segunda-feira, 21 de maio de 2012

O pedido de um duende




Esse texto é uma declaração juramentada de um clérigo sueco do século XVII, P.Rahm:

"No ano de 1660, quando minha mulher e eu tínhamos ido à minha fazenda, que fica a três quartos de milha da casa paroquial de Ragunda e estávamos sentados conversando por um tempo, já no cair da noite, veio um pequeno homem na porta e pediu à minha mulher para ir ajudar a esposa dele, que estava em trabalho de parto. Ele era de uma complexão escura, e estava vestido com velhas roupas cinza. Minha mulher eu sentamos por um tempo e ficamos nos perguntando sobre o homem; estávamos cientes que ele fosse um Troll, e já tínhamos ouvido falar disto bastante, chamados pelos camponeses de Vettar ( espíritos), sempre costumavam manter-se nas casas de fazendas, quando o povo saía para o tempo das colheitas. Mas quanto ele havia feito sua solicitação quatro ou  cinco vezes, pensamos no mal que o povo rural dizia que ele tem às vezes sofrido dos Vettar, quando eles tem uma chance de amaldiçoá-los, ou com palavras não civilizadas  mandá-los para o inferno. Tomei a resolução de ler algumas preces para minha mulher, abençoá-la e pedir em nome de Deus que fosse com ele. Ela apressadamente apanhou algum linho e foi com ele, eu fiquei sentado lá. Quando ela voltou, disse que quando chegou com o homem ao portão, parecia como se ela fosse levada muito tempo pelo vento e assim ela chegou a uma sala onde de um lado havia uma pequena câmara escura na qual a esposa dele estava na cama, em grande agonia.  Minha  mulher foi até ela e depois de pouco tempo, a ajudou até que ela desse à luz a uma criança, da mesma maneira que outros seres humanos. O homem então, ofereceu a ela comida e quando ela recusou, ele agradeceu a ela e a acompanhou de volta, trazendo-a do mesmo modo pelo vento e, novamente, quando chegaram ao portão eram dez horas. Enquanto isso, uma quantidade de velhas peças e pedaços de prata foram deixados na prateleira, na sala de estar, e minha mulher as encontrou no dia seguinte, quando estava arrumando a sala. É suposto que elas foram colocadas lá pelo Vettar. É verdadeque isto aconteceu assim, eu testemunhei, ao escrever meu nome.  - Ragunda,12 de abril de 1671 ".

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