segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Nuckelavee



  O Nuckelavee é uma criatura da mitologia celta, um elfo escuro famoso por sua aparência horrível.
   No mito é descrito como um ser que vive no mar das ilhas da Escócia, Orkney.
Sua cabeça é maior que a de um humano (cerca de 10 vezes). Possui um único olho envolvido por uma chama vermelha. Tem uma boca semelhante a de um porco. Braços enormes. Sua respiração é venenosa e pode murchar as plantas, secar as plantações e adoecer o gado. Outra característica bizarra é que o Nuckelavee não tem pele, deixando visível suas veias.
   Quando um nuckelavee se alimenta dilacera sua vítima e come seus músculos, além de devorar o corpo, o nuckelavee se alimentaria da alma da pessoa. Costuma atacar o gado e viajantes solitários.
   O nuckelavee pode ser repelido pelas correntes de água doce e aqueles que forem perseguidos por eles devem entrar na água doce, nadando para o mais longe dele que puder. Acredita-se também que queimar algas o afastaria.
A deusa do mar Lear seria a única capaz de conter a fúria de um nuckelavee.

domingo, 4 de agosto de 2013

Duende Galafuz

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     João Galafuz é o nome com que a superstição popular designa uma espécie de duende, que diz aparecer em certas noites, emergindo das ondas ou surgindo dos cabelos de pedras submersas, como um facho luminoso e multicor, prenúncio de tempestade e naufrágios.
    Crença dominante entre os pescadores e homens do mar, no estado de Pernambuco, nas cidades de Barreiros, na Praia do Porto e principalmente na ilha de Itamaracá, dizendo-se que esse duende marinho é a alma penada de um caboclo, que morreu pagão, acaso conhecido por João Galafuz. A superstição tem curso também em outros estados, notadamente em Sergipe, com o nome de Jean de La Foice, Fogo-fátuo ou Boitatá. (Gustavo Barroso, Terra de Sol).

sábado, 3 de agosto de 2013

Duende Guajara


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    Duende de Almofala, município de Acaraú, Ceará. Aparece nas noites de inverno, raras vezes nos dias de verão, fazendo barulhos, tais quais, vozes de animais, ruídos de caçador, pescador, colhedor de mel de abelhas e ainda fingindo cortar árvores.
Assusta os viajantes que passam perto do seu mangue, reduto natural, e também surge, como um pato, nas casas próximas, atrapalhando a calma habitual.
    De acordo com a tradição, o duende é invisível, derivando o pavor pela sua diversidade de simular sons. Além disso, açoita os cachorros, que podem falecer depois do terrível castigo. Aos viajantes impõe a companhia do medo ao gritar pelo caminho.
    É também chamado de Guari e Pajé do Rio. Suas características, de acordo com Câmara Cascudo, o aproximam do Saci, Curupira, Caipora, e por conta da moradia, há elementos do Pescador Encantado.