quarta-feira, 23 de maio de 2012

Altar dos duendes



Em um cantinho especial de sua casa, numa mesa coloque uma toalha verde, uma ou várias imagens e bibelôs de duendes. Coloque vasinhos com violetas ou outra planta que dê flores. Cristais e quartzos são bem-vindos, assim como pedras de rios. Você pode oferecer maçãs e doces para eles e fazer seus pedidos.

Oração dos duendes:

À noite, ao rezar acenda uma vela verde e faça seu pedido.
"Noite de lua, eterno luar.
Poderosos duendes venham me ajudar.
Sorte, sabedoria e beleza necessito conquistar."

Brownie dos gnomos



Uma forma de agradar os gnomos é fazer um brownie encantado. Ele também dá alegria e prosperidade! Faça o seguinte: Acenda uma vela verde e faça a saudação dos gnomos. Coloque uma música medieval animada e prepare seu brownie.

Saudação dos gnomos:


"Eu vós saúdo, gnomos,
Que constituem a representação
do elemento Terra.
Vós que constituem a base e
fortaleza da Terra
Ajudai-me a transformar e a construir
todas as estruturas materiais,
assim como uma raiz fortifica
a árvore frondosa.
Gnomos, possuidores dos segredos ocultos
fazei-me perfeito e nobre,
digno de vosso auxílio.
Mestres da Terra, eu vós saúdo fraternalmente."


Ingredientes:

* 1 tablete de manteiga ( 100g )
* 1barra de chocolate meio-amargo ( 200g )
* 3 ovos
* 1 xícara ( chá ) de açúcar
* 2 xícaras ( chá ) de farinha de trigo
* 1 colher ( sopa ) de fermento
* 1 barra de chocolate ao leite picado ( 200g )

Modo de fazer:

Derreta o chocolate meio-amargo com a manteiga, em banho-maria. Bata os ovos com açúcar, junte o chocolate e mexa. Junte a farinha, o fermento e o chocolate ao leite picado. Mexa tudo e asse por 45 min. Quando estiver pronto, corte o primeiro pedaço e ofereça aos gnomos junto com um copo de leite, deixando tudo num jardim ou quintal. O restante, pode dividir entre amigos e família.

Fonte: A Magia dos elementais da Terra, Eddie Van Feu.  

terça-feira, 22 de maio de 2012

Harry Anderson e os gnomos



  Em noite de verão de 1919 o jovem de 13 anos, Harry Anderson, andava em uma estrada isolada do interior, perto de Barron, Wisconsin, quando viu algo distintamente estranho. Vinte pequenos homens, alinhados em uma única fila e indo na sua direção. Eles estavam visíveis à luz da lua. Até mesmo quando passaram por ele, não lhe prestaram atenção. O jovem Anderson percebeu que estavam vestidos em calças de couro até os joelhos e que tinham suspensórios. Não usavam camisas, eram carecas e sua pele era branca pálida. Embora todos eles fizessem sons de resmungos, não pareciam se comunicar entre eles. Aterrorizado, Anderson continuou seu caminho e não olhou para trás. Este encontro bizarro permaneceu vívido em sua memória pelo resto da vida.

O gnomo de Mull



      Em 30 de abril de 1973, uma educada mulher de Londres chamada Mary Treadgold estava viajando de ônibus pelas Terras altas da Escócia. Perto da cidade de Mull, o ônibus se espremeu do lado da estrada estreita para deixar passar um carro que vinha na direção contrária, e Treadgold preguiçosamente olhou pela janela para um espaço de turfa. Lá, de pé em frente a uma moita de arbustos, estava "uma pequena figura de aproximadamente 45 cm, um jovem homem com seupé sobre uma pá, pego (congelado como um pássaro ou esquilo na abordagem de algo estranho) no ato de cavar", ela relatou. "Ele tinha uma face diminuta, agradável ( o que saberia novamente), cabelo encaracolado, espesso e marrom, estava vestido em tipo de avental e suspensório de um azul brilhante, com uma camisa muito branca e com as mangas enroladas. Um saco aberto, também em miniatura estava do lado dele". Ele enfaticamente não era um anão, nem uma criança ( ao menos como a sugestão desesperada de um cético), nem um gnomo plático de jardim. Ele era um ser vivo perfeitamente formado como qualquer um de nós, somente em miniatura. A figura foi perdida de vista depois que o ônibus retomou sua jornada.
   " Quando voltei para casa", Treadgold escreveu, "perguntei a uma conhecida das Terras Altas que os amigos dela tinham visto pessoas similares em Mull, e que Mull era conhecida por isso. Ela acrescentou que as pessoas pequenas eram geralmente pálidas (não me recordo disso no brilho dos cabelos e das roupas, e na aparência geral de energia e alerta.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Elo inquebrantável



Você sabia que os dons mediúnicos são passados de pai pra filho? Muitas vezes, não se percebe isso, mas é mais comum do que se imagina. Há inclusive uma tese que diz que uma pessoa que já viu um elemental ou foi abduzido por um não deve se casar com alguém que passou pelo mesmo, porque seus futuros filhos podem vir a passar por isso no futuro. O jeito de quebrar o "elo" dos elementais com a família, seria se juntando a alguém que não partilhe de suas crenças.  Elementais são quase imortais como o tempo e podem acompanhar uma família por várias gerações. Se são bons elementais, legal. Mas se é o contrário...
O seguinte relato é um exemplo de como esses espíritos ( não só os gnomos e duendes, mas todos os tipos de seres, desde fadas à ondinas) acompanham uma família. Nem sempre os escolhemos mas eles nos escolhem ou algum antepassado nosso .


O Rev. Sabine Baring-Gould, o históriador e folclorista vitoriano, escreveu que quando tinha quatro anos de idade e viajava em uma carruagem com seus pais, "vi legiões de anões de 61 cm correndo ao lado dos cavalos; alguns se sentavam rindo na trave, alguns estavam se misturando aos arreios para chegar nos lombos dos cavalos." Seus pais não viram nada. Baring- Gould também recordou um encontro que sua esposa vivenciou quando tinha 15 anos e andava em uma alameda em Yorkshire. Lá ela localizou um pequeno homem verde, perfeitamente bem  feito, que olhava para ela com seus olhos de contas negras. Ela estava tão assustada que correu para casa.
   Os avistamentos de seres encantados evidentemente correram na família. Um de seus filhos tinha ido colher "peapods" no jardim quando, assim ele informou aos pais, ele observou " um pequeno homem usando uma capa vermelha, jaqueta verde e calções marrons até os joelhos, cuja face era pálida e velha, e que tinha uma barba cinza e olhos tão negros e duros quanto o fruto do abrunheiro. Ele encarou tão intensamente o garoto que o último saiu correndo."

A caçada dos Gnomos



Edward Wiliams, um proeminente clérigo britânico do século XVIII, escreveu em 1757, que quando ele tinha sete anos, ele e outras crianças estavam brincando em um campo em Gales quando eles viram, a distância de 100 jardas, sete ou oito pequeninos pares vestidos de vermelho, cada um carregando um lenço branco na mão.   Um dos pequeninos homens caçou as crianças e quase pegou uma, que segundo Wiliams, teve "uma visão completa e nítida deste velho, de tez escura e compleição amarga" pouco antes de conseguir escapar. Durante a caçada outras figuras gritavam ao perseguidor em uma lingua desconhecida. Este incidente intrigou o Dr. Wiliams por toda a sua vida, e ele concluiu, "Sou forçado a classificar isto entre meus não conhecidos".

Uma visita inesperada



Mari Sion de Llanddeusant, Anglesey, Gales, contou a folclorista sua própria experiência no início do século XX com uma família de gnomos. Em uma noite, à luz da lua, o marido, os filhos e ela ouviram bater na porta enquanto estavam sentados perto da lareira.  Quem batia, era um pequenino homem, uma mulher e um bebê. O homem tinha apenas 61 cm e era o mais alto de todos.
 " Devo ser grata pelo empréstimo de uma tigela de água e um carvão para o fogo", a mulher disse. "Gostaria de banhar essa pequena criança. Não quero que eles o façam uma vez. Devemos voltar depois que vocês tiverem ido para cama".
   Mrs. Sion deixou os materiais requisitados antes que ela e sua família se retirassem.
   Durante a noite, eles podiam ouvir as idas e vindas das pequenas pessoas. Na manhã seguinte, a família encontrou tudo em ordem, exceto que a tigela estava virada para baixo. Ao levantar a tigela, a família encontrou quatro shilings.

O pedido de um duende




Esse texto é uma declaração juramentada de um clérigo sueco do século XVII, P.Rahm:

"No ano de 1660, quando minha mulher e eu tínhamos ido à minha fazenda, que fica a três quartos de milha da casa paroquial de Ragunda e estávamos sentados conversando por um tempo, já no cair da noite, veio um pequeno homem na porta e pediu à minha mulher para ir ajudar a esposa dele, que estava em trabalho de parto. Ele era de uma complexão escura, e estava vestido com velhas roupas cinza. Minha mulher eu sentamos por um tempo e ficamos nos perguntando sobre o homem; estávamos cientes que ele fosse um Troll, e já tínhamos ouvido falar disto bastante, chamados pelos camponeses de Vettar ( espíritos), sempre costumavam manter-se nas casas de fazendas, quando o povo saía para o tempo das colheitas. Mas quanto ele havia feito sua solicitação quatro ou  cinco vezes, pensamos no mal que o povo rural dizia que ele tem às vezes sofrido dos Vettar, quando eles tem uma chance de amaldiçoá-los, ou com palavras não civilizadas  mandá-los para o inferno. Tomei a resolução de ler algumas preces para minha mulher, abençoá-la e pedir em nome de Deus que fosse com ele. Ela apressadamente apanhou algum linho e foi com ele, eu fiquei sentado lá. Quando ela voltou, disse que quando chegou com o homem ao portão, parecia como se ela fosse levada muito tempo pelo vento e assim ela chegou a uma sala onde de um lado havia uma pequena câmara escura na qual a esposa dele estava na cama, em grande agonia.  Minha  mulher foi até ela e depois de pouco tempo, a ajudou até que ela desse à luz a uma criança, da mesma maneira que outros seres humanos. O homem então, ofereceu a ela comida e quando ela recusou, ele agradeceu a ela e a acompanhou de volta, trazendo-a do mesmo modo pelo vento e, novamente, quando chegaram ao portão eram dez horas. Enquanto isso, uma quantidade de velhas peças e pedaços de prata foram deixados na prateleira, na sala de estar, e minha mulher as encontrou no dia seguinte, quando estava arrumando a sala. É suposto que elas foram colocadas lá pelo Vettar. É verdadeque isto aconteceu assim, eu testemunhei, ao escrever meu nome.  - Ragunda,12 de abril de 1671 ".