terça-feira, 22 de maio de 2012

O gnomo de Mull



      Em 30 de abril de 1973, uma educada mulher de Londres chamada Mary Treadgold estava viajando de ônibus pelas Terras altas da Escócia. Perto da cidade de Mull, o ônibus se espremeu do lado da estrada estreita para deixar passar um carro que vinha na direção contrária, e Treadgold preguiçosamente olhou pela janela para um espaço de turfa. Lá, de pé em frente a uma moita de arbustos, estava "uma pequena figura de aproximadamente 45 cm, um jovem homem com seupé sobre uma pá, pego (congelado como um pássaro ou esquilo na abordagem de algo estranho) no ato de cavar", ela relatou. "Ele tinha uma face diminuta, agradável ( o que saberia novamente), cabelo encaracolado, espesso e marrom, estava vestido em tipo de avental e suspensório de um azul brilhante, com uma camisa muito branca e com as mangas enroladas. Um saco aberto, também em miniatura estava do lado dele". Ele enfaticamente não era um anão, nem uma criança ( ao menos como a sugestão desesperada de um cético), nem um gnomo plático de jardim. Ele era um ser vivo perfeitamente formado como qualquer um de nós, somente em miniatura. A figura foi perdida de vista depois que o ônibus retomou sua jornada.
   " Quando voltei para casa", Treadgold escreveu, "perguntei a uma conhecida das Terras Altas que os amigos dela tinham visto pessoas similares em Mull, e que Mull era conhecida por isso. Ela acrescentou que as pessoas pequenas eram geralmente pálidas (não me recordo disso no brilho dos cabelos e das roupas, e na aparência geral de energia e alerta.

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