quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Um juiz que consultava duendes é afastado nas Filipinas

     Um juiz filipino que dizia tomar decisões com a ajuda de duendes foi definitivamente afastado da magistratura pela Suprema Corte do país, informou o jornal Philippine Daily Inquirer.

"Terminou sem final feliz a conto do juiz e os três duendes", brincou o jornal.

Florentino Floro, 53, havia sido afastado em março depois de revelar ter feito um pacto com três duendes – Armand, Luis e Angel – para ver o futuro.

Ele acrescentou que escrevia em transe e que havia sido visto por várias pessoas em dois lugares distintos ao mesmo tempo.

Matérias na imprensa filipina afirmaram que toda sexta-feira o juiz trocava a beca azul por negra, para "recarregar os poderes psíquicos".

Mas os argumentos não comoveram a Suprema Corte, para quem tais poderes "não têm lugar" no Judiciário.

"Fenômenos psíquicos, mesmo assumindo que existam, não têm lugar na determinação do Judiciário de aplicar apenas a lei positivista e, na sua ausência, regras e princípios igualitários para resolver controvérsias", diz a sentença.

Durante as audiências do processo, os médicos da Suprema Corte e do próprio juiz haviam afirmado que o réu sofria de problemas mentais.

Imortal

Ao saber da decisão, o juiz Floro declarou que o tribunal o havia tirado da obscuridade e projetado para “imortalidade”.

"Não apenas neste país ou em redes internacionais de notícia, mas, antes de tudo, na indelével memória da história mundial do Poder Judiciário."

O caso foi discutido em mais de mil blogs e suscitou mais de 10 mil respostas em todo o mundo, inclusive de apoio de praticantes de magia e ocultismo, disse o juiz.

Na visão da Suprema Corte, a aliança de Floro com duendes "coloca em risco a imagem de imparcialidade judicial, e mina a confiança pública do Judiciário como guardião racional da lei, isto é, se não torná-lo objetivo do ridículo".

Rumpelstilskin

    Rumpelstiltskin é o personagem homônimo e principal antagonista de um conto de fadas originado na Alemanha (onde ele é conhecido como Rumpelstilzchen). O conto foi coletado pelos Irmãos Grimm, que inicialmente publicaram na edição de 1812 de Children's and Household Tales (Contos para a infância e para o lar), sendo revisado em edições posteriores.
Para impressionar o Rei , com o objetivo de fazer o príncipe casar com a sua filha, um moleiro bastante pobre mente e diz que ela é capaz de fiar palha e transforma-la em ouro. O Rei chama a moça, fecha-a numa torre com palha e uma roda de fiar, e exige-lhe que transforme a palha em ouro até de manhã, durante três noites, ou será executada. Algumas versões dizem que, se ela falhasse, seria empalada e depois cortada em pedaços como um porco, enquanto outras não são tão trágicas e dizem que a moça ficaria fechada na torre para sempre. Ela já tinha perdido toda a esperança, quando aparece um duende no quarto e transforma toda a palha em ouro em troca do seu colar; na noite seguinte, pede-lhe o seu anel. Na terceira noite, quando ela não tinha nada para lhe dar, o duende cumpre a sua função em troca do primeiro filho que a moça desse à luz.

O Rei fica tão impressionado que decide se casar com ela, mas quando nasce o primeiro filho do casal, o duende regressa para reclamar o seu pagamento: "Agora dá-me o que me prometeste". A Rainha ficou assustada e ofereceu-lhe toda a sua riqueza, se este a deixasse ficar com a criança. O duende recusa, mas por fim aceita desistir da sua exigência, mas cria outra: se a Rainha conseguisse adivinhar o seu nome em três dias. No primeiro dia, ela falhou, mas antes da segunda noite, o seu mensageiro ouve o duende a saltar à volta de uma fogueira e a cantar. Existem muitas variações da canção, mas a mais conhecida é:

    hoje eu frito, amanhã eu cozinho!
    Depois de amanhã será o filho da rainha!
    Coisa boa é ninguém saber
    Que o meu nome é Rumpelstiltskin!



    Quando o duende foi ter com a Rainha no terceiro dia, ela revela o nome dele, Rumpelstiltskin, e ele perde o seu negócio. Na edição de 1812 dos Contos dos Irmãos Grimm, depois disto, Rumpelstiltskin foge zangado e nunca mais regressa. O final foi revisto numa edição de 1857 para uma versão mais macabra onde Rumpelstiltskin, cego de raiva, se divide em dois. Na versão oral dos Irmãos Grimm, o duende voa da janela numa panela.


     O nome Rumpelstilzchen é de origem alemã. Rumpelstilt ou Rumpelstilz era o nome de um tipo de duende, também chamado de pophart ou poppart que faz barulhos de chocalho em tábuas. O significado é semelhante ao rumpelgeist ("chocalho fantasma") ou poltergeist, um espírito travesso que faz barulho e move objetos domésticos. Outros conceitos relacionados são mummarts ou bicho-papões que são espíritos domésticos travessos que se disfarçam

     A primeira menção conhecida de Rumpelstiltskin ocorre em Geschichtklitterung, ou Gargantua de Johann Fischart de 1577 (uma adaptação livre de Gargantua e Pantagruel de François Rabelais).

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Troll


   Troll ou Trol é uma criatura antropomórfica imaginária do folclore escandinavo. São descritos tanto como gigantes horrendos – como ogros – ou como pequenas criaturas semelhantes a goblins. Diz-se que vivem em cavernas ou grutas subterrâneas.

Na literatura nórdica, apareceram com várias formas, e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhes foram atribuídas várias características, como a transformação dessas criaturas em pedra, quando expostas à luz solar.


Características



Geralmente os trolls são descritos como criaturas humanoides, nada inteligentes mas muito trabalhadoras. Às vezes são descritos como gigantes nórdicos ou algo semelhante aos ogros, seus tamanhos variando a depender da história. Vivem por muito tempo, mais de mil anos; vivem em bando e são muito agressivos. Alguns são mais estranhos e raros, como os trolls do subterrâneo, que seriam menos inteligentes do que seus primos, porém mais fortes e agressivos, atingindo entre 2,35 m a 3,45 m de altura. Embora não considerados inteligentes, eram temidos, pois acreditava-se que dominavam a arte da ilusão e eram capazes de mudar de forma e de comer vorazmente tudo o que se lhes deparasse. Embora geralmente retratados como extremamente antissociais, cavernosos os trolls também eram descritos como pais protetores e carinhosos, literalmente protegendo sua prole a garras e dentes. No geral, tendem a criar os filhos do sexo oposto dos deles (se for uma troll fêmea, o pai cuida dela, e se for um macho, a mãe o cria).

Os trolls foram adaptados a muitas outras culturas e obras, como nas obras de J.R.R. Tolkien e J.K. Rowling.

No linguajar da Internet, "troll" é a definição aos que fazem uso de redes sociais para alterar o ambiente de paz, com postagens que promovem discórdias entre os membros.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Duende Domovoi

  Domovyk, também chamado Domovik, Domovoj, Domovoi ou Domovoy, é um tipo de Pixie e também Duende do folclore eslavo, mais abrangente na Rússia e Ucrânia, que pode assombrar uma casa ou cuidar de seus habitantes, podendo ser um ancestral da família se movendo com a mesma de casa em casa.
Sua aparência é de um ser humanoide pequeno, ancião, com aparência de mais de cem anos, com o corpo coberto de pelos grisalhos, exceto ao redor dos olhos, nariz e alguns que possuem chifres e cauda, mas muitas vezes pode mudar sua aparência, e podem se assemelhar aos habitantes da casa ou animais domésticos, eles são muito tranquilos e não incomodam ninguém, a não ser que a casa onde vivem esteja suja e bagunçada, eles também não gostam de espelhos.
Um Domovyk pode ser considerado um espírito do lar, principalmente na Rússia, onde a chegada do Cristianismo no final do século X, estes antigos deuses do lar, equivalentes a Hestia grega, tornaram-se perigosos e foram substituídos por duendes. Como os antigos deuses do fogo, os Domovyks continuam sendo importantes em lugares que tem lareiras (chaminés), uma das únicas maneiras de antigamente para aquecer os eslavos do frio.
Se houver crianças em casa, o Domovyk irá garantir que elas durmam sem ter pesadelos, consegue também prever o futuro, especialmente o infortúnio, assim como a Banshee, dando gritos, seus soluços representam a morte de alguém na casa, e se ele sorri, prevê bons tempos.
A Ucrânia considera o Domovyk como o espírito domestico, que vive em lugares das casas como lareiras e perto dos fogões, como todo duende, ele também gosta de fazer travessuras, principalmente com os vizinhos, roubando objetos, escondendo chaves, atrapalhando o sono e etc.
Pessoas que conseguem ver o Domovyk em casa costumam os chamar de um jeito amoroso, como vovô ou senhor, mas não são todas as pessoas da família que conseguem ver, por isso, deixam alimento para ele durante a noite, tal como um copo de leite e biscoitos e botas de pano vermelhas penduradas no pátio é outra forma de homenagear um Domovyk.
Na Polônia, depois de uma mudança, as pessoas colocam pedaços de pão e sal embrulhados em um pano branco para que os Domovyks possam vir e se instalar na nova casa. Para se livrar de um Domovoi rival, é preciso bater nas paredes com um feixe gritando ”avô Domovoi me ajude a achar e expulsar o intruso!”
Quando se ouve um bebê chorar, sem existirem bebês humanos dentro de casa, o que você estará ouvindo é um Domovoi bebê, neste caso, cubra o local de onde vem a voz com um lenço, e a mãe da criança lhe dará a resposta de qualquer pergunta, contanto que você não remova o tecido do bebê.
Se um membro da casa desagradar um Domovyk, o pior castigo que ele pode dar é provocar Poltergeist e um grande incêndio.

Fonte: http://misteriosfantasticos.blogspot.com.br/2011/07/domovyk-domovik-domovoi.html

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Goblin

http://fc07.deviantart.net/fs32/f/2008/186/7/5/Goblin_Warrior___Token_Card_by_DaveAllsop.jpg 
 Goblins são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes. 
Fazem parte do folclore nórdico, nas lendas eles vivem fazendo brincadeiras de mau gosto. Podem ser equiparadas aos trasgos e tardos do folclore português.
O termo goblin origina-se do francês antigo "gobelin", evoluído do latim medieval "gobelinus", que parece estar relacionado a "cobalus", do grego κόβαλος (kóbalos): "enganador" ou "desonesto".
Os goblins são normalmente associados ao mal. Diz-se que são feios e assustadores, fazem feitiçarias, estragam a comida, travam guerras contra os gnomos. Os RPGs normalmente incluem goblins em sua galeria de seres.

Em algumas mitologias os goblins possuem grande força. Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras, florestas ou cidades.

Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. Dentre seus armamentos se encontra a clava, o machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.
Eles pertencem ao grupo dos goblinóides dividindo-se em goblins, hobgoblins (parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).

Na Finn Family Moomintroll, terceiro livro da série de Moomin de livros infantis de Tove Jansson, o Hobgoblin é uma estranha criatura mágica; até mesmo o seu chapéu, quando encontrado por outras criaturas, pode trabalhar todos os estranhos tipos de magia por si só. Embora ligeiramente assustador para aqueles que não o conhecem, o Hobgoblin é, de fato, uma criatura solitária e sensível, que pode conceder os desejos dos outros, mas não o seu próprio - a menos que alguém especificamente lhe peça por algo que ele quer e, em seguida, lhe dê aquilo que ele próprio criou.

     Na mitologia de Tolkien os goblins, chamados Orcs, atacam as minas escuras de Moria ,matando todos os seres existentes no mesmo local. São um povo facilmente subjulgado, sentem medo do Demónio do mundo antigo, o Balrog criado por Morgoth,o primeiro senhor do escuro da Terra fantasiosa de Tolkien.
Em O Hobbit, de JRR Tolkien, Hobgoblins são uma ameaça, maior e mais forte forma de Goblins. Tolkien comentou mais tarde, numa carta, que através de mais estudos de folclore posteriormente ele tinha apreendido que "a afirmação de que hobgoblins seriam" uma espécie maior '[de Goblins] é o inverso do original da verdade." Tolkien então rebatizou-os de Uruks ou Uruk-hai, numa tentativa de corrigir seu erro.

Também em O Hobbit, Tolkien coloca o Bugbear Beorn como uma classe diversa dos Goblins (Orcs) e Hobgoblins (Uruk-hai), consistindo, inclusive, em um dos seres que ajudam Bilbo, Gandalf e Thorin Escudo de Carvalho.

Existem também goblins no jogo Magic: The Gathering. Geralmente são da cor vermelha que é a cor da furia e da emoção. São fracos e não muito inteligentes. Normalmente sabem apenas bater e morrer. Porem geralmente em grupos são fortes e rapidos, e sem piedade. No jogo também recebem o nome de mogg (eles são amarelos as vezes). aasadnjdasmd são as palavras magicas para se chamar um duende

Cultura Popular


Os Goblins aparecem em várias ocasiões nos livros da série de literatura infanto-juvenil da autora britânica J. K. Rowling, Harry Potter. Nos livros da série (em que eles são chamados, na tradução para o português tanto de Portugal como do Brasil de "Duendes"), os goblins são descritos como criaturas de médio porte, de aparência humanóide, atarracadas e com longos narizes e orelhas. Extremamente inteligentes, de grande poder e sabedoria, ainda que não sejam inteiramente confiáveis. São ambiciosos, e dão muito valor à riquezas, como ouro e jóias. Raramente demonstram confiança por outros seres. Na série, são os goblins, visto suas habilidades de organização e administração, os guardiões de Gringotes, o banco dos bruxos, onde estes depositam e guardam seu ouro e demais preciosidades.

Goblins são servos de Mulgarath na série de livros As Crônicas de Spiderwick onde são retratados como sapos grotescos com pequenos chifres e caudas que nascem sem dentes e com comportamento caótico.

Artemis Fowl descreve como duendes entidades reptilianas com olhos sem pálpebras, línguas bifurcadas, e escamosa da pele. Os duendes da série são estúpidos e têm uma capacidade de evocar bolas de fogo .

sábado, 5 de outubro de 2013

Brincando de esconde-esconde com o elfo


    Um dia, minha prima Francielly veio passar as férias aqui em casa. Eu ainda estava aprendendo a ser bruxa quando decidi ensinar tudo o que eu sabia (ou pensava saber) para ela e meus irmãos Thiago e Danilo. Durante várias noites, nós quatro nos reunimos no jardim e fizemos vários rituais para contatar os gnomos, os duendes e as fadas. Eu me sentia a Bonnie Bennet (da série Diários De Um Vampiro) com um livro da Thea Sabin nas mãos. Mas nem sabia traçar um círculo mágico direito. O ritual que mais realizamos foi um que consistia em tocar o próprio elemento e sentir sua essência. A princípio, não aconteceu nada e o ritual parecia tão bobo... Mas certa vez, eu senti meus pés pinicarem como nunca. Minha prima riu e disse que eram pernilongos que estavam me atacando. Mas quando ela realizou o ritual uns dois dias depois, o mesmo aconteceu a ela. Minha avó e minha mãe também decidiram experimentar a experiência. Minha avó não sentiu nada. Mas minha mãe jura que sentiu uma piniqueira em seus pés. Não acreditei muito na minha mãe porque ela se mostrou bastante cética durante o ritual.
   Meus irmãos também fizeram o mesmo ritual. O Danilo não sentiu nada, mas o Thiago sentiu.


  Convencidos de que os gnomos tinham feito contato conosco, decidimos prosseguir com os rituais. E na noite seguinte, quando minha mãe foi ao mercado, decidimos continuar com os rituais. Após uma sessão rápida de ocultismo, nós decidimos brincar de esconde-esconde e, em voz alta, convidamos os gnomos para brincarem também. Nós procurávamos o suposto gnomo, o chamando. Era divertido! O peste do meu outro irmão que nunca participava dos rituais, escondido atrás da janela da sala, jogava pedrinhas no jardim para nos assustar. Quando percebeu que estávamos mesmos concentrados em procurar o tal gnomo, ele se irritou e zombou da gente. Então, voltou para sala e foi ver um filme. Ficamos apenas o Thiago, o Danilo, a Francielly e eu. Continuamos procurando pelo tal gnomo. Quando eu disse que estava frio e que iria pegar o meu casaco. Me aproximei das cadeiras que estavam enfileiradas para pegar meu casaco quando percebi algo estranho... Um casaco talvez... Estava muito escuro. Perguntei a minha prima se havia deixado o casaco dela cair no chão. Ela respondeu que não sabia e não me deu atenção. Eu olhei as outras cadeiras e vi que os casacos meu e da minha prima estavam ali. Espantada, eu sai de onde estava e fui ver mais de perto o que era aquilo no chão. Me aproximei da porta da sala para ver com mais nitidez aquilo e o que vi me assustou... Parecia um vaso... Não podia ser não com aquele formato... Então, talvez um bicho... Enquanto eu tentava adivinhar, percebi que aquela coisa tinha duas mãos pequeninas e branquinhas, semelhantes às de um bebê. A coisa estava agachada, com o rosto escondido entre os joelhos. Estava todo vestido de preto. Um moletom de capuz para ser precisa. Eu só conseguia prestar atenção naquelas mãozinhas brancas... Apavorada, desviei o olhar da coisa por duas vezes na esperança de que aquilo desaparecesse, porque dizem que se um fantasma aparecer para você e você desviar o olhar, ele desaparece, mas aquilo não desapareceu. E eu não consegui mais me conter. Abri a boca e dei o maior berro! No mesmo instante, minha prima e meus irmãos vieram correndo e gritando na minha direção. Então eles se jogaram em cima de mim como aqueles jogadores de futebol americano. Eu caí na entrada da porta da sala e eles continuaram em cima de mim. Eu os empurrei, mas eles continuaram em cima de mim. Meu irmão que estava vendo TV nos encarou confuso. Mas não disse nada. Com muito custo, eu tirei meus irmãos e minha prima de cima de mim. Então olhei para o lugar onde a coisa estava, mas ela havia sumido. Mais calma, perguntei aos outros porque eles estavam gritando. Meus irmãos não souberam responder. E minha prima disse que pensou que eu havia visto uma cobra. Nervosa, eu dei uma bronca neles e disse que se eles não haviam visto nada, então não havia motivos para gritarem tanto.
  Curiosa, minha prima perguntou por que eu havia gritado. Eu contei a ela o que vi. E ela disse que só podia ser um duende ou um gnomo. Aí minha ficha caiu! Não tinha visto um fantasma. Tinha visto um gnomo ou duende ou fosse o que fosse aquilo. Mas era um elemental. Tinha de ser! Me tranquilizei e tentamos nos desculpar com o espírito pelo mal entendido. E o procuramos de novo, sem sucesso.
    Contei a minha mãe e ela acha até hoje que o que vi era um fantasma. Mas hoje, tenho certeza de que o que vi era um elfo... Um elfo criança.
Nunca mais vou esquecer aquele dia.
   Até hoje, quando meus irmãozinhos tentam me convencer a brincar de esconde-esconde, eu sinto medo. ©

Os elfos e o sapateiro




    Era uma vez um sapateiro que era bastante trabalhador e muito honesto, no entanto não conseguia ganhar o suficiente para viver e, finalmente perdeu tudo o que possuía no mundo, com exceção de couro suficiente para fazer um par de sapatos.
Então, o sapateiro cortou o couro, deixando tudo preparado para o dia seguinte, pretendendo levantar-se logo pela manhãzinha e continuar o trabalho. A sua consciência estava clara e o seu coração leve apesar dos problemas; assim, foi pacificamente para a cama, deixando tudo ao cuidados dos Céus, e adormeceu rapidamente. Na manhã seguinte, após ter feito as suas orações, sentou-se e preparou-se para começar o trabalho quando, para grande surpresa sua, ali estavam os sapatos já feiros, em cima da mesa. O bom homem não sabia o que fazer ou pensar perante tão estranho acontecimento. Observou o trabalho feito e, não havia um único erro, tudo era tão puro e verdadeiro... era uma verdadeira obra de arte.
No mesmo dia apareceu um cliente, e os sapatos serviram-lhe tão bem que até pagou mais do que o preço pedido.. E o pobre sapateiro, com o dinheiro, comprou couro suficiente para fazer dois pares de sapatos. Ao anoitecer cortou o couro e foi para a cama cedo, de forma a puder levantar-se cedo e começar o trabalho logo pela madrugada. Mas foi-lhe poupado o trabalho, pois na manhã seguinte este já se encontrava pronto. Depressa vieram clientes, que lhe pagaram generosamente pelos sapatos, de forma que o sapateiro pôede comprar couro suficiente para quatro pares de sapatos. Mais uma vez preparou o material na noite anterior e encontrou os sapatos prontos na manhã seguinte, como anteriormente. E assim continuou durante algum tempo, o que estava preparado na noite anterior estava pronto ao amanhecer e o bom homem começou a prosperar, passando a ficar numa situação confortável.

Numa noite, perto do Natal, enquanto o sapateiro e a sua esposa se encontravam a conversar em frente ao lume, ele disse para ela, "Eu gostava de ficar acordado esta noite, e ver quem vem e faz o meu trabalho por mim". A mulher gostou da ideia. Então, deixaram uma vela acessa e esconderam-se num canto do quarto, atrás de um cortinado, e observaram o que iria acontecer.
Logo que chegou a meia-noite, vieram dois pequenos anões nus e sentaram-se no banco do sapateiro e, começaram a brincar com os seus pequenos dedos, costurando e batendo a uma tal velocidade, que o sapateiro estava maravilhado e não conseguia tirar os olhos deles. E assim continuaram, até o trabalho estar completo, e os sapatos estarem prontos para uso, colocando-os em cima da mesa. Isto foi muito antes do amanhecer, e apressaram-se a sair tão depressa quanto o acender de uma luz.

No dia seguinte a mulher disse para o sapateiro, "Estas duas pequenas criaturas fizeram-nos ricos, nós deveríamos estar-lhes gratos e fazer-lhes uma boa mudança, se conseguirmos. Custa-me vê-los a andarem assim, e de facto não é muito decente, pois não têm nada sobre as costas para os proteger do frio. Vou-te dizer que mais, vou fazer-lhes uma camisa para cada um casaco, um colete e um par de calças, e tu fazes-lhes um pequeno par de sapatos.
O pensamento agradou muito ao sapateiro, e numa noite, quando todas as coisas já se encontravam prontas, eles colocaram-nas sobre a mesa, em vez do trabalho de couro como costumavam fazer e foram esconder-se, para ver o que os pequenos elfos faziam.
Chegaram por volta da meia-noite, dançando e fazendo cambalhotas , saltando ao redor da sala e depois foram-se sentar para fazer o seu trabalho, como de costume, mas quando as roupas estendidas em cima da mesa, para eles, os alegres elfos riram-se e gargalharam e pareceram deveras agradados.

Então, vestiram-se num piscar de olhos e dançaram e saltarm, tão alegremente quanto podiam, até que saíram, dançando, até ao jardim verde do exterior.
O bom casal nunca mais os viu, mas desde então tudo correu bem para eles enquanto viveram.



Fontes:


Álfheim, a morada dos elfos

http://3.bp.blogspot.com/-GTGjd36gxzY/UIsFNlHL8jI/AAAAAAAAAVc/yVU-Rg6etW8/s1600/elfo+011.png
Na mitologia nórdica, Álfheim (Álfheimr em nórdico arcaico, lar dos elfos) é um dos nove mundos, e o domicílio dos Álfar (elfos). O nome aparece, também, em baladas escocesas sob a forma de Elfhame e Elphame. É também um nome antigo para o território que existe entre o que, atualmente, é o rio Glomma na Noruega e o rio do Göta älv na Suécia.

Em Textos Nórdicos


Alfheim como a morada do elfos é mencionado somente duas vezes nos velhos textos nórdicos.
O poema édico Grímnismál descreve doze moradias divinas, iniciando a estrofe 5 com:
Ydalir chama eles do lugar de Ull
Um salão construído para si mesmo
E Alfheim, os deuses para Frey uma vez deram
Como um presente de dente em tempos antigos
Um presente de dente era um presente dado a uma criança na queda do seu primeiro dente. 
Snorri Sturluson no Gylfaginning relaciona Alfheim como o primeiro de uma série de mundos do céu:
O que é chamado de Alfheim, o lugar onde residem o povo chamado elfos luminosos (ljósalfar); mas os elfos escuros (Svartálfar) habitam em baixo, na terra, e eles são diferentes na aparência, mas muito mais diferentes na natureza. Os elfos luminosos são justos como o sol, mas os elfos escursos são piores do que o piche.
No mesmo poema, enquanto o autor discursa sobre um salão chamado Gimlé e sobre a zona mais ao sul do céu, que sobreviverá mesmo quando a terra e o céu forem destruídos, há uma nova explicação sobre o lugar:
É dito que existe um outro céu, em direção ao sul e ascendente a este, e é chamado Andlang (Andlangr ou Endlong), mas o terceiro céu ainda está acima deste, e é chamado Vídbláin (Vídbláinn ou Largo-azul) e é neste céu que nós pensamos estar a moradia. Mas nós acreditamos que ninguém além dos elfos luminosos habitam estas mansões agora.

Não há indicação se estes céus são idênticos a Alfheim ou distintos. Em alguns textos aparecem Vindbláin (Vindbláinn ou Vento-azul) no lugar de Vídbláin.
Os estudiosos modernos especulam (às vezes estabelecendo como fato) que Alfheim era um dos nove mundos (heima) mencionados na segunda estrofe do poema édico Völuspá.


Em Textos Ingleses


Nas diversas baladas inglesas e escocesas sobre as fadas e suas doutrinas, o reino destes povos são chamados Elphame ou Elfhame, às vezes também traduzidos como Elfland ou Elfenland. A rainha das fadas é chamada, freqüentemente, de "Rainha de Elphame" nas baladas, tais como a de Thomas the Rhymer:
'Eu não sou a Rainha do Céu, Thomas,
Este o nome não me pertence;
Eu sou apenas a Rainha de Elphame
Saindo a caçar em minha montaria.'
 Elfhame, ou Elfland, são descritas em uma grande variedade de formas nestes baladas e histórias. Geralmente são místicas e benevolentes, mas também, às vezes, sinistras e malignas. O misteriosismo da terra, e seus poderes do além são a fonte do ceticismo e desconfiança em muitos contos. Os exemplos das viagens ao reino dos elfos/fadas incluem "Thomas the Rhymer" e o conto de fadas "Childe Rowland", sendo que o último tem um ponto de vista particularmente negativo sobre o mundo dos elfos.


Usado por J. R. R. Tolkien

 O escritor inglês J. R. R. Tolkien transformou em inglês, Elvenhome, o nome em nórdico arcaico, Alfheim. Em seus contos, Elvenhome é imaginado como uma região litorânea das Terras Eternas, no oeste distante. O Grande Rei dos elfos do oeste era Ingwë, derivado do nome Yngvi, encontrado freqüentemente como um sinônimo para Frey, que habitava Alfheim de acordo com o Grímnismál.

A Região na Escandinávia


Na saga de Ynglinga, quando é relacionado os eventos do reino do Rei Gudröd (Guðröðr) o Caçador relata:
Álfheim, nesse tempo, era o nome da terra entre o Raumelfr (Rio do elfo Raum, o Rio Glomma, atualmente) e Gautelfr (Rio do elfo Gaut, o Rio Göta Älv, atualmente).
As palavras "nesse tempo" indicam que o nome para a região era arcaico ou obsoleto pelo século XIII. A sílaba elfr é uma palavra comum para "rio" e aparece em outros nomes de rios. Ela é cognata com a palavra elve, do baixo-alemão médio ("rio") que deu origem ao nome do Rio Elba. O Raum Elf marcou a beira da região de Raumaríki e o Gaut Elf marcou a beira de Gautland (Götaland moderno). Corresponde, aproximadamente, à província histórica sueca de Bohuslän.
O nome Alfheim provavelmente não tem nenhuma relação com com Álfar Elves, mas pode se derivar de um palavra que signifique 'camada de cascalhos'.
 Entretanto, em A Saga de Thorsteins, filho de Viking, há referências que indicam que os dois rios e o país foram nomeados pelo Rei Álf, o Velho (Álfr hinn gamli) que governou uma vez o país. Todos seus descendentes eram relacionados aos elfos e sua aparência era considerada a mais formosa entre todas as pessoas. O Sögubrot af Nokkrum menciona também os maravilhosos olhares especiais dos parentes do Rei Álf, o Velho.


As tradições de Álf, o Velho


De acordo com o A Saga de Thorsteins, filho de Viking, o Rei Álf, o Velho, foi casado com Bryngerd (Bryngerðr), a filha do Rei Raum de Raumaríki. Mas de acordo com o Hversu Noregr byggdist ("Como a Noruega foi habitada"), Álf, chamado de Finnálf, era um filho do Rei Raum, e herdou de seu pai a terra a partir do norte do Rio Gaut Elf (Rio Göta Älv) até o Rio Raum Elf (Rio Glomma), e aquela terra foi chamada, então, Alfheim.
Finnálf se casou com Svanhild (Svanhildr), que foi chamada "Pena de Ouro" (Gullfjoðr) e era a filha de Day (Dagr), filho de Dayspring (Dellingr), e Sol (Sól), filha de Mundilfari. O Dag, como personificação do dia e a deusa do sol, Sól, são mencionados em outros textos, mas somente em Hversu Noregr byggdist é mencionada a filha dos dois. Svandhild deu à luz um filho de Finnálf, que foi chamado Svan, o Vermelho (Svanr inn Rauðr), que foi pai de Sæfari, pai de Úlf(Úlfr), pai de Álf, pai de Ingimund (Ingimundr) e de Eystein (Eysteinn).
 De acordo com o poema édico Hyndluljód (estrofe 12), Óttar, cuja genealogia é o assunto principal deste poema, era filho de Innstein (Innsteinn), filho de Álf, o Velho, filho de Úlf, filho de Sæfari, filho de Svan, o Vermelho. Assim, o Innstein do Hyndluljód e o Eystein do Hversu Noregr byggdist são, presumidamente, a mesma pessoa.


Os Reis Antigos de Alfheim

 

Sobre as Lendas


Diversos reis antigos são mencionados em algumas sagas.
De acordo com Saxo Grammaticus (historiador dinamarquês que viveu entre 1150 a 1220), em seu oitavo livro (Gesta Danorum), os filhos do Rei Gandalfo, o Velho se reuniram com o Rei Harald para a batalha de Bråvalla. O Sögubrot nomeia os filhos de Gandálf como Álfar (Álfarr) e Álfarin (Álfarinn) e os coloca como membros da guarda do Rei Harald. Se presume que ambos morreram na batalha. Mas o reino de Gandálf não é identificado nestes textos.

O Sögubrot relaciona também que Sigurd Hring (Sigurðr Hringr), que era vice-rei de Harald no trono sueco, se casou com Álfhild, filha do Rei Álf, o Velho, de Álfheim. Mas em uma passagem anterior ela aparece como um descendente do rei Álf. O Hversu Novegr byggdist, ao contrário, fornece outra linhagem do Rei Álf, o Velho, de Álfheim, que seria pai de Álfgeir, que seria pai de Gandálf, que seria pai de Álfhild, que seria mãe do Ragnar Lodbrok (com Sigurd Hring). O pai de Álfhild seria o mesmo Gandálf cujos filhos participaram da batalha de Bravalla, onde seu desempenho é considerado legendário. Mas esta genealogia pode ser resultado de problemas na identificação de Gandálf, o Velho, da batalha de Bråvalla, com Gandálf, filho de Álfgeir, da Saga Ynglinga, que é discutida mais tarde. Se o dois Gandálfs forem a mesma pessoa, a cronologia apresenta diversas falhas de interpretação.
Em todos estes testemunhos escritos, o filho de Hring e Álfhild era, supostamente, o famoso Ragnar Lodbrok, esposo de Áslaug (Áslaugr), que foi mãe de Sigurd Hart (Sigurðr Hjort), cuja filha Ragnhild (Ragnhildr) se casou com Halfdan, o Negro e, com ele, deu à luz Harald Fairhair, o primeiro rei histórico de toda a Noruega.


História


A Saga de Ynglinga, Saga de Halfdan, o Negro, e a Saga de Harald Fairhair, todas incluídas no Heimskringla, contam sobre o fim dos reis de Alfheim ao final do período legendário:
  • Álf: sua filha, Álfhild (Álfhildr) se casou com o Rei Gudröd, o Caçador de Raumaríki e de Westfold, e levou como dote a metade do território de Vingulmork. Ela deu à luz um filho chamado Óláf (Óláfr), que mais tarde ficou conhecido como Geirstada-Álf (Geirstaða-Álfr), o meio-irmão mais velho de Halfdan, o Preto.
  • Álfgeir: Ele era filho de Álf. Reinou sobre Vingulmork e deixou seu filho, Gandálf (Gandálfr) como sucessor.
 Gandálf: Era filho de Álfgeir. Como este Gandálf era um comtemporâneo mais antigo de Harald Fairhair, e considerando que os históricos líderes Vikings se identificavam como filhos de Ragnar Lodbrok, por tradição; não é impossível que Álfhild, suposta mãe de Ragnar Lodbrok, seja filha deste Gandálf como Hversu Noregr byggdist proclama. O Heimskringla nos indica que, após muitas batalhas inconclusivas entre Gandálf e Halfdan, o Negro, Vingulmork foi dividida entre eles, e Halfdan manteve a parcela que tinha recebido como dote da primeira esposa do seu avô, Álfhild. Dois filhos de Gandálf, Hýsing (Hýsingr) e Helsing (Helsingr), mais tarde levantaram suas forças contra Halfdan, mas morreram na batalha. Um terceiro filho, Haki, fugiu para Alfheim. Quando o filho de Halfdan, Harald Fairhair, sucedeu seu pai, Gandálf e seu filho Haki refizeram a aliança para atacar o jovem Harald. Haki foi morto, mas Gandálf escapou. Ainda houve mais uma guerra entre Gandálf e Harald. Nesta última, Gandálf morreu na batalha e Harald tomou para si toda a terra de Gandálf até o Rio de Raum Elf sem, contudo, conquistar a própria Alfheim.
 No entanto, partes mais antigas da saga mostram Harald no controle de toda terra ao oeste do Rio de Gaut Elf, o que indica que Alfheim se transformou parte de seu reino. A partir desse ponto, Alfheim não existia mais como uma região independente. A Saga de Harald Fairhair relaciona que as terras foram conquistadas primeiramente pelo Rei sueco Eirik Eymundsson (Erik Anundsson), que as perdeu mais tarde para Harald Fairhair.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A Vida no Mundo dos elfos


  É difícil falar de elfos quando a mídia espalha tantas tolices por aí. Mas vamos fazer o seguinte? Quando entrar nesse blog, esqueça tudo o que sabe ou ACHA que sabe sobre elfos. Permita-me mostrar um lado deles que talvez você ainda não conheça?

   Os elfos do mal, conhecidos também como elfos sombrios ou elfos negros não são baixinhos, azuis e orelhudos como muitos por aí afirmam! Eu mesma me surpreendi ao descobrir que os elfos maus são tão belos e atraentes quanto o Brad Pitt, Orlando Bloom e talvez o One Direction! Essa comparação é para que você tenha ideia de que como eles podem ser.
  Mas apesar de serem lindos e atraentes, os elfos sombrios podem ser facilmente idêntificados pela crescente malícia em seu olhar e pela falta de luz em sua aura. Todos os elementais tem uma luz, que basicamente seria uma energia de paz, contentamento e alegria (típica dos anjos). Elementais muito perversos e malíciosos são incapazes de produzir essa luz. E o somente o que sente em suas auras é a malícia, a maldade e a escuridão.
   Os elfos são divididos em três grupos:

Elfos Sombrios ou Elfos Cinzentos; Não são necessariamente maus, mas também não são necessariamente bonzinhos. Seguem sua própria vontade. Não se importam com os outros, a não ser com eles mesmos. Egoístas, caprichosos e possessivos, impulsivos e teimosos. Em geral quando um elfo desses, de alguma forma, se envolve com um humano as coisas não terminam bem devido ao comportamento auto-destrutivo do elfo.
  Elfos assim tendem a ser obssessivos e completamente entregues aos vícios e aos prazeres carnais.

Elfos Selvagens; Não. Esses não são aqueles elfos que moram na floresta e adoram arco e flecha. Os elfos selvagens são conhecidos assim justamente por serem selvagens. Se você acha que os elfos sombrios são os únicos seres a se temer na Elfolândia, se enganou porque os elfos selvagens são mil vezes piores que os elfos sombrios.
http://www.fabiorezende.com.br/wp-content/uploads/2009/09/elfo06.jpg   Os elfos selvagens deixam-se guiar pelos instintos mais primitivos, tais como a lúxuria, a ira e os vícios. São desprovidos de piedade. Odeiam os humanos e qualquer criatura que não seja um deles. Elfos selvagens são muito temidos por elfos da luz e até mesmo por elfos sombrios, ambos evitam encontrá-los a qualquer custo. E caso venham a se encontrar, os elfos selvagens tendem a espancar os homens e estrupar as mulheres. Vivem bêbados e brigam com frequência entre si. Não há diálogo com eles porque eles são piores que os ogros e os goblins. Andam sempre em grupos.

Elfos brancos ou Elfos da Luz; São os elfos do bem. São muito poucos no meio de tantos elfos sombrios e selvagens, e por isso, tendem a ficar quietos em seu canto, assistindo a muitas injustiças sem nunca ou quase nunca intervir. Sim, os elfos da luz, infelizmente são covardes. Mas quem não seria, morando em uma terra sem lei?

       Os elfos brancos podem se unir aos elfos cinzentos, criando assim elfos diferentes, possuidores do bem e do mal. Que poderiam discernir um sentimento do outro mais facilmente, diferente dos outros elfos. Quando um elemental nasce, ou ele é bom ou ruim. Isso não muda depois. Elfos que nascem bons ou quase bons podem evoluir posteriormente. Mas elfos que nascem naturalmente maus (como os elfos selvagens) tendem a piorar com o tempo.
    O momento perfeito para se moldar o caráter de elfo é quando ele ainda é muito pequeno, quase um bebê. O que significa que se um elfo nessa idade passasse muito tempo perto de humanos, aprenderia seus costumes. O que seria ótimo para eles se infiltrarem mais tarde entre nós.

    A vida no Reino élfico não é nada fácil, por isso, todos se viram como podem. Muitos elfos trabalham muito e ganham pouco. Suas mulheres, sem o conhecimento do marido, vão até a vila dos elfos selvagens se vender a eles. Com o dinheiro que ganham, elas mantêm a casa até que seus maridos retornem de viagem. Se seus maridos descobrem, ficam furiosos e muitas vezes, não perdoam a traição. Então, abandonam seus lares. A mulher tem de arcar então com todas as despesas sozinha. E não é fácil porque as coisas (alimentos, roupas e etc) custam muito caro no mundo dos elfos. E é comum que a mulher leve suas filhas (caso tenha) para o mesmo caminho. É triste isso. E elas ainda tem de competir com as escravas sexuais (humanas raptadas) que são levadas com certa frequência para a vila dos elfos selvagens.

    Os elfos não se dão bem com outros seres de outros elementos, como as ninfas e as fadas, por exemplo. Só em alguns casos. Os elfos são muito reservados e temem que seus segredos sejam descobertos por outros seres que poderiam lhes fazer mal.
  Elfos sombrios e elfos selvagens não tem o mínimo de respeito pela natureza, mesmo sendo parte integrante dela. Eles poluem águas, derrubam árvores e caçam animais por diversão ou por dinheiro. Muitos elfos apreciam sapatos, cintos e toucas feitos a partir de peles de cães. Um horror!

   Os elfos ricos vivem em suas casas estranhas que parecem ter sido projetadas por um arquiteto retardado. Enormes e monstruosos cães de guarda protegem suas propriedades contra invasores.

Existe a guarda elfica, mas ela pouco pode fazer para proteger os elfos indefesos, já que os elfos maus são muito poderosos. E sempre aparecem criaturas piores no mundo dos elfos, como ghouls e bacantes. Esses seres não aparecem por lá, simplesmente para dar um passeio no fim de tarde. Eles aparecem para atormentar os elfos, os caçando e devorando-os, até que o rei dos elfos envie seus soldados para afugentá-los.

O mundo dos elfos é mais bizarro do que se imagina.
Não há luz natural lá, o que pode comprovar que eles, de fato, vivem embaixo da terra.
   A vila dos elfos selvagens é a parte mais escura de toda a elfolândia, aparentando estar sempre noite.
   Quando está de noite no mundo dos elfos, ou seja, quando a escuridão invade todas as vilas de forma repentina, todos trancam-se em suas casas e soltam seus cachorros em suas varandas. Não é seguro ficar fora de casa nesse momento, pois os elfos selvagens e outras criaturas demoníacas andam livremente a procura de vítimas na completa escuridão.

    Os elfos temem muito o Tardo, um duende amaldiçoado que vira lobisomem.
Alguns elfos jovens formam grupos e saem caçando o tardo, sem no entanto, nunca capturá-lo, já que o tardo não seria um lobisomem comum e teria os mesmos poderes de um duende comum; invisibilidade, velocidade e teleporte. Mas eles se divertem mesmo assim, caçando o tardo.

    Quando recebem um humano de que gostam em seu reino, os elementais gostam de ser hospitaleiros e adoram mostrar os locais que eles acham mais bonitos onde vivem. Mesmos que esses lugares sejam simples, como uma praça, um bosque ou mesmo uma árvore diferente.

   Os bons elfos, parecem crianças. Não importa sua idade. Estão sempre felizes, com um brilho sapeca nos olhos. Brincando e dançando. Com os pés nos chão. Alguns são tão pobrezinhos, que chega a dar pena! Mas são sempre gentis e se veem uma moça, logo ofertam uma flor a ela, com um belo sorriso estampado no rosto.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Nuckelavee



  O Nuckelavee é uma criatura da mitologia celta, um elfo escuro famoso por sua aparência horrível.
   No mito é descrito como um ser que vive no mar das ilhas da Escócia, Orkney.
Sua cabeça é maior que a de um humano (cerca de 10 vezes). Possui um único olho envolvido por uma chama vermelha. Tem uma boca semelhante a de um porco. Braços enormes. Sua respiração é venenosa e pode murchar as plantas, secar as plantações e adoecer o gado. Outra característica bizarra é que o Nuckelavee não tem pele, deixando visível suas veias.
   Quando um nuckelavee se alimenta dilacera sua vítima e come seus músculos, além de devorar o corpo, o nuckelavee se alimentaria da alma da pessoa. Costuma atacar o gado e viajantes solitários.
   O nuckelavee pode ser repelido pelas correntes de água doce e aqueles que forem perseguidos por eles devem entrar na água doce, nadando para o mais longe dele que puder. Acredita-se também que queimar algas o afastaria.
A deusa do mar Lear seria a única capaz de conter a fúria de um nuckelavee.

domingo, 4 de agosto de 2013

Duende Galafuz

http://4.bp.blogspot.com/-sr_0gxNJebA/UL5x6Xmom9I/AAAAAAAAEXg/pbWZ754ocFg/s640/tumblr_mehxe0rTGF1rmwz2zo1_500.jpg


     João Galafuz é o nome com que a superstição popular designa uma espécie de duende, que diz aparecer em certas noites, emergindo das ondas ou surgindo dos cabelos de pedras submersas, como um facho luminoso e multicor, prenúncio de tempestade e naufrágios.
    Crença dominante entre os pescadores e homens do mar, no estado de Pernambuco, nas cidades de Barreiros, na Praia do Porto e principalmente na ilha de Itamaracá, dizendo-se que esse duende marinho é a alma penada de um caboclo, que morreu pagão, acaso conhecido por João Galafuz. A superstição tem curso também em outros estados, notadamente em Sergipe, com o nome de Jean de La Foice, Fogo-fátuo ou Boitatá. (Gustavo Barroso, Terra de Sol).

sábado, 3 de agosto de 2013

Duende Guajara


http://chao-de-estrelas3.zip.net/images/gnomopenduradoazul.gif

   
    Duende de Almofala, município de Acaraú, Ceará. Aparece nas noites de inverno, raras vezes nos dias de verão, fazendo barulhos, tais quais, vozes de animais, ruídos de caçador, pescador, colhedor de mel de abelhas e ainda fingindo cortar árvores.
Assusta os viajantes que passam perto do seu mangue, reduto natural, e também surge, como um pato, nas casas próximas, atrapalhando a calma habitual.
    De acordo com a tradição, o duende é invisível, derivando o pavor pela sua diversidade de simular sons. Além disso, açoita os cachorros, que podem falecer depois do terrível castigo. Aos viajantes impõe a companhia do medo ao gritar pelo caminho.
    É também chamado de Guari e Pajé do Rio. Suas características, de acordo com Câmara Cascudo, o aproximam do Saci, Curupira, Caipora, e por conta da moradia, há elementos do Pescador Encantado.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Hobgoblin ou Lutin


     Hobgoblin é uma criatura mitológica. É uma variação de goblinoide (que vem da raça/criatura goblin), mede mais que 1,40 m, parecido com um goblin mas é muito mais alto, até o tamanho de um ser humano.
Hobgoblin é um termo geralmente aplicado em fábulas para descrever um goblin amigo ou divertido.
A palavra parece derivar de "Robin Goblin", abreviada para "hobgoblin ',' micro ', ou' lob '. O nome foi inicialmente previsto para um determinado folclórico personagem Robin Goodfellow, mas passou a ser definido como uma espécie diferente de duende ou fada.
O nome é muitas vezes intercambiável com "bugbear", "boogeyman", "bugaboo" ou "bogie".
Em O Hobbit, de JRR Tolkien, Hobgoblins são uma ameaça, maiores e mais fortes do que os goblins. Tolkien comentou mais tarde, numa carta, que através de mais estudos de folclore posteriormente ele tinha aprendido que "a afirmação de que hobgoblins seriam" uma maior espécie '[de Goblins] é o inverso do original da verdade. " Tolkien então rebatizado como eles Uruks ou Uruk-hai, numa tentativa de corrigir o seu erro.

Também em O Hobbit, Tolkien coloca o Bugbear Beorn como uma classe diversa dos Goblins (Orcs) e Hobgoblins (Uruk-hai), consistindo, inclusive, em um dos seres que ajudam Bilbo, Gandalf e Torin Escudo de Carvalho.
Na Finn Family Moomintroll, terceiro livro da série de Moomin de livros infantis de Tove Jansson, o Hobgoblin é uma estranha criatura mágica; até mesmo o seu chapéu, quando encontrado por outras criaturas, pode trabalhar todos os estranhos tipos de magia por si só. Embora ligeiramente assustador para aqueles que não o conhecem, o Hobgoblin é, de fato, uma criatura solitária e sensível, que pode conceder os desejos dos outros, mas não o seu próprio - a menos que alguém especificamente lhe peça por algo que ele quer e, em seguida, lhe dê aquilo que ele próprio criou.
No folclore francês, hobgoblins são chamados Lutin.

Hobgoblins muitas vezes são tidos como espíritos, quer sob a forma de animais (como os cães ou coelhos) ou de outros animais de estimação. Gatos que são completamente brancos são especialmente suscetíveis de serem considerados lutins, embora aparentemente não haja nenhum distintivo em nenhum animal que viva em ou perto de casa que possa ser considerado como tal. Estes lutins pode ser bons ou maus, os primeiros têm atribuídas competências que vão desde o controle do tempo até a fazer a barba do chefe da casa antes de ele acordar aos domingos. Os segundos podem assediar o dono da casa, com qualquer número de problemas menores, como sumindo com coisas ou enchendo os sapatos com seixos. O sal é considerado repugnante para eles. Como derivativos de fadas, o aço/ferro também seria insuportável ao seu toque.
Lutin é geralmente traduzido em Inglês como: brownie, Elfo, fada, gnomo, duende, hobgoblin, imp, leprechaun, pixie, pixy, Puck, ou Sprite.

Em um conto de fadas francês, Le Prince Lutin, escrito em 1697 há uma descrição lutin do ar, da água e terrestre: "Você é invisível quando quiser; em um momento você pode cruzar o vasto espaço do universo; você voa sem ter asas; você entra no chão sem morrer, você penetrar nos precipícios do mar sem se afogar, você entra em todo o lugar, mesmo com as janelas e as portas fechadas, e, quando você quiser, você pode ser visto na sua forma natural. "
Nesta história um chapéu vermelho com duas penas torna o Lutin invisível.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Pigmeus


Os Pigmeus constituíram uma nação de anões e seu nome deriva de uma palavra grega que significa uma medida correspondente a cerca de treze polegadas (uma polegada equivale a 2,54 centímetros), que segundo se acreditava, era a altura daquela gente. Os pigmeus viviam perto das nascentes do Nilo, ou, de acordo com outros, na Índia. Homero conta que os grous costumavam emigrar , todos os invernos, para o país dos pigmeus, e seu aparecimento era sinal de uma sangrenta guerra com os diminutos habitantes, que tinham de pegar em armas para defender os trigais contra os estrangeiros. Os pigmeus e seus inimigos, os grous, serviram de assunto de a diversas obras de arte.
  Escritores mais modernos falam de um exército de pigmeus que, encontrando Hércules adormecido, preparou-se para atacá-lo, como se tratasse do ataque a uma cidade. O herói, contudo, tendo despertado, riu dos minúsculos guerreiros e, embrulhando alguns em sua pele de leão, levou-os para Eristeu.
 Milton utiliza-se dos pigmeus para uma comparação no Paraíso Perdido:

"Os pigmeus que vivem além da Índia
Ou os elfos gentis, cujos folguedos
Os camponeses veem (ou sonham ver)
Nas clareiras da mata e junto às fontes."

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Legolas

Legolas Greenleaf (nos países lusofonos conhecido como Légolas Verdefolha ou Légolas Folha Verde), dentro do universo de fantasia criado pelo escritor J.R.R. Tolkien, foi um elfo Sindar, filho de Thranduil, rei da Floresta das Trevas. Em 3019 da Terceira Era, Legolas foi a Rivendell como mensageiro dos elfos de sua terra. Lá participou do Conselho de Elrond, onde se juntou à Sociedade do Anel representando toda a raça élfica. No filme de Peter Jackson o personagem foi representado por Orlando Bloom.

Legolas é filho (aparentemente único) de Thranduil, rei do norte da Floresta das Trevas. Apesar de seu pai ter aparecido ativamente no livro O Hobbit (chamado apenas de Rei-Élfico) Legolas teve sua primeira aparição no livro A Sociedade do Anel durante o Conselho de Elrond. Ele foi o representante do povo élfico na Sociedade do Anel que levou o anel ao sul. Quando a Sociedade do Anel partiu de Lothlórien, o presente que Legolas recebeu foi um arco longo dos Galadhrim, junto com outros presentes que Galadriel e Celeborn deram a ele e aos outros da Sociedade, como capas élficas e lembas.

Legolas acompanhou a Sociedade até o combate em Amon Hen, de onde seguiu com Aragorn e Gimli em sua jornada por Rohan perseguindo os Uruk-hai que haviam capturado alguns de seus amigos.

Legolas mais tarde recebeu um aviso de Galadriel (por meio de Gandalf, que retornara da morte):

    "Legolas Verdefolha, o bosque é teu lar!

    Alegre viveste. Cuidado com o Mar!

    Se na praia gaivotas gritarem por ti,

    Descanso jamais acharás por aqui."

    

     Junto com os cavaleiros de Rohan e ao lado de Gimli e Aragorn, Legolas lutou na Batalha do Abismo de Helm, a grande fortaleza de Rohan.

    Os três caminharam através da Senda dos Mortos para tomar os navios dos Corsários em Pelagir e então embarcarem para a Batalha dos Campos de Pelennor.

    Após a 2ª Guerra do Anel, Legolas viajou pela Terra-Média com Gimli para que ambos pudessem cumprir suas promessas: viajaram às Cavernas Brilhantes e à Floresta de Fangorn.

    Na trilogia dirigida por Peter Jackson, Legolas foi interpretado pelo ator Orlando Bloom. O Legolas dos filmes apresenta uma personalidade ligeiramente diferente do Legolas dos livros. Nos filmes, Legolas é um guerreiro nato, sempre alerta e pronto para a ação. É capaz de enfrentar vários inimigos ao mesmo tempo e realiza cenas "impressionante" de ação, seja saltando em cima de um cavalo em movimento ou surfando escada abaixo em cima de um escudo. Cenas que chamaram bastante a atenção nos filmes, e que seriam plenamente possíveis, pois elfos tem um equilíbrio muito superior ao dos humanos. O livro inclusive menciona uma passagem em que, para a Sociedade do Anel chegar às terras de Lothlórien, precisavam cruzar um rio. O problema é que os elfos cruzavam esse rio amarrando uma corda nas árvores em cada extremidade e correndo por cima dela.

    Outras características élficas descritas nos livros dizem respeito a visão e audição muito mais aguçadas (vendo perfeitamente coisas há várias milhas de distância), uma pontaria infalível (no livro, essa pontaria é tão boa quanto a dos hobbits), a capacidade de andar sem fazer barulho ou deixar pegadas, leveza (a ponto de andar sobre a neve e subir num cavalo com um único salto), uma grande afinidade com a natureza (Legolas acreditava que poderia entender os pensamentos das árvores em Fangorn) e um equilíbrio invejável. Outras peculiaridades incluem o sono: os elfos de Tolkien dormem em pé e com os olhos abertos, e por isso os humanos podem achar que eles não dormem.

     Os Anões são tradicionais rivais dos elfos na Terra-média, e uma raça não tem muito apreço pela outra por causa de alguns incidentes no passado (talvez o Saque de Doriath feito pelos anões tenha sido o maior deles), mas a relação entre Legolas e o anão Gimli parece não levar isso muito a sério. Inicialmente na Sociedade eles discordavam um do outro, mas logo o companheirismo em batalha os transformou em grandes amigos. Mesmo depois do fim da Guerra do Anel continuram algumas aventuras juntos, e é dito que Legolas tenha construído um barco e navegado com Gimli para Valinor.

    A idade de Legolas é um objeto de bastante especulação, pois não há nos livros nenhuma fonte especificando corretamente sua idade, portanto aqui há apenas algumas suposições:

    Acredita-se que Legolas seja um elfo jovem, mas a única certeza é que ele tem mais de 500 anos, pois é dito no livro que 500 anos seriam pouco na vida de um elfo como ele (elfos atingem a maioridade entre os 50 e 100 anos), além dele próprio dizer, quando está em Rohan, "Não o vejo... Há uns 500 verões...".

    Além disso, em nenhum dos importantes momentos das Eras anteriores ele é mencionado. Ele também afirma que a primeira vez que foi a Lorien foi junto da Sociedade do Anel, o que permite a suposição de que ele não estava junto de seu avô, Oropher, quando este deixou Lorien e fundou seu reino em Mirkwood, a Floresta das Trevas, no meio da Segunda Era, o que o colocaria como um dos elfos mais jovens da Terra-média.

    Apesar disso, em O Senhor dos Anéis, Legolas muitas vezes refere-se a seus companheiros de viagem como "crianças", e quando chega a Fangorn, diz que se sentia jovem de novo pela primeira vez desde que havia partido com a comitiva.

     O livro também nunca menciona a cor dos cabelos de Legolas, mas seu pai, Thranduil, possui cabelos dourados. Os sindar, de modo geral, têm cabelos claros. O autor menciona, no entanto, o fato de o elfo ser muito belo. Na adaptação de Peter Jackson, o Legolas interpretado por Orlando tem cabelos lisos e claros.

Filme: O Hobbit, uma jornada inesperada

The Hobbit: An Unexpected Journey (no Brasil, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada; em Portugal, O Hobbit: Uma Viagem Inesperada) é um filme de 2012, sendo uma adaptação em três partes do romance O Hobbit, de 1937, do escritor britânico J. R. R. Tolkien. Peter Jackson que dirigiu a trilogia cinematográfica O Senhor dos Anéis, está dirigindo, produzindo e co-escrevendo as três partes , que deveria inicialmente ter Guillermo Del Toro como diretor. O filme é estrelado por Martin Freeman como Bilbo Bolseiro, Richard Armitage como Thorin e Benedict Cumberbatch como Smaug.

 Vários atores da trilogia O Senhor dos Anéis irão reprisar seus papéis, como Ian McKellen, Andy Serkis, Hugo Weaving, Cate Blanchett, Christopher Lee, Ian Holm, Elijah Wood e Orlando Bloom.  (Ufa! Eu torci demais para o Legolas aparecer nesse filme.) Além disso, o compositor Howard Shore, que compôs a trilha de O Senhor dos Anéis, confirmou seu papel nas três partes do filme. As três partes foram intituladas de The Hobbit: An Unexpected Journey, The Hobbit: The Desolation of Smaug e The Hobbit: There And Back Again, as duas últimas partes agendadas para serem lançadas 13 de dezembro de 2013 e 18 de julho de 2014 respectivamente.

 O Hobbit segue a jornada de Bilbo Bolseiro, que é levado para uma aventura épica para recuperar o tesouro dos anões, que há muito tempo foi roubado por um dragão chamado Smaug. Convidado de repente pelo mago Gandalf, o Cinzento, a entrar na aventura com mais 13 anões liderados pelo lendário guerreiro Thorin. Sua viagem vai levá-los para a vida selvagem; por terras traiçoeiras cheio de goblins e orcs, wargs e aranhas gigantes, metamorfos e magos e até que finalmente Bilbo Bolseiro encontra Sméagol, onde ele ganha a posse do Um Anel, que está ligado ao destino de toda a Terra Média.

Hobbits

     Um hobbit é uma das criaturas apresentadas por J.R.R. Tolkien em suas obras (notavelmente O Hobbit e O Senhor dos Anéis), onde têm um papel principal, apesar de à partida serem um povo secundário entre os que habitam a Terra Média.

 Os hobbits são um povo discreto e muito antigo, normalmente não ultrapassam um metro de altura, são bem menos robustos que anões e consideram a possibilidade de participarem de uma aventura como uma atitude insana, pois preferem a calma de sua vida rotineira, amam uma região campestre organizada e bem cultivada. São agéis pois acostumaram-se a fugir dos "homens grandes", conseguiram tanta experiência nessa área que pode-se confundir com magia, porém, hobbits nunca tiveram interesse em magia, além disso, hobbits tem ouvidos agudos e olhos perspicazes. Embora habilidosos, os hobbits não conseguem entender ou gostar de máquinas mais complicadas que um fole de forja, um moinho d'água ou um tear manual. Andam descalços, porque a sola de seus pés é muito espessa, não necessitando de calçados. Vivem em tocas grandes e confortáveis (na verdade, casas subterrâneas com um só andar e várias despensas) em uma terra ao oeste da Terra Média, chamada Shire (no Brasil o nome do local foi traduzido para "Condado").

Há três raças de hobbits: pés-peludos, grados e cascalvas. Os Pés-peludos tem a pele mais escura, são menores e mais baixos. Não têm barbas ou botas, e suas mãos e pés são destros e ágei. Eles preferem as regiões serranas e as encostas de montanhas. Os Grados tem uma constituição mais encorpada e pesada: suas mãos e pés são maiores, preferem planícies e regiões banhadas por rios. Os Cascalvas tem a pele e o cabelo mais claros, são mais altos e esguios que os outros, também amantes de árvores e florestas. Menos numerosos, têm um contato mais amigável com os elfos do que os outros hobbits, e têm mais habilidade com línguas e música do que com trabalhos manuais.

Os hobbits vivem da agricultura, presenteiam os outros em seus aniversários com grandes festas com inúmeros convidados e são um povo simples. Não se importam com o que esteja acontecendo no resto do mundo, pois não possuem tanto interesse naquilo que se encontra além do seu reino, e são famosos por sua Erva-de-fumo.

 Hobbits são populares em jogos de RPG, tanto eletrônicos como os de mesa. Entretanto, a palavra "Hobbit" é uma marca registrada pertencente à família de Tolkien. Por esta razão, Dungeons & Dragons e outras fontes se referem a criaturas parecidas a hobbits usando outros nomes, o mais comum sendo halflings (alternativas incluem hin no universo de Mystara, hurthlings em Ancient Domains of Mystery, Bobbits na série de games Ultima, kender nos livros Dragonlance, Pequeninos no RPG brasileiro Tagmar e uma reinvenção online Tagmar II) e conhecidos também por kithkin no jogo de cartas Magic The Gathering