena de um terrível castigo, que no dia seguinte lhe esperaria naquele mesmo lugar. Eurídice não se atrevia a desobedecer o senhor élfico e estava bem decidida a esperar sua triste sorte junto à árvore. Para conjurar a sorte, Orfeu fez guardar a árvore por seus melhores soldados, porém no dia seguinte, ao meio-dia, Eurídice desapareceu no ar, levada pelo rei dos elfos. Louco de dor, o rei da Trácia abandonou seu trono e se tornou ermitão, não levando consigo mais do que uma lira. Se dizia que sua música era tão bela que as lebres deixavam de correr e os pássaros de cantar. As vezes, Orfeu assistia as cavalgadas das fadas e dos elfos que galopavam pelo campo, e ouvia o som de seus cornos de caça. Um dia viu passar em sua frente umas belas fadas caçadoras, montadas em cavalos brancos e levavam cada uma um falcão na mão. Orfeu as seguiu correndo. Observou como deslizavam até o interior de uma rocha e desapareceram num túnel escuro. Seguindo-as chegou até uma clareira verde onde deparou-se com um maravilhoso castelo de torres brancas. Orfeu entrou no tal castelo e descobriu uns mortais dormindo nas posições que estavam quando os elfos os raptaram. Havia guerreiros combatendo, crianças brincando, mulheres ocupadas fiando... Todos estavam imóveis, com o gesto detido na eternidade de um instante. Chegou finalmente ao pátio central do castelo, e nele estava o rei dos elfos perto de Eurídice, que dormia embaixo da árvore, exatamente na mesma posição que estava há dez anos no palácio de Orfeu. O rei-músico da Trácia se inclinou então, ante ao soberano dos elfos e se ofereceu para tocar-lhe uma música. Então Orfeu pegou sua lira e tocou uns acordes tão belos que o próprio rei dos elfos ficou maravilhado. E, quando o mortal parou de tocar, o príncipe élfico lhe rogou para continuar com a música, prometendo lhe conceder uma recompensa como pagamento de seus serviços. Orfeu se pôs a tocar de novo e logo, quando chegou o momento, reclamou o que lhe devia: a mulher adormecida à sombra da árvore. Então o rei dos elfos tentou retratar-se: -"Não pode ser, seria um casal muito desigual. Ela é jovem e bela, e tu és velho e desgastado. Seria indecoroso ficarem juntos". Porém Orfeu replicou; "Todavia seria mais indecoroso para vós não cumprir vossa promessa". Preso ao trato, o elfo libertou a Eurídice de seu encantamento. A jovem acordou e se jogou nos braços de Orfeu, que a levou consigo através do escuro túnel. E, enquanto alguns autores afirmam que a perdeu de novo naqueles labirintos escuros, outros afirmam que regressaram sem problemas até a luz do mundo dos humanos, voltando a seu reino e viveram felizes o resto de sua vida.

Envie seu relato!


Se você já teve alguma experiência física ou alguma vez sonhou com elfos, gnomos, duendes e etc, e quiser compartilhar sua experiência conosco é só enviar um email para:

adancadasfadas@yahoo.com

Jamais divulgarei seu email nem postarei as respostas do mesmo (apenas o relato).
Se não quiser que eu divulgue seu nome também é só assinar o email com um apelido ou o seu nome mágico.

Não achou o que procurava?


Se você não encontrou o que procurava, pode deixar sua sugestão de post aqui mesmo nessa página. Eu pesquisarei sobre o tema proposto e se conseguir reunir informações relevantes, prometo postar em breve.


O duende veio brincar também!


Olá Daniele!

Eu me chamo Bruna e tenho 16 anos e não faz muito tempo que comecei a ler seu blog e gostei muito. Eu não sou muito experiente nesse tipo de assunto, porém de um tempo para cá os temas relacionados a Wicca e a elementais vem despertando bastante meu interesse. Eu desde criança fui criada como católica e assim continuei até os meu 13 ou catorze anos, quando me afastei da igreja e passei por uma fase meio ateísta/agnóstica e agora estou me reaproximando da fé e da espiritualidade. É tudo muito engraçado, é diferente de tudo que sempre fui acostumada. Para mim tudo isso sempre foi fantasia, coisa de conto de fadas rsrs. Desculpa se essa ultima parte soou meio ofensiva. Porém, quando eu era bem criança eu tive uma experiência um tanto estranha com elementais (na verdade um elemental) que eu gostaria de relatar.

Tudo aconteceu quando eu tinha 7 ou 8 anos. Naquele dia, eu e meu irmão estávamos dormindo no quarto dos meus pais. Como iria ficar muito apertado para quatro pessoas dormirem em uma cama de casal, minha mãe colocou um colchonete no chão para que eu e meu irmão pudéssemos dormir. Antes da hora de dormir eu estava brincando com umas bonecas e uns moveis de madeira no chão perto do colchonete. Minha mãe havia pedido para eu guardar os brinquedos, mas eu acabei ficando com sono e deixando eles espalhados no chão mesmo.

Então eu fui dormir na cama de cima com o meu pai e meu irmãozinho no colchonete com minha mãe. Nisso eu acabei acordando no meio da noite para ir no banheiro e quando eu olhei para os meus brinquedos eu vi um homenzinho meio dentuço, menor que eu que vestia uma camisa de manga comprida e um gorrinho mexendo nos meus brinquedos (não lembro se isso foi na ida ou na volta do banheiro). Eu não senti medo e apenas fiquei olhando para ele (eu acreditava que fosse um duende, mas hoje não sei). Ele pareceu ter percebido a minha presença e olhou para mim com sua “carinha de rato” e me encarou por um momento. Eu então pisquei e ele desapareceu. Depois disso eu apenas achei estranho, fiquei tentando absorver a situação um pouco e depois fui para a cama de baixo dormir perto da minha mãe e do meu irmão.

No dia seguinte eu fiquei super animada e saí contando para todas as minhas coleguinhas que eu tinha visto um duende, mas ninguém acreditou em mim. Então eu parei de ficar falando sobre isso para não me chamarem de maluca. E eu posso jurar que não foi um sonho, pois no dia seguinte eu havia acordado no colchonete, se foi um sonho então foi um sonho muito muito real.

A única coisa que eu acho estranho é que eu moro em apartamento e minha casa não é bem do tipo “atrativa” para elementais. É só um apartamento comum na cidade, e eu e minha família nunca tivemos ligação nenhuma com Wicca ou qualquer coisa do tipo (sempre fomos católicos). De qualquer maneira foi um acontecimento que meio que “me marcou”, então foi a partir desse dia eu passei a ver seres “mitológicos” com outros olhos. 
*Email respondido.
*Envie também seu relato para: adancadasfadas@yahoo.com

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A influência das Bacantes



Sonhei que estava em uma casa com várias ninfas. Todas elas eram altas, brancas e tinham os cabelos negros, lisos e longos. Elas eram muito bonitas e andavam todas as nuas. Como eu estava com elas há algum tempo, também estava nua. Nós dançamos e, em um certo momento, elas me cercaram e me seduziram. É. Eu fui estuprada por um monte de ninfas gostosonas (garotos, morram de inveja!).
   As ninfas me levaram até à esquina da casa dos Marchesi (para quem não sabe, os Marchesi são uma família élfica que eu sempre vejo em meus sonhos recorrentes). Eu vi o namorado de Heather parado em cima de uma moto, conversando com outros elfos que estavam vestidos como motoqueiros. Seguindo as ordens das ninfas, eu me aproximei de Carlos (acho era esse o nome dele) e pedi sua ajuda para consertar um cano furado. Ele aceitou. Um outro elfo tentou alertá-lo de que eu o estava atraindo para uma cilada.
Eu me fiz de ofendida e disse que aquilo era mentira e, que tudo bem se ele não quisesse me ajudar. Eu me viraria sozinha.
  Carlos insistiu para consertar o cano. Eu pedi para que ele me seguisse. E o levei até à cozinha.

Havia muita água no chão. O elfo se abaixou e examinou o cano.

- Mate ele. - Sussurrou uma das ninfas que estavam invisíveis.
- Mate o elfo nojento, agora. - Sussurrou a outra.
- Use a faca que está sobre a pia. - Elas sussurravam de forma sedutora.

Eu olhei a faca, e a peguei. Mas quando ia esfaquear o elfo que estava agachado e de costas para mim, senti pena dele. Afinal, ele confiara em mim e viera me ajudar. Eu não podia matar alguém que não fizera nada a mim. Aquilo seria muito injusto.
Coloquei a faca de volta em cima da pia.

- Parece que cano está bom. - Disse ele ficando de pé e me encarando confuso.
- Mesmo? Puxa! Me desculpe por fazê-lo perder seu tempo. - Eu disse, rindo nervosamente.
- Não. Tudo bem. Foi um prazer. - Ele respondeu sorrindo.
- Eu te acompanho até à porta. - Eu disse.

Eu fechei a porta depois que ele saiu e saí pelos fundos.
As ninfas me levaram de novo na casa onde elas viviam e nós dançamos.

Acordei.


Alex: Só uma sereia me separa de um elfo

  Sonhei que eu estava em um barco de pesca, em alto mar. Acompanhada por marinheiros. Um deles era meu querido Alex. O que me faz pensar que todos os marinheiros eram, na verdade, elfos disfarçados.
   Billy - irmão de Alex - me levou até onde ele estava.
Alex estava trabalhando muito. Juntando cordas (para fazer o quê, eu não sei).

- Diga a ela que é verdade que vocês dois vão se casar. - Billy gritou para Alex.

Mesmo tão atarefado, Alex me olhou sorrindo e disse:

- Sim. É verdade.

- Essa é a melhor hora para conseguir qualquer coisa dele, quando ele está ocupado. - Billy me disse baixinho.

  Alex veio até onde eu estava. Segurou minhas mãos. Olhou em meus olhos e disse que ia se casar comigo. Ele não me perguntou se eu aceitava ou não me casar com ele. De alguma forma, ele sabia que eu aceitaria. Por isso, não me pediu em casamento. Me informou que nos casaríamos.
Muito contente, Billy anunciou aos outros marinheiros sobre o casamento e todos comemoraram. Muito felizes.
  Eu me sentei quietinha em um canto e fiquei observando os marinheiros trabalharem.
Alex se debruçou em uma parte do navio e observou o mar enquanto sentia o vento brincar com seus cabelos. Ele acompanhava o movimento do vento, mexendo os dedos, como se estivesse compondo uma canção. De repente ele arregalou os olhos ao ver uma cauda de peixe (laranja) enorme sair saindo debaixo do barco. Era uma sereia. E ela usou seus poderes telepáticos para atraí-lo para dentro da água. Eu estava longe de Alex, mas podia ver com os olhos dele e sentir tudo o que ele sentia. Ele estava muito assustado!
   Observamos a cauda da sereia. Era linda e fina - bem diferente das sereias dos filmes -. E, então, olhamos para parte de cima dela. A sereia era muito grande. Três ou quatro vezes maior que uma pessoa comum. Devia ter uns três metros de altura ou mais. Ela era morena clara. Tinha cabelos negros (que estavam presos em um coque e com duas mechas soltas).

 http://fc08.deviantart.net/fs70/i/2012/154/1/d/sereia_by_danielpilla-d50i9dj.jpg

  Ela nos observou em silêncio, sem piscar ou se mover. Ela era muito assustadora por ser gigante.
Os marinheiros estavam desesperados e gritavam por Alex.
Eu pulei na água para ir atrás de Alex.
Quando eu vi a sereia, eu quase chorei de medo. Ela era muito grande. E o sonho era tão real.
A sereia me encarou em silêncio. Eu tive medo de me mover e ela se assustar e machucar Alex ou eu.

 "Ela sempre estará entre nós e nunca nos deixará ser felizes". - Alex me disse telepaticamente.

Por sorte, acordei.

Suoni: Quando uma fada me separou de uma ninfa


Janeiro de 2013


    Há uns dois dias atrás, mais ou menos, eu sonhei que estava em uma sala de aula élfica. Bem, não sou muito popular nos colégios élficos. Na verdade, costumo ser muito rebelde às vezes. E, por isso, os professores não vão muito com a minha cara.
Eu estava sentada, escrevendo quando uma bela garota morena, alta, com cabelos negros e longos entrou na sala. Era uma aluna. E cumprimentou a todos. Todos também a cumprimentaram. Menos eu, por caretice pura. No entanto, quando ela se sentou ao meu lado, pensei em cumprimentá-la. Mas, algo dentro de mim, se irritou e decidiu não fazer aquilo. Mas, ela sacou e me provocou, perguntando se eu não ia falar com ela e por que a estava ignorando. Eu disse "Oi", visivelmente envergonhada.
Durante a aula, ela provocou a professora, e ao invés de estudar, ficou bagunçando com algumas alunas. Eu meio que entrei na onda dela e... Um garoto bonito que estava sentada atrás de mim se irritou com a bagunça. Mas, principalmente, com o fato de eu estar falando com aquela garota. Ele se metia o tempo todo. Tentando atrapalhar. Eu me irritei com ele e perguntei se ele não podia ser tão legal quanto bonito. No fim, a professora se cansou e saiu da sala. Provavelmente para chamar a diretora.
     A bela garota comemorou o fato e me abraçou, como se fôssemos intimas. Achei estranho, mas decidi deixar rolar. Era minha chance de ter uma amiga e eu não podia desperdiçar. Então a segui até uma mesa, semelhante a uma mesa de sinuca. Havia um grupo de adolescentes em torno da mesa. Não me lembro direito. Mas acho que nós conversamos por algum tempo. Até a bela garota me levar para fora da sala. Em um tipo familiar de quarto. Nos sentamos em um sofá. Conversamos sobre coisas bobas que não me lembro mais. Ela estava tão feliz que parecia bêbada. Em um certo momento, ficamos tão próximas que eu me senti muito atraída por ela e, acariciei seu rosto e a beijei. Ela desapareceu aos poucos como um fantasma ou uma imagem de um projetor.
 E num instante eu pareci nesse mesmo quarto em que estou agora. Ao lado da janela. Eu parecia ter saído do banheiro. Olhei para fora. Pro jardim e vi a ninfa Serena e eu sentadas em cadeiras, próximas ao Arbusto da ninfa Melanie, entre as árvores Serena (acerola) e Rosemary (caju).
A ninfa se declarou a mim. Mas eu disse que não podia aceitar o seu amor.
Do outro lado da janela, implorei a mim mesma que não fizesse aquilo, que desse uma chance a ela. Mas a outra parte de mim não podia me ouvir. A ninfa olhou  para mim, diretamente para mim. Seus olhos estavam tristes. Ela queria chorar. Mas tentava ser forte. Então, ela se levantou triste e contendo um choro, disse que eu não a queria só por ela ser uma mendiga. Eu tentei esclarecer as coisas mas ela se afastou de mim.
Consegui sair para fora e vi meu duplo. A outra "eu" não olhava diretamente pra mim. Parecia não notar a minha presença.

 A ninfa trajava um belo vestido azul, igualzinho ao que a Amanda Seyfried usou no filme "A Garota da Capa Vermelha". A ninfa se aproximou do muro que dá pra rua e colocou suas mãos no alto dele e espiou o outro lado. Seu vestido azul se tornou rosa.

Meu sonho acaba aí.


O meu outro eu ou "duplo", na verdade, era a fada Suoni que gosta de se apresentar a mim usando a minha forma física. Ela diz que é minha irmã e, de fato, recentemente (2017/2018) comecei a me lembrar de minha passada. Ela não é minha irmã gêmea e sim mais velha, mas insiste nisso em dizer que somos gêmeas. Para ser honesta, não tenho certeza se ela é uma fada ou uma humana, mas ela está morta. Espíritos de fadas mortas residem em Annwn e até podem interagir com humanos, mas tenho minhas dúvidas porque analisando o comportamento dela, ela não tem nada de fada, embora, eu ainda a chame assim.